Olá, hoje o nosso quadro desse mês, o tema é sobre coerência. Antes de começar a falar, quero convidá-los também a visitar a plataforma T-Academia e acessar lá, preenchendo os dados, o artigo Explorando Melhor, esse termo, esse conceito. Gostaria também que vocês sempre nos acompanhassem, cliquem aqui na plataforma, se inscrevam lá e também nos acompanhem com as informações, entrevistas que a gente está sempre trazendo no portal do NomuseLocus.
Agradeço a todos pela audiência e vamos lá. O nosso tema esse mês é sobre coerência. E o que significa coerência? Eu gosto sempre de, a partir desse conceito, a gente poder refletir juntos da importância desses termos, como foi os quadros anteriores, nós já abordamos aqui sobre respeito, já abordamos também a respeito do afeto, que significa a afeição e a importância para a construção do que eu denomino reputações virtuosas integradoras, que geram renda, geram inclusão, propiciam a adoção de políticas que disseminem círculos virtuosos, isso significa geração efetiva e equilíbrio entre as riquezas produzidas pelo país, por uma empresa e os recursos que ela disponibiliza para a evolução do bem-estar social e principalmente para um equilíbrio que tem tudo a ver com esse conceito de coerência que eu trago aqui para vocês, de uma sociedade justa, respeitosa e de um mundo melhor para a humanidade, né? E esse é o nosso desafio, trazendo no quadro e no NomuseLocus esses conceitos, tá? Então vamos lá, a coerência, do ponto de vista do conceito essencial, significa a qualidade e a condição de estar coerente, ou seja, uma ligação estabelecida, que à medida que ela vai sendo ampliada, ela vai se tornando cada vez mais harmônica, e isso quando eu falo de uma relação, não significa apenas uma relação entre dois seres humanos, mas uma relação de negócios, uma relação entre organizações, uma relação entre família, entre amigos e indo extrapolando um pouco para um ambiente social onde se destacam inúmeros coletivos.
Quando eu falo coletivos, eu não estou considerando coletivos organizações do terceiro setor apenas, eu estou considerando coletivos de seres humanos que têm uma causa, uma proposta internamente em uma empresa, eu tenho diversos coletivos, e cada um desses coletivos falam uma linguagem, tem uma narrativa diferente, e o que o destaca nessa união, seja por exemplo na área administrativa, no marketing, são coerências que precisam estar presentes, né? E o que significa essa qualidade, essa busca desse equilíbrio, para que se chegue à coerência. Coerência também significa e tem uma interpretação de fusão, fusão de coesão, e ela é só se estabelece através de variáveis virtuosas que passam, como nós já falamos anteriormente, pelo afeto e também pelo diálogo, essencialmente pelo diálogo. Coerência se estabelece numa relação e experimentação ao longo do tempo dessa relação, né? Onde você e o outro chegam a um consenso e de, permeada pelo que foi professado ao longo dessa experiência, dessa relação, e também, principalmente, pelas atitudes estabelecidas e manifestas ao longo dessa experiência.
Isso tem também relação através da psicologia positivista, quando a gente fala no respeito. Essa experimentação só é possível através dessa experiência positiva de uma cotidiana ao longo de uma existência. A coerência, ela, quando ela chega a essa, a grau de harmonia e equilíbrio, ela passa para um outro patamar, que é outro conceito chamado confiança.
E a confiança é um principal ativo que um ser humano e uma organização pode disponibilizar, é o seu patrimônio. E é essa confiança, isso, veja só, isso só se estabelece se adquirem esse valor ao longo de uma coerência de comportamentos, atitudes, sustentados em falas, em discurso, ao longo de toda essa relação, não é de um dia para outro, de um momento para outro, falando numa linguagem mais coletiva. Então, vamos voltar, se eu estabeleci ao longo desse tempo uma coerência nas minhas atitudes, nos meus comportamentos e naquilo que eu disponho, eu chego a um padrão de percepção confiável.
E aí eu tenho um ativo poderosíssimo que eu preciso cuidar. Quando vocês olham aqui na minha base esse monte de livro, isso faz parte da minha experiência ao longo de toda uma vida, que já são quatro décadas de trabalho ou mais, né? Então, isso é o meu patrimônio. É isso, para eu expor para vocês esse conceito de uma forma bem coloquial, eu me baseio na sustentação desse ativo que eu fui adquirindo ao longo dessa minha existência.
E a outra coisa é que a coerência, ela é racional e lógica. Então, nesse processo sistêmico de busca dessa coerência, de racionalidade, de reflexão nas suas atitudes cotidianas em relação ao outro, ela exige um processo, um sistema lógico, quase que matemático. É uma reflexão cotidiana que eu vou estabelecendo sobre os atos praticados naquele dia, naquele meu cotidiano e na coerência que eu estabeleci com relação ao outro, certo? Se eu falhei em algum momento, eu preciso voltar atrás e buscar e me esforçar para dar um passinho nesse desenvolvimento na busca da coerência.
Porque a minha meta, qual é? É a confiança. Por que é tão importante esse processo, esse exercício diário? Porque se eu desejo, como organização, como marca, como indivíduo, como líder, alcançar uma reputação que seja percebida como virtuosa e integradora, eu preciso cuidar, eu preciso regar diariamente essa confiança e eu preciso estabelecer um exercício, uma experiência de reflexão diária a respeito da coerência. E algo que eu gostaria de colocar como reflexão aqui no quadro desse mês para vocês, vamos analisar o nosso contexto de mundo e o nosso contexto político institucional do nosso país.
Em que medida, e como indivíduo também, em um ambiente de contexto de relações digitalizadas, na virtualidade, que é esse nosso universo com o qual nós estamos aqui dialogando, essa superexposição, essa necessidade de falas, essa necessidade de expor as vozes, em que medida essa superexposição, essa colocação de vozes, eu estou buscando a coerência e eu estou alcançando a confiança dos meus pares e do meu universo de relações. Isso, essa superexposição no conceito básico das virtudes, ela não é virtuosa, ela não constrói a coerência, ela não desenvolve, não arquiteta e não almeja a confiança, ela não vai ser estabelecida. Por quê? Porque as virtudes é humilde, ela é simples e ela é discreta.
Olha que incoerência dentro do mundo em que nós vivemos, ou seja, à medida que eu busco essa coerência verdadeira, equilibrada, harmônica, eu não teria, teoricamente, se eu almejo essa reputação virtuosa integradora, dessa necessidade, dessa prática em excesso de exposição da minha voz ou das minhas falas, dessas relações sem qualidade. Qualidade num contexto, isso é importante eu expor, da virtuosidade, que é o intuito do nosso quadro aqui, tá? E esse é o meu conceito. E aí eu gostaria também de que vocês acompanhassem o artigo que está disponível a respeito desse conceito na plataforma T Academia, acessem, se engajem, e lá eu expus uma parte de uma pesquisa que também está no meu livro, que foi lançado em 2016, onde, na pesquisa, no estudo desenvolvido, a base do maior ativo que, nas relações daquela rede NomuseLocus, que foi construída para esse estudo, a sociedade expôs como maior ativo a coerência.
Por quê? Porque, para elas, o ambiente social do indivíduo onde nós todos estamos, de diversas categorias e coletivos, para nós, nessa análise daqui de fora, olhar o outro é analisar em que medida ele tem tido uma coerência entre suas falas, suas atitudes e nas suas práticas cotidianas. Esse é um ativo poderoso. E você, eu e todos nós, estamos sendo políticos, empresários, organizações, líderes profissionais, estudantes, estamos sendo analisado pela coerência, isso é importantíssimo.
Então, o mundo deseja a coerência, né, e que nós não temos. Achamos, imaginamos que somos perfeitos, que somos coerentes e temos a confiança do outro, dos diversos agrupamentos com os quais nos relacionamos, mas isso é mera ilusão. Antes de ter essa imagem, essa prospecção do que imaginamos de reputável, temos que analisar primeiramente a essência que permeia em nossos hábitos cotidianos.
Então, mais uma vez, eu convido a vocês a lerem o artigo, lá eu exponho algumas dicas e até um exercício que eu também pontuo em alguns programas e palestras que eu tenho apresentado, para que ajude cada um de nós e de vocês a fazer essa reflexão cotidiana a partir desse conceito que eu trouxe aqui no quadro desse mês. E agradeço a todos a audiência e continuo discutindo mensalmente no meu quadro Virtuosidades e nos acompanhe na plataforma T Academia e também no portal Nome dos Loucos. Muito obrigado e até a próxima!
Transcrito por TurboScribe.ai
