Democratização de investimento em startups e fomento a ciclos virtuosos de valor

A expansão da integração da cadeia produtiva e do mercado em rede, o maior acesso e barateamento do acesso aos recursos de infraestrutura de rede, bem como a intensificação do uso nos processos de vida do indivíduo vinha possibilitando a expansão de negócios digitais. A pandemia só incrementou e direcionou o olhar de investidores para o imenso potencial de crescimento deste setor.

O covid pegou o mundo de surpresa. Em 2020, no início da pandemia levou-se apenas 15 dias para o mercado de ações dos EUA despencar (uma queda de 20% em relação ao seu pico) – o declínio mais rápido de todos os tempos.

Em relação ao emprego, os dados, de acordo com o artigo “Impactos da pandemia do Covid-19 na economia brasileira”, professor Paulo Ricardo S. Oliveira, Doutor em Desenvolvimento Econômico (IE-UNICAMP), Professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Economista do Observatório PUC-Campinas, mais recentes apontam que a taxa de desocupação vem crescendo desde maio/2020, quando estava em 10,5%, e atingiu o ponto máximo do período no final de julho/2020, quando chegou a 13,7%.

Com a crise sanitária e a incapacidade do sistema econômico em gerar renda e inclusão, o cenário a intensificação do uso da tecnologia como ferramental para mudança do cenário nos próximos anos só reafirmou-se.

Porém, muito ainda precisa ser implementado para que esse cenário possa ser uma realidade no Brasil. De acordo com a edição 2020 do Índice de Viabilidade Digital (IVD), um ranking anual que enumera os países que têm melhores condições de auxiliar novas empresas digitais a prosperar, o Brasil, embora tenha subido duas pontuações, perdeu cinco posições em relação ao ano anterior, ficando em 64º lugar — bem longe do Top 40, que é o grupo considerado “mais saudável” para a inovação e empreendedorismo na internet.

Enquanto no Brasil tem média de 67,5 internautas por 100 pessoas e 0,3 servidor seguro por 100 pessoas, o Chile destaca-se com 82,3 internautas por 100 pessoas.

Em estudo publicado nos anos 90 (exatamente em 1995, na edição digital da Lua Nova: Revista de Cultura e Política, o professor Doutor André Urani, da Faculdade de Economia e Administração da UFRJ e pesquisador do DIPES-IPEA, no artigo “ “Crescimento e geração  de Renda no Brasil”, contestava a opinião corrente no Brasil, entre economistas e analistas políticos, e defendia que o crescimento econômico já não podia mais ser visto como uma condição suficiente, e sequer necessária, para a geração de emprego e renda no Brasil; e, reciprocamente, que a geração de emprego e renda tampouco o é para o desenvolvimento social – ele deveria ir além essas perspectivas. Nas décadas seguintes e no novo milênio esse cenário se firmou como real.

“O Brasil foi um dos países que mais cresceram no século passado, sobretudo durante as três décadas e meia que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, quando o seu PIB total foi multiplicado por 11 e o seu produto industrial por 16Âncora. Este processo foi induzido por uma rápida industrialização via substituição de importações de clara inspiração cepalina, que culminou, na segunda metade da década de 70, na implantação dos setores de bens de capital e de bens intermediários, financiada (sobretudo neste último caso) por crescentes afluxos de poupança externa, mas perpetuou a realidade da forte desigualdade em termos de capital humano”, reforçava o pesquisador.

A pandemia trouxe à tona, de maneira avassaladora essa realidade, basta ver os recentes dados divulgados pelo Ibre-Instituto Brasileiro de Economia da FGV, com o crescimento da taxa de desemprego subindo de 11,2% para 12,9% no primeiro trimestre, elevando de 12,3 para 13,6 milhões o número de desempregados.  O Instituto estima ainda que o número pode chegar a  17 milhões de desempregados, representando o pior momento para o mercado de trabalho brasileiro, superando a recessão da última década – segundo o IBGE, o recorde foi registrado em 2017, quando a população desempregada alcançou a marca de 14,1 milhões (13,7%). 

E o que fazer? Na opinião da maioria dos especialistas o caminho é, como afirmei no início o incentivo ao empreendedorismo pelo uso intensivo dos recursos tecnológicos. Para isso é premente o investimento em capacitação e apoio a esses empreendedores.

Como afirma o CEO da BMG UpTech, Rodolfo Santos, a tecnologia otimiza todos os processos; gera oportunidades, empregos e de forma mais sustentável. Ela ilustra um cenário incontestável, que é o investimento no empreendedorismo digital das denominadas startups para o crescimento econômico, geração, renda e riqueza nos próximos anos.

De acordo com dados da Abstartups-Associação Brasileira de Startups, em 2015, o número de startups mapeadas no Brasil era de 4.451 e atualmente já existem mais de 12 mil empreendimentos digitais, com taxa média de crescimento da ordem de 26,75% ao ano. 

Um cenário, de acordo com Rodolfo Santos, do BMG UpTech, braço do Grupo BMG que integrou-se à Bossa Nova Investimentos (microventure capital liderada pelos empreendedores João Kepler e Pierre Schurmann), que inverte toda a lógica de produção de capital do sistema econômico. Basta ver que em 2017 no mercado venture, cinco empresas eram do setor de tecnologia e já estavam listadas no mercado acionário norte-americano. Na América Latina, complementa o CEO da BMG UpTech, já temos uma empresa de tecnologia, brasileira, dentre as maiores do cone sul.

Os novos negócios digitais, integrados e de expansão em rede, fomenta inúmeras oportunidades de negócios que são, destaca o jovem executivo, principalmente inclusivos e trazem uma nova cultura, focando na geração de outras oportunidades e posturas. 

“Os novos empreendedores”, afirma Santos, “já são inclusivos, e o Brasil é um país que traz um perfil de empresário resiliente, diferenciado, pois ele já nasce em um contexto de desafios com carga tributária alta, dificuldade de investimento e uma mão-de obra que necessita readequar-se, capacitar-se para esse cenário futuro”.

O BMG UpTech nasceu com a missão de democratizar o acesso ao investimento. Para isso, expôs Rodolfo Santos, em um bate papo super interessante e inspirador para todos os profissionais que desejam empreender, trazendo uma luz para o futuro, frente aos enormes desafios que todos teremos a enfrentar nos próximos anos.

A venture capital foca na capilaridade do investimento em todo o território nacional, indo além do eixo sudeste. A ideia é, ao invés de ter investimento aplicado em uma empresa, “focamos no uso desse recurso para possibilitar o acesso a um número cada vez maior de novos empreendedores. Nossa missão é democratizar; acreditamos em permitir novas oportunidades ao outro – está no nosso DNA, nossa cultura, passada pelo fundador do Grupo BMG, de ajuda ao próximo, permitindo que todos tenham a chance de evoluir, mantendo a sustentabilidade”, ressaltou Santos.

Para isso, segundo ele, o BMG UpTech fomentou o surgimento de mais 75 novos negócios e 530 startups, além de mais de 700 novos investimentos no Brasil e nos Estados Unidos.

Assista a bate papo com o CEO Rodolfo Santos e conheça as competências de liderança e as dicas para quem deseja empreender nesse , de forma a gerar, também, sub círculos virtuosos de expansão de riqueza, renda e inclusão econômica e veja como as variáveis do circulo virtuoso integrado se torna uma realidade em organizações, principalmente empresas que já nascem com esse DNA.

#BMGUpTech #empreendedorismodigital #ciclosvirtuosos #reputaçãvirtuosaintegradora #tacademia #nomuselocus

A expansão da integração da cadeia produtiva e do mercado em rede, o maior acesso e barateamento do acesso aos recursos de infraestrutura de rede, bem como a intensificação do uso nos processos de vida do indivíduo vinha possibilitando a expansão de negócios digitais. A pandemia só incrementou e direcionou o olhar de investidores para o imenso potencial de crescimento deste setor.

O covid pegou o mundo de surpresa. Em 2020, no início da pandemia levou-se apenas 15 dias para o mercado de ações dos EUA despencar (uma queda de 20% em relação ao seu pico) – o declínio mais rápido de todos os tempos.

Em relação ao emprego, os dados, de acordo com o artigo “Impactos da pandemia do Covid-19 na economia brasileira”, professor Paulo Ricardo S. Oliveira, Doutor em Desenvolvimento Econômico (IE-UNICAMP), Professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Economista do Observatório PUC-Campinas, mais recentes apontam que a taxa de desocupação vem crescendo desde maio/2020, quando estava em 10,5%, e atingiu o ponto máximo do período no final de julho/2020, quando chegou a 13,7%.

Com a crise sanitária e a incapacidade do sistema econômico em gerar renda e inclusão, o cenário a intensificação do uso da tecnologia como ferramental para mudança do cenário nos próximos anos só reafirmou-se.

Porém, muito ainda precisa ser implementado para que esse cenário possa ser uma realidade no Brasil. De acordo com a edição 2020 do Índice de Viabilidade Digital (IVD), um ranking anual que enumera os países que têm melhores condições de auxiliar novas empresas digitais a prosperar, o Brasil, embora tenha subido duas pontuações, perdeu cinco posições em relação ao ano anterior, ficando em 64º lugar — bem longe do Top 40, que é o grupo considerado “mais saudável” para a inovação e empreendedorismo na internet.

Enquanto no Brasil tem média de 67,5 internautas por 100 pessoas e 0,3 servidor seguro por 100 pessoas, o Chile destaca-se com 82,3 internautas por 100 pessoas.

Em estudo publicado nos anos 90 (exatamente em 1995, na edição digital da Lua Nova: Revista de Cultura e Política, o professor Doutor André Urani, da Faculdade de Economia e Administração da UFRJ e pesquisador do DIPES-IPEA, no artigo “ “Crescimento e geração  de Renda no Brasil”, contestava a opinião corrente no Brasil, entre economistas e analistas políticos, e defendia que o crescimento econômico já não podia mais ser visto como uma condição suficiente, e sequer necessária, para a geração de emprego e renda no Brasil; e, reciprocamente, que a geração de emprego e renda tampouco o é para o desenvolvimento social – ele deveria ir além essas perspectivas. Nas décadas seguintes e no novo milênio esse cenário se firmou como real.

“O Brasil foi um dos países que mais cresceram no século passado, sobretudo durante as três décadas e meia que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, quando o seu PIB total foi multiplicado por 11 e o seu produto industrial por 16Âncora. Este processo foi induzido por uma rápida industrialização via substituição de importações de clara inspiração cepalina, que culminou, na segunda metade da década de 70, na implantação dos setores de bens de capital e de bens intermediários, financiada (sobretudo neste último caso) por crescentes afluxos de poupança externa, mas perpetuou a realidade da forte desigualdade em termos de capital humano”, reforçava o pesquisador.

A pandemia trouxe à tona, de maneira avassaladora essa realidade, basta ver os recentes dados divulgados pelo Ibre-Instituto Brasileiro de Economia da FGV, com o crescimento da taxa de desemprego subindo de 11,2% para 12,9% no primeiro trimestre, elevando de 12,3 para 13,6 milhões o número de desempregados.  O Instituto estima ainda que o número pode chegar a  17 milhões de desempregados, representando o pior momento para o mercado de trabalho brasileiro, superando a recessão da última década – segundo o IBGE, o recorde foi registrado em 2017, quando a população desempregada alcançou a marca de 14,1 milhões (13,7%). 

E o que fazer? Na opinião da maioria dos especialistas o caminho é, como afirmei no início o incentivo ao empreendedorismo pelo uso intensivo dos recursos tecnológicos. Para isso é premente o investimento em capacitação e apoio a esses empreendedores.

Como afirma o CEO da BMG UpTech, Rodolfo Santos, a tecnologia otimiza todos os processos; gera oportunidades, empregos e de forma mais sustentável. Ela ilustra um cenário incontestável, que é o investimento no empreendedorismo digital das denominadas startups para o crescimento econômico, geração, renda e riqueza nos próximos anos.

De acordo com dados da Abstartups-Associação Brasileira de Startups, em 2015, o número de startups mapeadas no Brasil era de 4.451 e atualmente já existem mais de 12 mil empreendimentos digitais, com taxa média de crescimento da ordem de 26,75% ao ano. 

Um cenário, de acordo com Rodolfo Santos, do BMG UpTech, braço do Grupo BMG que integrou-se à Bossa Nova Investimentos (microventure capital liderada pelos empreendedores João Kepler e Pierre Schurmann), que inverte toda a lógica de produção de capital do sistema econômico. Basta ver que em 2017 no mercado venture, cinco empresas eram do setor de tecnologia e já estavam listadas no mercado acionário norte-americano. Na América Latina, complementa o CEO da BMG UpTech, já temos uma empresa de tecnologia, brasileira, dentre as maiores do cone sul.

Os novos negócios digitais, integrados e de expansão em rede, fomenta inúmeras oportunidades de negócios que são, destaca o jovem executivo, principalmente inclusivos e trazem uma nova cultura, focando na geração de outras oportunidades e posturas. 

“Os novos empreendedores”, afirma Santos, “já são inclusivos, e o Brasil é um país que traz um perfil de empresário resiliente, diferenciado, pois ele já nasce em um contexto de desafios com carga tributária alta, dificuldade de investimento e uma mão-de obra que necessita readequar-se, capacitar-se para esse cenário futuro”.

O BMG UpTech nasceu com a missão de democratizar o acesso ao investimento. Para isso, expôs Rodolfo Santos, em um bate papo super interessante e inspirador para todos os profissionais que desejam empreender, trazendo uma luz para o futuro, frente aos enormes desafios que todos teremos a enfrentar nos próximos anos.

A venture capital foca na capilaridade do investimento em todo o território nacional, indo além do eixo sudeste. A ideia é, ao invés de ter investimento aplicado em uma empresa, “focamos no uso desse recurso para possibilitar o acesso a um número cada vez maior de novos empreendedores. Nossa missão é democratizar; acreditamos em permitir novas oportunidades ao outro – está no nosso DNA, nossa cultura, passada pelo fundador do Grupo BMG, de ajuda ao próximo, permitindo que todos tenham a chance de evoluir, mantendo a sustentabilidade”, ressaltou Santos.

Para isso, segundo ele, o BMG UpTech fomentou o surgimento de mais 75 novos negócios e 530 startups, além de mais de 700 novos investimentos no Brasil e nos Estados Unidos.

Assista a bate papo com o CEO Rodolfo Santos e conheça as competências de liderança e as dicas para quem deseja empreender nesse , de forma a gerar, também, sub círculos virtuosos de expansão de riqueza, renda e inclusão econômica e veja como as variáveis do circulo virtuoso integrado se torna uma realidade em organizações, principalmente empresas que já nascem com esse DNA.

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