Desenvolver o mindset da lógica do mundo digital e a habilidade da programação para empoderar mulheres economicamente

Especialistas de diversos setores e áreas afirmam que a renda está no empoderamento digital. Incluir, significa reparar, formar, habilitar milhões de profissionais, principalmente no mundo pós pandemia. Hoje, no Dia Internacional das Mulheres vale essa reflexão e apresentar o contexto e as iniciativas que surgem para viabilizar esse desafio.

Os segmentos mais tecnológicos tendem a ter maior crescimento da demanda no futuro, empregam mão de obra qualificada e contribuem de forma mais contundente para o desenvolvimento da economia.

O setor de TI representa, conforme estudo “Estrategia TIC Brasil2021”, divulgado pela Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), ilustra: atualmente US$ 3,4 trilhões no mundo – cerca de 5% do PIB global, com projeção de crescimento de aproximadamente 4,5% em média.

Em outro Estudo, a Brasscom mostra, em seu Monitor de Empregos e Salários, estudo mensal, no comparativo de informações entre 2019 e 2020, que os setores mais intensivos em serviços, o setor de TI, dentre os demais, foi aquele que mais se manteve resiliente em prover empregos, com crescimento médio da ordem de 4,71%.

Quando vemos a participação da mão de obra feminina nesse setor, as mulheres ocupam apenas 25% dos empregos na área de TI no Brasil de acordo com Associação Telecentro de Informação e Negócios CompTIA, no seu 2nd Annual IT Career Insights.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2018, demonstram que as mulheres representam apenas 20% dos profissionais contratados na área. O número vem caindo: entre 2007 e 2017, elas passaram de 24% para 20%, diz um estudo da Softex, com apoio da Secretaria de Empreendedorismo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), entre 2007 e 2017.

Dados da  ONU Mulheres Brasil aponta que apenas 30% das vagas disponíveis em todo o mundo são ocupadas por mulheres. Quando vemos a disponibilidade de programas que introduzem habilidade e competências de programação, essenciais para se inserir nesse universo ou mesmo empreender – como forma de entender a lógica do ambiente de negócios, muito diferente do universo tradicional até aqui implementado, percebe-se que o número de cursos de computação no Brasil cresceu 586% nos últimos 24 anos, enquanto o número de mulheres matriculadas caiu de 34% para 15%. 

Segundo ainda a pesquisa, o número de mulheres trabalhando na área quase dobrou na área nesse período, quando subiu de 21.253 para 40.492. Entretanto, a quantidade de homens no segmento cresceu 144%, de 67.106 para 163.685, o que explica a redução da participação feminina em TI.

Iniciativas inclusivas nesse universo especificas para mulheres têm surgido e são extremamente virtuosas. Uma delas, já em sua segunda edição é o programa #LuizaCode, do Magazine Luiza em parceria com a escola Gama Academy. O Programa irá oferecer 320 bolsas para mulheres em TI ano. As inscrições irão até 31 de março e as aulas começam em abril.

O curso, em sua primeira edição, recebeu mais de 10 mil inscrições e em função deste sucesso mais que triplicamos as oportunidades para três turmas em todo o Brasil.

O programa acontece em cinco semanas, de segunda a sábado, para mulheres de todo o Brasil em treinamento online com mais de 120 horas de conteúdo. Há um desafio final, com base em um case real da companhia, para a conclusão do curso e recebimento do certificado. Além disso, as bolsistas terão uma sessão de mentoria com profissionais do Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu e workshop de treinamento para participação em processos.

Na última edição foram ofertadas 80 bolsas de estudo, sendo 50% delas destinadas às colaboradoras do Magalu. Dentre as participantes, 20 já foram contratadas pela empresa e conquistaram cargo de desenvolvedora, uma posição importante dentro da companhia. 

Outro programa nesse sentido é o PrograMaria que disponibiliza programas de formação em programação, online, com preços acessíveis. Este mês a ONG está oferecendo, também, bolsas para mulheres.

Alem deste programas de Formação, destaca-se iniciativas de inclusão como a do Nubank que anunciou hoje od esafio de ter ems eus quadros de colabroadores em TI, 50% ocupados por mulheres, com a contratação de 3300 mulheres nos próxcimos cinco anos, promovendo uma da svariaveis de #reputaçõesvirtuosasintegradoras, que é a #equidade.

Serviço:

.Programa LuizaCode

Informações: https://corp.gama.academy/luiza-code/inscricao

.PrograMaria

Informações: https://www.programaria.org/curso-online-euprogramo/

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