Educar financeiramente garante prosperidade e ciclos econômicos responsáveis no futuro

270 bilhões de reais equivale a 38% do PIB brasileiro, que em 2019 atingiu 7,3 trilhões de reais – representa um volume de recursos imenso. Muito da interpretação que se pode fazer em relação a esse cenário diz respeito à falta de experiência e formação em como usar e gerir o dinheiro.

Dinheiro é um significado e a relação com ele pode ser positiva, engrandecedora, prazerosa ou nefasta, negativa. Do ponto de vista econômico, o dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), utilizado na compra de bens, serviços, da força de trabalho; gerado por divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras; emitido e controlado pelo governo de cada país – que é o único que tem essa atribuição.

No universo da cognição humana, o dinheiro embute significados e representa produção de valor. Imaginem que, se o indivíduo não possui uma relação positiva com ele, a percepção que fica é de aversão e pode gerar comportamentos e atitudes de distanciamento, irresponsabilidade, descompromisso. Esse cenário, apresentado acima, pode representar, historicamente, uma cultura de descompromisso, desinteresse e ausência no ciclo de formação educacional do indivíduo, de conceitos de que o dinheiro é algo nefasto e a relação com ele pode passar a ser negativa. Talvez nessa formação esteja o cerne do contexto de inconsciência do comportamento individual e coletivo de irresponsabilidade na relação com a moeda do cenário atual no Brasil.

Para levar a proposta de educar para o entendimento do significado do dinheiro,  da importância do entendimento do seu fluxo – econômico, social, Evandro Mello, um jovem empreendedor, de formação na área financeira criou o projeto “Multiplicando Sonhos”, que se transformou em uma entidade sem fins lucrativos e que leva às escolas públicas e aos jovens, o significado e a importância de entender e saber usar, relacionar-se com a moeda, o dinheiro.

Nesse processo, de levar essa conscientização aos jovens, Evandro expõe que tem se defrontado com a barreira ideológica. “Ao entrar numa escola, o mais receptivo”, diz Evandro, “tem sido o jovem e são os grupos alocados nesse ambiente, com sua postura ideológica que mais têm impedido nossa entrada”, diz ele.

O projeto, iniciado de maneira informal e que hoje já se consolida como instituição tem como meta ampliar-se para todo o território nacional. Em 2019 já conseguiu engajar mais de uma centena de jovens e este ano a ideia é fechar o ano com 12 escolas  envolvidas nessa formação.

O projeto oferece um curso de conscientização financeira estruturado em 7 aulas, com uma hora cada, divididas na parte teórica e conceitual e em dinâmicas vivenciais com os jovens.

A entrevista completa com Evandro Mello do “Multiplicando Sonhos” está no quadro Virtuosidades do canal NomuseLocus. . Assista!

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