Fundo Malala disponibiliza indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI)

Com o apoio do SAS, líder global em analytics, a Instituição disponibiliza o Indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI, na sigla em inglês), divulgado anualmente, o Fundo Malalae tem conseguido ampliar a capacidade da métrica ao identificar os riscos das mudanças climáticas no processo educacional de jovens mulheres a partir do auxílio da plataforma analítica do SAS. O índice leva em consideração informações educacionais, como taxas de conclusão de nível escolar e fatores ambientais – incluindo a probabilidade de inundações, tsunamis e terremotos em cada país. Com base nessas informações, a instituição fornecerá subsídios para que entidades públicas e privadas promovam políticas destinadas ao aprimoramento de resultados educacionais.

Ao aperfeiçoar o GECI com informações preditivas de mudanças climáticas, o Fundo Malala tem acesso a dados cruciais para endereçar os desafios que meninas de diversos países enfrentam no processo de educação. A organização estima que, neste ano, eventos relacionados ao clima serão responsáveis por privar da conclusão da jornada educacional pelo menos quatro milhões de meninas em países de renda baixa e média-baixa.  Se essa tendência continuar e nada for feito, até 2025 esse número passará para ao menos 12,5 milhões.

Com essas informações, a instituição pretende dialogar com setores governamentais e empresariais na formulação de políticas sobre como dirigir apoio técnico e financeiro para a adaptação climática, buscando melhores resultados na educação. “Nosso mais recente relatório confirma que a educação de meninas é uma das estratégias mais poderosas para mitigar o impacto da mudança climática”, afirmou Naomi Nyamweya, chefe de Pesquisa do Fundo Malala. “Porém, como é demonstrado nesse projeto de dados com o SAS, eventos relacionados ao clima estão impedindo milhões de meninas de aprender. Para criar um futuro mais verde e mais justo para todos nós, precisamos de líderes que tomem medidas urgentes referentes ao clima no apoio à educação.”

último relatório disponibilizado pelo Fundo Malala jogou luz também sobre a situação das mudanças climáticas em países como o Brasil, que no passado recente constou como uma das nações em desenvolvimento que mais emitiram gases de carbono responsáveis pelos efeitos das mudanças climáticas. O GECI deste ano mostrou, ainda, que a região da África Subsaariana, a menos responsável pela atual crise climática, é a que mais sofre com os desafios relacionados às vulnerabilidades do clima.  Juntos, esses e outros países contam com mais de 280 milhões de jovens mulheres em idade escolar.

O Fundo Malala planeja usar as informações coletadas com o apoio da plataforma de analytics do SAS para encorajar ações por parte dos líderes que estarão presentes na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021 (também conhecida como COP26), a ser realizada em novembro na cidade de Glasgow. Além disso, a instituição pretende reforçar seu papel de atuação, trazendo a importância da educação para a discussão sobre a mudança climática global.  

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