Na economia quando levantamos alguns dados envolvendo o universo do trabalho, temos dados como os do Brasil, onde as trabalhadoras ainda recebem, em média, 20,5% menos que os homens – uma discrepância real em várias ocupações do mercado de trabalho. Dados de variados estudos demonstram que apesar da queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, existem variações com maior ou menor intensidade de acordo com os cargos”.
- A Pesquisa Profissionais da Catho de 2019 demonstra que mesmo com maior grau de escolaridade, as mulheres ganham menos que homens e mostra:
- 30% das mulheres possuem nível superior e pós-graduação, enquanto homens são 24%.
- Homens ganham até 52% a mais que elas exercendo uma mesma função.
- 52% é a maior disparidade nas médias salariais entre homens e mulheres identificada por nível de cargo, seguidos de profissional especialista técnico com 47% de diferença.
- As mulheres ocupam 66% dos cargos de assistente e/ou auxiliar e a diferença salarial é de 8%. Já em relação aos cargos de analista, 53% são ocupados por mulheres e a diferença salarial é de 14%.
- O índice de ocupação dos homens foi estimado em 65%, enquanto o das mulheres ficou em 46,2%.
Para ilustrar essa realidade em um bate papo muito legal sobre a realidade e dificuldades das mulheres no mercado de trabalho fomos conversar com Jessica Paraguassu, consultora e criado do Mulheres no Poder. Assiste lá!
