A tecnologia está aí e, certamente, em algum momento dos últimos meses, você deve ter lido, visto ou ouvido algo sobre o tão falado “metaverso”.Se ainda não viu nada a respeito, você necessita, imediatamente, de um banho de imersão sobre este assunto,. Tema do quadro Insights Disruptivos de setembro. Leia o artigo e assista o vídeo.
O termo “metaverso” foi mencionado pela primeira vez em 1992, ainda no século XX, em um romance de ficção científica chamado “Snow Crash” do autor Neal Stephenson, escritor norte-americano conhecido por suas obras de ficção especulativa.
Quem diria, que num futuro próximo, seus manuscritos se tornariam extremamente reais, não é?
Pois é. Esses universos tão mencionados, derivam de um conceito que vai de encontro ao termo “phygital”, que surge da fusão entre as palavras physical (físico em inglês) e digital, ou seja, a integração e convergência entre os mundos físico e digital.
O conceito vem sendo tão amplamente desenvolvido que acabou ganhando definições mais abrangentes e outras mais específicas, dependendo do contexto. Porém, o mais importante nisso tudo é que saibamos que, independente da categorização imposta, está relacionado a esta ‘nova’ internet na qual uma sociedade virtual “democratizada” apresenta convergências de realidade virtual e física, contendo espaços virtuais persistentes e principalmente, um gêmeo digital ou duplo virtual nosso, neste mundo todo próprio.
As definições podem ser muitas. Alguns, como é o caso da adotada por Dare Tsui, CEO da Togheter Labs, diz que se trata de um espaço 3D onde as pessoas podem interagir de alguma forma a partir de três atributos virtuais: presença social, persistência e compartilhamento.
Ou então, como mencionou Kerry Murphy, fundador e CEO da “The Fabricant” ,“[…]o metaverso é apenas uma camada digital de nossas vidas. O metaverso existirá quando tudo o que fazemos, digitalmente, estiver completamente conectado. Então, se eu comprar uma camiseta amarela na Fortnite, posso usá-la no Instagram, posso usá-la no Facebook – tenho uma experiência de uso de RA e todos estão completamente interconectados. O metaverso é apenas uma extensão de nossas vidas físicas para o ‘reino’ digital”.
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