Parceria MSF e Sea-Watch em apoio a migrantes refugiados na região do Mediterrâneo

A parceria foi firmada com foco no salvamento e resgate de um volume de refugiados advindos da região da Libia, onde osconflitos se intensificam e força as pessoas a fugirem em busca de refugiio em embarcações precárias com destino a outros países, principalmente da Europa. Com a pandemia, muitos paises europeus fecharam suas fronteiras e operações de ajuda humanitaria e refugio, bem como resgate de migrantes e a maiores deles correm imenso risco de afogamento no oceano.

“Nenhum ser humano deve se afogar, afundar nas ondas”, diz Oliver Behndiretor de operações de MSF. “Nenhum ser humano deve ser forçado a suportar tortura e sofrimento. No entanto, essa é a consequência do abandono dos governos europeus. Como organização médica humanitária, nós, de MSF, reconhecemos os desafios apresentados pela COVID-19. No entanto, vemos que as recentes medidas estatais para desencorajar ou bloquear atividades de salvamento no Mediterrâneo – envoltas em retórica de saúde pública – são imprudentes e motivadas politicamente.”

Nos últimos cinco meses, Itália e Malta negaram assistência às pessoas em perigo iminente no mar. Além disso, fecharam os portos a navios de organizações não-governamentais que levavam pessoas resgatadas em alto-mar. MSF aponta que há uma falta deliberada e estrutural de coordenação política que abandona as pessoas em perigo no Mediterrâneo por horas, dias ou até semanas sem assistência. 

Desde o início do ano, 5.650 pessoas foram interceptadas e devolvidas à força para a Líbia, como parte de um acordo bilateral financiado e facilitado pela União Europeia (UE), enquanto os navios civis de busca e salvamento – incluindo o Sea-Watch 3 e o Ocean Viking – são sistematicamente bloqueados nos portos italianos com base em detalhes técnicos frágeis. Enquanto a criminalização continua, o resgate civil no mar desfruta de amplo apoio social. Um desses apoiadores é o United4Rescue, que ajudou o Sea-Watch 4 a ser comprado e agora é colocado em operação. Fundada por iniciativa da Igreja Protestante na Alemanha em dezembro de 2019, a coalizão agora se estende muito além dos limites da igreja e tem mais de 500 membros.

Sobre a colaboração

O antigo navio de pesquisa oceanográfica Poseidon, agora renomeado Sea-Watch 4, foi comprado em fevereiro pela Sea-Watch e pela coalizão United4Rescue, liderada pela Igreja Protestante na Alemanha. Desde então, foi reformado para operações de busca e salvamento no mar Mediterrâneo central. Médicos Sem Fronteiras, cuja seção alemã também é apoiadora do United4Rescue, fornecerá assistência médica e humanitária a bordo do Sea-Watch 4. MSF fará parte da equipe médica de quatro pessoas, incluindo médico e obstetriz, ao lado de duas equipes de comunicação e Advocacy, enquanto a Sea-Watch dirige o navio e as operações de resgate com uma equipe parcialmente voluntária de 21 pessoas. MSF é responsável por fornecer atendimento médico de emergência, que inclui a administração da clínica do navio. Sea-Watch e MSF fornecerão juntas assistência humanitária, como abastecimento de alimentos e itens essenciais, além de identificar pessoas particularmente vulneráveis.

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