Responsabilidade e Virtuosidades

Retomamos o quadro Virtuosidades, que tenho desenvolvido através de entrevistas, principalmente no último ano, trazido várias experiências, várias práticas, que demonstram que a prática de atitudes responsáveis e virtuosas, que sejam alinhadas com os paradigmas do modelo que eu tenho preconizado e tentado disseminar através do NomuseLocus, e através também da TE Academia, que é a máster do NomuseLocus, do canal e do portal informativo. E aí a proposta é desenvolver estudos, dando complemento aos estudos que eu desenvolvi, que apresentei com o meu livro há três anos. E aí o quadro Virtuosidades a gente vai trazer, a partir desse ano, conceitos.

Ele está sobre a minha responsabilidade e a proposta não bate bola aqui, eu mais falando para vocês e depois vocês me trazendo de retorno as avaliações, as propostas, o pensamento, as ideias, as críticas, principalmente, a gente venha trazendo novas perspectivas. O NomuseLocus vai ser composto a partir de abril, de três quadros, cada um deles com uma edição mensal, o meu começa com uma edição mensal, como eu comentei, refalando do que é esse conceito de virtuosidades dentro da reputação, reputação individual, reputação corporativa, reputação organizacional e reputação social, quando a gente fala de coletivos diversos. E o quadro da Cristina Alves, que é o toque competência dentro, falando também do desenvolvimento de competências, de lideranças, de funções, de profissões, da atuação profissional dentro do universo de conhecimento no qual nós estamos inseridos, que é a gestão, o marketing, a gestão de marcas e o processo comunicacional de organizações.

E também o quadro que provavelmente na próxima semana começa, que é o Insight Virtuosos, liderado pela professora Tatiana Mazzei, uma publicitária que atua muito também no mercado, é professora universitária, estudiosa, principalmente desse momento de transação da tecnologia, envolvendo novos paradigmas que vão implicar necessariamente na vida humana, no futuro, já implica hoje, os limites da ética no desenvolvimento dessas tecnologias e dessas novas ferramentas, é um universo também que eu atuo já há muitos anos e acompanhei, tive a grata satisfação ou por sorte, ou por perspectiva daquele momento histórico, eu comecei, caí de quatro logo no início da minha carreira, há quase 40 anos, no universo da tecnologia, da informação, como se conceitua hoje, mas naquela época, nos anos 80, era a informática, que já se trazia alguns conceitos também de perspectiva de inteligência artificial, mas que era muito embrionária ainda, mas que hoje já é uma realidade, parecia ficção, mas isso é factível, então a Tati vai empreender nesse universo e cada mês terá uma edição de cada quadro, seguido de artigos. O meu, como eu já expus, é o Virtuosidades. Então, eu vou trazer os conceitos de cada variável que está dentro do modelo de gestão reputacional virtuoso, que eu desenvolvi, que tenho trazido, e o primeiro deles é o ano passado, nós soltamos uma edição, a primeira edição da revista temática NomuseLocus, e foi um estudo, uma pesquisa, seguida de artigos e conceitos sobre respeito, foi muito, teve uma excelente receptividade, nós promovemos no encontro, e a segunda edição temática provavelmente deve estar saindo ainda nesse semestre, e logo em breve vocês começarem a pensar esse quadro em 2021, eu trouxe para vocês o conceito de responsabilidade, e a semana que vem eu dou um toque a respeito do artigo que vai estar disponível, explorando melhor esse conceito, e a proposta aqui do quadro, de cada um dos quadros é a gente ter uma reflexão mútua a partir do conceito teórico e trazer perspectivas para vocês de fatos que estão ocorrendo no cotidiano da vida de todos nós, e a responsabilidade aqui, do meu ponto de vista, ela é extremamente pontual, extremamente importante para que nós possamos refletir a respeito do que significa ser responsável, do que significa responsabilidade, não é uma responsabilidade do ponto de vista do compromisso estabelecido na unidade familiar, quando você tem um filho, você tem a responsabilidade de criá-lo, de dar os seus paradigmas de valores e também de sustentá-lo, é a sua responsabilidade no cumprimento de leis, é sua responsabilidade também para consigo mesmo, afinal, qualquer dano que você efetue ou uma fala que você exponha, um ato que você, um comportamento que você desenvolva, isso vai ser prejudicial a si mesmo, então, a gente começa pelo conceito de responsabilidade a partir da consciência do dano que qualquer fala e qualquer atitude ou qualquer comportamento que seja danoso, vicioso, que é o contrário das virtudes, vai ser o maior prejudicado, o maior dano que vai ser provocado vai ser a mim ou a você, individualmente.

Então, vamos começar aqui pelo significado do que é responsabilidade segundo os dicionários, eles preconizam o seguinte, que responsabilidade é uma obrigação de responder pelas ações próprias ou dos outros, quando se coloca dos outros, sempre vai partir de você, se você tem uma atitude, um comportamento que implica num dano ou um vício seu que vai ter um respaldo em qualquer outro ser humano ou em qualquer outro ser ou qualquer outra vida, então, essa consciência é imprescindível individualmente. Quando você, por um vício que foi adquirido, que você tenha, e você tenha consciência de que esse vício pode gerar um dano, seja para a sua saúde ou seja para a sua boa relação mantida com seus familiares, com seus amigos ou com os seus colegas de trabalho ou mesmo com o coletivo onde está a sua relação social, essa consciência do dano provocado, isso precisa ficar muito claro, porque aí a responsabilidade é individual. Eu tenho consciência de que esse vício vai me prejudicar, então eu vou assumi-lo e vou deixar isso claro e transparente, de que com essa consciência eu vou ser responsável pelos danos eventuais que eu provocarei a mim mesmo e eu tenho que ter consciência que esse vício vai danificar minha saúde, mas eu tenho a consciência dessa minha responsabilidade e vou assumir esse dano no futuro.

Então, parte daí. Agora, quando essa consciência do dano a ser provocado e quando você passa a ter convívio e relações com o outro, aí complica, porque quando você assume um vício e um dano para si mesmo, é uma coisa, só você vai ser prejudicado, só você vai ter a consequência do dano provocado, mas quando você começa a levar esse seu vício ou essa consciência ou não-consciência e insiste no dano, e isso tem implicação de um dano, ele se estende para um outro, seja para o seu filho, seja para um amigo ou para um desconhecido, mas ele é um outro, aí complica. E é nesse momento que muitos não assumem.

E qual é a postura mais convencional? A responsabilidade não é minha, é dele, azar é dele. Eu gosto de fumar. Se eu fumo num ambiente que é proibido, eu vou continuar insistindo? Não, dane-se o outro.

Ou então, mas nesse momento que você assume esse comportamento de dane-se o outro, você também tem que assumir essa responsabilidade, porque o ato que você teve e assumiu o seu comportamento de dane-se o outro, isso tem implicações. E aí entra o segundo conceito, que a gente vai além do caráter ou além do dano moral. Aí tem a lei, aí entra no universo social, quando tem o coletivo, você entra no conceito que é a norma social.

E a norma social é preconizada e representada pela lei, que é a representação de uma norma que organiza a boa convivência social. Aí está presente a justiça e o direito. Por isso que no modelo de reputação virtuosa, existe uma balança que equilibra, eventualmente, se um ser humano ou uma organização chega a esse ponto de reputação e começa a formar esse círculo virtuoso, que eu denomino, mas o equilíbrio desse círculo é a justiça e o respeito.

Então, o que vai equilibrar isso? A justiça e a consciência individual do respeito, do autodesenvolvimento em relação à virtude do respeito, para que eu eleve a minha qualidade de chegar a ser um ser identificado como reputado virtuoso e que integra. Se ele integra, ele passa a fazer parte desse círculo virtuoso, que vai disseminar uma série de novas variáveis e novos indicadores. Mas isso a gente deixa para um segundo quadro.

Vamos voltar à questão da responsabilidade. Então, do ponto de vista individual, tem isso. Eu preciso ter consciência de um vício, que é o contrário da virtude.

Eu preciso ter consciência de que aquele meu comportamento pode vir a ter consequência para o outro, mas eu tenho consequência e eu insisto nesse comportamento e nessa atitude, porque para mim é o que é correto, mas eu preciso assumir e trazer essa responsabilidade pelo dano. Aí eu tenho duas implicações. Eu tenho a questão do meu caráter, que aí ele vai ser percebido como um caráter vicioso, presta atenção, e tem a questão da responsabilidade civil, porque se esse meu ato passa a ser danoso para aquele coletivo social, eu tenho que ter a consciência de que existe uma norma que vai me qualificar como um sujeito que infringe a norma e aí eu tenho uma característica da responsabilidade penal e civil que eu tenho que assumir, eu vou ter que pagar por esse dano, mas eu tenho consciência, eu assumi essa minha responsabilidade, que eu vou provocar um dano.

Aí quando eu chego, por exemplo, vamos voltar para esse caso que ocorreu, que deixou todos nós estarrecidos. Aí tem uma série de avaliações e reflexões que, de repente, a gente pode trazer para um outro quadro o caso do crime do menino Henry. Então esse sujeito e essas mães que cometeram, eventualmente, a gente não tem prova, mas que cometeram esse dano com essa criança que é indefesa, então aí a gente tem diversos níveis de responsabilidade.

Então entra a questão do caráter, entra a questão da avaliação dos valores e aí tem uma série de implicações a serem colocadas, tem uma questão da moral e tem uma questão da responsabilidade civil e da responsabilidade penal. Então se o meu caráter, e eu assumi que o meu caráter provocar dano de forma violenta, inclusive em relação ao indefeso, um indefeso que não teve condições de se defender, não teve amparo nem legal, nem civil, não teve amparo moral, não teve amparo de responsabilidade dos seus tutores, quer dizer, ele foi totalmente um processo aí que a gente pode estar falando de responsabilidade inexistente e também extremamente viciosa. Aí é uma análise de evolução, de processo, de sistema que não nos cabe.

E aí voltando para o termo responsabilidade, eu queria trazer para você que vai além, eu acho que aí ficou bem claro, vamos analisar a questão do nosso contexto atual, que eu gostaria de trazer sobre dois prismas. Onde vai ir? Ambos estão, a questão do comportamento, das atitudes e dos atos que se tomam, que de repente para o sujeito é natural, faz parte da sua formação moral, faz parte da sua história de vida, ele vivenciou esse desrespeito ao longo da vida, ele não experimentou práticas, exemplos, ele não experimentou, não gerou, não foi formado para que ele desenvolvesse como valor a responsabilidade. Então esse adulto vai ser, o caráter dele foi formado aí entre questões da psicologia, dos psicólogos, da psicanálise que trabalha muito isso.

Então se esse sujeito ao longo de uma história, na primeira infância, ele não vivenciou, ele não foi gerado a ele o valor responsabilidade, isso é lógico que o caráter desse sujeito como adulto vai ser um sujeito extremamente vicioso, pode vir a ser. Eu não posso afirmar porque eu não sou profissional e não sou estudiosa na área de psicologia, mas são o que os teóricos apontam, inclusive com respeito, foi muito bem apontado, ou seja, se você não exerce essa responsabilidade, se o sujeito não foi educado dentro de certas regras, de certas normas sociais e morais, ele vai ser constituído com a identidade de um ser irresponsável. E aí chega um processo que ele vai, chega a um patamar da vida dele que ele vai ter que construir essa responsabilidade.

De que forma? Num ambiente onde isso seja imposto. Então a gente entra numa questão da prática num ambiente de trabalho, de uma empresa ou de uma organização, e sujeito ao longo da vida, ele não praticou, ele não exerceu, ele não valorou esse conceito da responsabilidade, como ele vai ser induzido? Ele vai ser induzido pela educação, pelas normas que ele vai ter que ser subordinado dentro daquele ambiente e de um código de conduta que vai lhe dizer que dentro daquele espaço organizacional a conduta permitida e correta é aquela. Então ele vai ter que desenvolver por bem ou por mal essa consciência.

Agora vamos ver um convívio de uma pandemia que nos colocou em suspensão. Qual é a minha responsabilidade como ser ao não usar máscara? E qual a minha consciência em nem acreditar que se eu não me isolar ou se eu não me preocupar comigo mesma, eu não acreditar dentro das normas e das regras que a ciência está colocando para mim, então eu tenho que assumir essa responsabilidade. Pelo dano que eu vou provocar a mim mesma, que é aquele papo inicial que nós colocamos.

Então eu tenho que ter essa consciência de que se eu não acredito é uma consciência minha, é o critério que eu vou adotar para mim mesmo e ter essa responsabilidade com relação ao dano que eu vou provocar à minha saúde e ao risco que eu estarei vivenciando e não adotar essas regras que são colocadas, são postas como corretas e protetivas. Agora vamos pensar na minha responsabilidade para com o outro. Qual é a minha responsabilidade quando eu saio no convívio social, eu não utilizo máscara, que é uma regra já dada, e aí eu tenho que ter a responsabilidade que ao assumir esse ato de uma regra que foi posta, eu posso estar sujeito a penalidades impostas pela lei, concorda? É isso.

Então qual é a minha responsabilidade individual e moral em assumir um comportamento que não é tido como responsável e prejudicar o outro? Aí eu tenho que desenvolver como adulto e tenho que ensinar uma criança ou um jovem de quais são os danos que ele pode provocar o outro. Então esse é o conceito que a gente tem que vivenciar e se conscientizar. A responsabilidade está em si mesmo e quando parte a execução de uma relação, seja de trabalho ou social, eu tenho que desenvolver essa prática e tenho que me conscientizar, porque afinal o equilíbrio natural, o equilíbrio da vida passa por um ciclo virtuoso onde todos são integrados e qualquer ato, qualquer fala que eu exponha, ela vai ter implicações não para mim, mas também para o outro.

E aí no segundo aspecto que eu gostaria de trazer aqui para uma reflexão minha e sua é com relação ao ambiente político, ao ambiente social em que o Brasil se encontra. Tantas falas irresponsáveis, veja bem, irresponsável não estou acusando, eu estou apontando um conceito do que significa responsabilidade. Então significa o quê? Quando um gestor público que foi eleito, foi lhe dado a chance, o poder de representar a um grupo de cidadãos que o elegeram, o colocaram lá, ele não está ali porque ele simplesmente quis estar.

Quem o colocou foi um conjunto da sociedade que acreditou no que ele faz. Então essa responsabilidade precisa ser desenvolvida em relação a qualquer gestor, seja ele no ambiente de uma empresa, de uma organização ou na gestão de um bem público ou de um país. Então se a minha fala implica em comportamentos que são percebidos por essa sociedade como imorais ou como viciosos, vamos falar dessa forma, contrário das virtudes, então significa que a responsabilidade precisa, do ponto de vista moral, civil e dentro de um regimento jurídico precisa ser penalizado, porque todo ato tem suas consequências e o respeito, o equilíbrio de respeito passa por dois aspectos, por aquele processo como eu comentei anteriormente de vivência ao longo de uma vida, de experiência, mas também pelo respeito em relação ao outro, porque se eu o ofendo, se eu desconsidero e se eu avalio o outro de acordo com os meus parâmetros e a minha vivência, a minha experimentação ao longo de uma vida, eu não estou sendo respeitoso e não estou sendo justo.

Então outro aspecto é a questão do universo das tecnologias, que é uma grande discussão, em que medida eu tendo acesso a um volume imenso de possibilidades de emissão de opiniões, de falas, eu tenho que desenvolver essa responsabilidade em relação ao que eu estou preconizando, em relação ao que eu emito de opinião, aos meus paradigmas. Então eu tenho que desenvolver essa consciência que a responsabilidade está para mim, não apenas no cumprimento das leis e nas consequências para mim mesmo, mas nas consequências para todo o universo social do qual eu sou líder. Então uma palavra, um gestor de um departamento, de uma empresa, qual é a função dele além de exigir o cumprimento daquelas responsabilidades funcionais, de resultados, de cumprimento de metas dentro do seu departamento e de todo um conjunto de uma organização, e também dentro daquele código que é colocado como certo e errado, como conduta ética ou não ética, dentro dos limites da fala que cada indivíduo tem.

Então a responsabilidade passa por todos esses aspectos. Dentro do conceito de uma organização, qual é o maior desafio? O desafio maior… Merda, viu? Puta que pariu, não consigo! Pois não? Oi, quem é? Quem é? Quem é? Ah! Bem perdido no trabalho, tranquilo. E agora tem que ficar feliz, né, baby? Ah! E agora não.

Então, dentro do universo de uma empresa, a responsabilidade é só com ela mesma? Não. A empresa é um ator dentro de um ambiente social. Ela interfere.

Então a responsabilidade dela como organismo, como ator desse ambiente social, dentro desse país, da cidade onde ela está instalada, são dois. Primeiro, responsabilidade com a eficiência do seu negócio, porque afinal de contas ela é uma empresa capitalista e a essência dela é o lucro. Então ela precisa dar retorno financeiro para os seus acionistas, aos investidores, independente do tamanho que ela seja, pequena, média, grande, micro, enfim, ela precisa dar, ela tem que ter o compromisso na geração de lucro, mas como geradora de lucro, ela tem o compromisso e a responsabilidade também de dar um retorno do ponto de vista da permissão que o Estado deu a ela de existir, de colocar a sua ação naquele ambiente social e por isso mesmo, gerando lucro, ela tem a responsabilidade de gerar riqueza.

E como ela gera riqueza, aí arredunda em segundo aspecto de responsabilidade que é a geração de renda para aquela população. Isso implica o quê? Gerar trabalho, viabilizar empregos, independente da forma como ela vai viabilizar isso. Então, e aí indo além, dentro das normas que nos últimos anos estão sendo colocadas, ela tem que ter o compromisso de oferecer um serviço de qualidade para os seus clientes, ter um compromisso dialógico de receber e dar resposta para esse mercado onde ela está atuando e tem a responsabilidade também de ser agente de transformação e evolução dentro daquele ambiente social.

Então, imagina uma organização que está passando por inúmeras dificuldades dentro dessa realidade de pandemia, qual é a responsabilidade dela dentro de um ambiente social em que ela, infelizmente, não pode gerar muitas vezes emprego, ela não pode, não tem condições exatamente pelos recursos que não lhe são disponibilizados.

Transcrito em TurboScribe.ai

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