Locus

Post com a foto de Geraldo Soares
Locus

Mercado, ativos de valor, equidade e outras virtudes

Em um bate papo estimulante, o Superintende de RI de um dos maiores grupos financeiros da America Latina, voz presente no mercado de capitais. Referência quando o tema é etica, conduta nesse espaço, Geraldo Soares é alem disso e mais, um ser humano especial. Veja o bate papo com nossa editora, no canal NomuseLocus no quadro Locus Vituosos, disponível aqui e no nosso canal no youtube.

Empresas aderem ao RE100 e investem pesado em energia renovável
Locus, Nomus, Sustentabilidade

Empresas aderem ao RE100 e investem pesado em energia renovável

Para alcançar a emissão zero de carbono até 2040, e produzir energia 100% renovável, as empresas estão enfrentando o mercado e as barreiras políticas que impedem as mudanças do setor em busca de energia renovável. A busca crescente de energia limpa, aumentou exponencialmente o mercado de energia eólica e solar pelo mundo. O Google, da Alphabet, fechou a compra de mais de 3 gigawatts de usinas de energia limpa em todo o mundo, e lidera o ranking de maior comprador corporativo de energia renovável. A Tetra Park, por meio de hidrelétricas já usa energia 100% renovável no Brasil, já América do Norte, Europa e Ásia, para atingir a meta até 2030, a empresa pretende introduzir centrais de “minigeração” de energia, principalmente solar, estima-se mais de 40 plantas da companhia no mundo. O Acer Group criou a plataforma “Earthion”, que une soluções inovadoras e integradas com o apoio de funcionários e parceiros da cadeia de suprimentos. Para isso, o grupo definiu metas de redução de carbono através da gestão de energia e uso de energia verde. O grupo instalou em alguns lugares painéis solares com o objetivo de gerar sua própria energia elétrica solar. Em 2020 ─ O Acer Group de modo simultâneo com suas operações globais e subsidiárias atingiram com êxito o objetivo de reduzir suas emissões de carbono em 60% em todo o mundo; no mesmo ano – também atingiu a marca de 44% de uso de energia renovável. A mudança de comportamento e comprometimento dos colaboradores e parceiros da cadeia de suprimentos têm sido a força motriz para a empresa levar os compromissos ambientais adiante. E um deles, é a “Earthion”, que surgiu da combinação das palavras “earth + mission” (em português significa, terra e missão). Esse nome foi criado para representar a sua responsabilidade de enfrentar os desafios ambientais por meio de soluções inovadoras e sustentáveis. A proposta Earthion é de empresa responsável e cidadã corporativa que luta contra os impactos das mudanças climáticas e da exclusão digital cada vez mais urgente. Desta iniciativa nasceu o Project Humanity que tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a intensificação das questões globais, e encorajar cada funcionário da Acer a contribuir para mudanças positivas. O arcabouço dessa mudança foi a economia de 8.750 kg de poupa de papel e a redução de 20 milhões de sacolas plásticas na produção de notebooks em 2020. Dentre as atividades internas da Acer, mais de 50 toneladas de baterias foram recicladas. Essa iniciativa da plataforma Earthion resultou na criação de um notebook totalmente desenvolvido na sustentabilidade. O Acer Aspire Vero é um notebook fabricado com plástico reciclado usado em todo o chassi e nas teclas do dispositivo. A embalagem é feita com 80-85% de poupa de papel reciclada. A bolsa do laptop e a folha entre o teclado e a tela contém papel 100% reciclado industrial.

Fundo Malala disponibiliza indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI)
Locus, Virtuosidades

Fundo Malala disponibiliza indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI)

Com o apoio do SAS, líder global em analytics, a Instituição disponibiliza o Indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI, na sigla em inglês), divulgado anualmente, o Fundo Malalae tem conseguido ampliar a capacidade da métrica ao identificar os riscos das mudanças climáticas no processo educacional de jovens mulheres a partir do auxílio da plataforma analítica do SAS. O índice leva em consideração informações educacionais, como taxas de conclusão de nível escolar e fatores ambientais – incluindo a probabilidade de inundações, tsunamis e terremotos em cada país. Com base nessas informações, a instituição fornecerá subsídios para que entidades públicas e privadas promovam políticas destinadas ao aprimoramento de resultados educacionais. Ao aperfeiçoar o GECI com informações preditivas de mudanças climáticas, o Fundo Malala tem acesso a dados cruciais para endereçar os desafios que meninas de diversos países enfrentam no processo de educação. A organização estima que, neste ano, eventos relacionados ao clima serão responsáveis por privar da conclusão da jornada educacional pelo menos quatro milhões de meninas em países de renda baixa e média-baixa.  Se essa tendência continuar e nada for feito, até 2025 esse número passará para ao menos 12,5 milhões. Com essas informações, a instituição pretende dialogar com setores governamentais e empresariais na formulação de políticas sobre como dirigir apoio técnico e financeiro para a adaptação climática, buscando melhores resultados na educação. “Nosso mais recente relatório confirma que a educação de meninas é uma das estratégias mais poderosas para mitigar o impacto da mudança climática”, afirmou Naomi Nyamweya, chefe de Pesquisa do Fundo Malala. “Porém, como é demonstrado nesse projeto de dados com o SAS, eventos relacionados ao clima estão impedindo milhões de meninas de aprender. Para criar um futuro mais verde e mais justo para todos nós, precisamos de líderes que tomem medidas urgentes referentes ao clima no apoio à educação.” O último relatório disponibilizado pelo Fundo Malala jogou luz também sobre a situação das mudanças climáticas em países como o Brasil, que no passado recente constou como uma das nações em desenvolvimento que mais emitiram gases de carbono responsáveis pelos efeitos das mudanças climáticas. O GECI deste ano mostrou, ainda, que a região da África Subsaariana, a menos responsável pela atual crise climática, é a que mais sofre com os desafios relacionados às vulnerabilidades do clima.  Juntos, esses e outros países contam com mais de 280 milhões de jovens mulheres em idade escolar. O Fundo Malala planeja usar as informações coletadas com o apoio da plataforma de analytics do SAS para encorajar ações por parte dos líderes que estarão presentes na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021 (também conhecida como COP26), a ser realizada em novembro na cidade de Glasgow. Além disso, a instituição pretende reforçar seu papel de atuação, trazendo a importância da educação para a discussão sobre a mudança climática global.   Informações adicionais, acesse aqui! #responsabilidadeambiental #educaçãodemeninas #desafiosdomilênio #sustentabilidade #virtuosidadesorganizacionais #reputaçãovirtuosaorganizacional

Democratização de investimento em startups e fomento a ciclos virtuosos de valor
Locus

Democratização de investimento em startups e fomento a ciclos virtuosos de valor

A expansão da integração da cadeia produtiva e do mercado em rede, o maior acesso e barateamento do acesso aos recursos de infraestrutura de rede, bem como a intensificação do uso nos processos de vida do indivíduo vinha possibilitando a expansão de negócios digitais. A pandemia só incrementou e direcionou o olhar de investidores para o imenso potencial de crescimento deste setor. O covid pegou o mundo de surpresa. Em 2020, no início da pandemia levou-se apenas 15 dias para o mercado de ações dos EUA despencar (uma queda de 20% em relação ao seu pico) – o declínio mais rápido de todos os tempos. Em relação ao emprego, os dados, de acordo com o artigo “Impactos da pandemia do Covid-19 na economia brasileira”, professor Paulo Ricardo S. Oliveira, Doutor em Desenvolvimento Econômico (IE-UNICAMP), Professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Economista do Observatório PUC-Campinas, mais recentes apontam que a taxa de desocupação vem crescendo desde maio/2020, quando estava em 10,5%, e atingiu o ponto máximo do período no final de julho/2020, quando chegou a 13,7%. Com a crise sanitária e a incapacidade do sistema econômico em gerar renda e inclusão, o cenário a intensificação do uso da tecnologia como ferramental para mudança do cenário nos próximos anos só reafirmou-se. Porém, muito ainda precisa ser implementado para que esse cenário possa ser uma realidade no Brasil. De acordo com a edição 2020 do Índice de Viabilidade Digital (IVD), um ranking anual que enumera os países que têm melhores condições de auxiliar novas empresas digitais a prosperar, o Brasil, embora tenha subido duas pontuações, perdeu cinco posições em relação ao ano anterior, ficando em 64º lugar — bem longe do Top 40, que é o grupo considerado “mais saudável” para a inovação e empreendedorismo na internet. Enquanto no Brasil tem média de 67,5 internautas por 100 pessoas e 0,3 servidor seguro por 100 pessoas, o Chile destaca-se com 82,3 internautas por 100 pessoas. Em estudo publicado nos anos 90 (exatamente em 1995, na edição digital da Lua Nova: Revista de Cultura e Política, o professor Doutor André Urani, da Faculdade de Economia e Administração da UFRJ e pesquisador do DIPES-IPEA, no artigo “ “Crescimento e geração  de Renda no Brasil”, contestava a opinião corrente no Brasil, entre economistas e analistas políticos, e defendia que o crescimento econômico já não podia mais ser visto como uma condição suficiente, e sequer necessária, para a geração de emprego e renda no Brasil; e, reciprocamente, que a geração de emprego e renda tampouco o é para o desenvolvimento social – ele deveria ir além essas perspectivas. Nas décadas seguintes e no novo milênio esse cenário se firmou como real. “O Brasil foi um dos países que mais cresceram no século passado, sobretudo durante as três décadas e meia que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, quando o seu PIB total foi multiplicado por 11 e o seu produto industrial por 16. Este processo foi induzido por uma rápida industrialização via substituição de importações de clara inspiração cepalina, que culminou, na segunda metade da década de 70, na implantação dos setores de bens de capital e de bens intermediários, financiada (sobretudo neste último caso) por crescentes afluxos de poupança externa, mas perpetuou a realidade da forte desigualdade em termos de capital humano”, reforçava o pesquisador. A pandemia trouxe à tona, de maneira avassaladora essa realidade, basta ver os recentes dados divulgados pelo Ibre-Instituto Brasileiro de Economia da FGV, com o crescimento da taxa de desemprego subindo de 11,2% para 12,9% no primeiro trimestre, elevando de 12,3 para 13,6 milhões o número de desempregados.  O Instituto estima ainda que o número pode chegar a  17 milhões de desempregados, representando o pior momento para o mercado de trabalho brasileiro, superando a recessão da última década – segundo o IBGE, o recorde foi registrado em 2017, quando a população desempregada alcançou a marca de 14,1 milhões (13,7%).  E o que fazer? Na opinião da maioria dos especialistas o caminho é, como afirmei no início o incentivo ao empreendedorismo pelo uso intensivo dos recursos tecnológicos. Para isso é premente o investimento em capacitação e apoio a esses empreendedores. Como afirma o CEO da BMG UpTech, Rodolfo Santos, a tecnologia otimiza todos os processos; gera oportunidades, empregos e de forma mais sustentável. Ela ilustra um cenário incontestável, que é o investimento no empreendedorismo digital das denominadas startups para o crescimento econômico, geração, renda e riqueza nos próximos anos. De acordo com dados da Abstartups-Associação Brasileira de Startups, em 2015, o número de startups mapeadas no Brasil era de 4.451 e atualmente já existem mais de 12 mil empreendimentos digitais, com taxa média de crescimento da ordem de 26,75% ao ano.  Um cenário, de acordo com Rodolfo Santos, do BMG UpTech, braço do Grupo BMG que integrou-se à Bossa Nova Investimentos (microventure capital liderada pelos empreendedores João Kepler e Pierre Schurmann), que inverte toda a lógica de produção de capital do sistema econômico. Basta ver que em 2017 no mercado venture, cinco empresas eram do setor de tecnologia e já estavam listadas no mercado acionário norte-americano. Na América Latina, complementa o CEO da BMG UpTech, já temos uma empresa de tecnologia, brasileira, dentre as maiores do cone sul. Os novos negócios digitais, integrados e de expansão em rede, fomenta inúmeras oportunidades de negócios que são, destaca o jovem executivo, principalmente inclusivos e trazem uma nova cultura, focando na geração de outras oportunidades e posturas.  “Os novos empreendedores”, afirma Santos, “já são inclusivos, e o Brasil é um país que traz um perfil de empresário resiliente, diferenciado, pois ele já nasce em um contexto de desafios com carga tributária alta, dificuldade de investimento e uma mão-de obra que necessita readequar-se, capacitar-se para esse cenário futuro”. O BMG UpTech nasceu com a missão de democratizar o acesso ao investimento. Para isso, expôs Rodolfo Santos, em um bate papo super interessante e inspirador para todos os profissionais que desejam empreender, trazendo uma luz para o futuro, frente aos enormes desafios que todos teremos a

Liderança engajadora evento aberto da ChildFund para jovens
Locus

Liderança engajadora evento aberto da ChildFund para jovens

Em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) promovem amanhã (11/12), o evento “Liderança engajadora”, totalmente online e gratuito. A transmissão acontece pelo YouTube das entidades e contará com especialistas de relevância das áreas de Recursos Humanos e gestão. Será uma excelente oportunidade para os profissionais que desejam ampliar os conhecimentos acerca de temas importantes do atual cenário do mercado de trabalho e das práticas corporativas, que estão em constante transformação. Em especial, o papel dos líderes, que ganhou ainda mais relevância em tempos de pandemia e de crise global. Um dos palestrantes do evento será David Braga, autor do livro digital “Contratado ou Demitido – só depende de você”. Falando, pela primeira vez, também como membro do corpo docente convidado da FDC nas temáticas de gestão de pessoas, ele participa do painel “Liderança para os novos e atuais tempos”, às 10horas. Alem dele, Rogério Cher, diretor do Centro de Liderança da Fundação e o professor Paul Ferreira, comporão o debate, mediado pela gerente de RH da ChildFund, Joyce Mara, e pela gerente de Projetos da FDC, Maria Raquel Grassi Marques. As 14horas, Tracy Maylett, autor do livro “Magic” realiza a palestra “A força do engajamento social” (em inglês, com tradução simultânea) Serviço:  Data: Sexta-feira (11/12)Local: YouTube da FDC (/FundacãoDomCabral) e da ChildFund (/childfundbr)Horário: 10h: Painel “Liderança para os novos e atuais tempos” 14h: Palestra “A força do engajamento”, com Tracy Maylett

Muito além de um dilema das redes, um dilema ético
Locus, Virtuosidades

Muito além de um dilema das redes, um dilema ético

Antes de mais nada, me responda: você paga para utilizar suas redes sociais? Não, você não entendeu errado. Este é um questionamento meu sobre se você efetua algum tipo de pagamento para usar sites e plataformas tecnológicas como Google, Facebook, Twitter, Instagram e tantos outros que tomam parte do seu dia-a-dia, seja para produzir postagens sobre sua vida pessoal ou profissional, seja para acompanhar notícias, ou então para dar aquela espiada no que seus amigos andam fazendo de bom. Tenho quase certeza que a sua resposta foi NÃO. Creio até que alguns mais indignados dirão: CLARO QUE NÃO, IMAGINA!Então, tenho uma notícia meio chata para te dar. Você está completamente equivocado. Você paga e paga bem caro, sabia? Você pode não estar abrindo a carteira e inserindo os números do seu cartão de crédito como fazemos muitas vezes em um site de e-commerce, ou então para adquirir uma assinatura de algum portal de serviço, mas saiba que está pagando com algo muito mais valioso e muito mais interessante para estas gigantes de tecnologia: os seus dados. Ou seja, o novo petróleo. Está dando a eles todas as informações sobre você, que vão desde sua data e local de nascimento, até por onde anda, com quem anda, com quem fala e o que gosta. E não para por aí, viu? Se você ainda não assistiu este documentário dirigido por Jeff Orlowski e escrito por ele juntamente com Davis Coombe e Vickie Curtis, então te recomendo fortemente que o faça. E o faça com a devida atenção merecida para que possa compreender com exatidão a gravidade do assunto. Sem qualquer tipo de spoiler, saiba que haverá, de sua parte, perplexidade ao ouvir da boca de muitos profissionais, que vão desde CEO’s até designers éticos (sim, existe esta profissão!) que atuaram nestas gigantes da tecnologia e abandonaram seus cargos, justamente em função da não concordância de como tais empresas agem. Claro que não somos ingênuos por completo e que sabemos que de alguma forma nossos dados são utilizados como moeda de troca para que anunciantes possam localizar seus prospects e gerar leads, oferecendo seus produtos e serviços com muito mais assertividade e não há nenhum mal nisso. Afinal, quantas vezes não recebemos em nossos devices tais como laptops, tablets e smartphones ofertas interessantes sobre justamente aquilo que estamos buscando. Que mágica é essa? Como sabem que eu preciso disso? São algumas das perguntas que ficam. Isso porque muitos dados, muitos mesmo, alguns até desnecessários para nos alcançar como consumidores, mas que são dados relevantes e sensíveis sobre nós são coletados e é justamente aí que mora o perigo e porque precisam saber ou coletar isso? Para que necessitam deste tipo de informação? Essas são algumas das perguntas que devem ser feitas cada vez mais por todos nós – os usuários destes serviços tecnológicos. Não haveria problema algum em produzir tal coleta, desde que ficasse evidente e claro, qual o objetivo, bem como o uso e direcionamento dado às nossas informações. Mas não é isso o que acontece. Além disso, devemos assumir o ‘mea-culpa’, pois temos também responsabilidade neste processo, por duas razões mais evidentes: a primeira é utilizarmos aplicativos e serviços de tecnologia em nossos diversos ‘gadgets’ sem nem ao menos passar os olhos nos contratos de uso inerentes. Saímos dando “I agree” (eu concordo) em tudo, sem o menor cuidado. E a segunda envolve o fato de respondermos perguntas, darmos check-ins, entre tantas outras informações nossas, de forma gratuita e alimentada por nós mesmos – os usuários – para as empresas detentoras dessas soluções tecnológicas.  O único esforço delas é a coleta, processamento e o armazenamento dos dados. Neste ponto, a implementação recente da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, mostra-se importante e necessária. Não há problemas na coleta de dados dos usuários, desde que todos nós saibamos quais destas informações estão sendo coletadas, trabalhadas e repassados e que tudo isso seja feito com nossa devida autorização. A questão envolvida nesse processo é a total transparência e honestidade em todas as fases da relação mantida com o usuário. Há a necessidade, principalmente, da proteção dos chamados dados sensíveis, que por inúmeras vezes são coletados, porém sem qualquer tipo de utilização, mas que no caso de um vazamento pode redundar prejuízo à privacidade e segurança do indivíduo. Tais experiências digitais diárias vivenciadas por nós e que aparentemente soam como banais, tais como permitir notificações ou então aceitar as publicações sugeridas, são como iscas lançadas para a obtenção da atenção diária e muitas vezes, atrapalhando a produtividade. Quanto mais tempo estivermos conectados, muito mais informações são fornecidas a cada clique ou interação que fazemos. São informações detalhadas sobre gostos, hábitos dos mais variados e comportamento de consumo. Tais dados são coletados e organizados através de inteligência artificial (IA), com máquinas avançadíssimas que são norteadas por algoritmos e que vão mapeando ou porque não dizer, fazem uma tomografia completa sobre a nossa vida, analisando o tempo de permanência, o engajamento em alguma publicação, a interação com alguém, entre tantas outras possibilidades. É algo de dar mêdo! Se nossos dados não fossem algo tão valioso, certamente não haveria investimentos gigantescos em enormes servidores para armazená-los. E pasmem, muitas vezes até em submarinos são armazenados! É uma máquina potente. Uma engrenagem que funciona perfeitamente e muito bem azeitada, desde que as informações sobre os usuários sejam oferecidas corretamente aos anunciantes, que pagam milhões de dólares para divulgarem seus produtos, serviços e ideias a pessoas que executarão as ações pretendidas por eles, gerando assim um complexo e lucrativo círculo vicioso. E quanto mais tempo, estes usuários permanecerem interagindo, será melhor e mais efetivo o resultado, afinal ao saber mais sobre eles, mais efetivas serão as ações ofertadas e consequentemente também melhores os resultados. Se a privacidade não fosse algo tão importante, o próprio Mark Zuckerberg, do Facebook, não utilizaria proteção em seu laptop para acessos de sua webcam. Pois é meus amigos, há algo de muito podre no reino da tecnologia. E o principal disso

Microsoft Brasil anuncia Plano Mais Brasil e soluções em AI para inclusão de deficientes auditivos e visuais
Locus

Microsoft Brasil anuncia Plano Mais Brasil e soluções em AI para inclusão de deficientes auditivos e visuais

As ferramentas tecnológicas,  aplicativos, apresentadas utilizam de IA (Inteligência Artificial) em seu desenvolvimento. São elas o Seeing AI e o Sound Scape (para inclusão de cegos e deficientes auditivos). De acordo com o engenheiro da Microsoft, Henrique Malva, que apresentou as soluções em uma coletiva de imprensa online, “as tecnologias desenvolvidas nesse campo,  seguem o posicionamento recente da Companhia na sua área de desenvolvimento, de que elas devem adaptar-se ao usuário e os avanços nessa área  devem superar as deficiências e o esforço na sua utilização devem ser próximo ou igual a zero”, afirmou o executivo. A ideia explicou Malva, ~e de que elas representam nada mais do que a amplificação da inteligência do homem, possibilitando ir além do que tradicionalmente o homem fazia utilizando as TICs. Agora ele pode ir além. Nesse universo da Microsoft já investiu 25 milhões de dólares nos últimos cinco anos para dispor aos parceiros todas as possibilidades de desenvolvimento que permitam o empoderamento dos mais de 1 bilhão de pessoas com deficiência no mundo. Apenas no Brasil, de acordo com Alessandra Karine, vice-presidente de vendas para o setor público, educação e saúde e inclusão do Brasil, são cerca de 45 milhões de pessoas. Lançados no Brasil, em português do Brasil, as duas soluções de inclusão e acessibilidade para cegos e deficientes auditivos podem ser baixados gratuitamente para iOS, deixando por enquanto os usuários de outros sistemas e não usuários de smarthphones excluídos, por enquanto, segundo a Companhia. Um dos pontos ressaltado, na coletiva de imprensa, pelos executivos foi a questão ética, já respondendo a toda ‘a discussão em diversos campos de pesquisa e grupos de discussão sobre os limites e aplicações morais dos desenvolvimentos tecnológicos envolvendo a IA. Para Malva, a Microsoft adota o posicionamento, destacado pelas palavras do presidente global da empresa, Brad Smith, de que “a questão não é o que os computadores podem fazer, mas o que eles devem fazer”. Ou seja, subentende-se pelo discurso que o usuário deve estar no dominio, orientando e definindo os seus imite. Pontos que trazem muito campo para reflexões futuras. De qualquer forma, a iniciativa, de universalização do acesso ‘as tecnologias Microsoft merece receber os méritos para a abertura de novas possibilidade, acessos a uma parte da população mundial que não tem acesso a serviços, mobilidade, trabalho. Recursos e informações  técnicas podem ser obtidos diretamente no site da Companhia. #inclusão #acessibilidade #planomaisbrasilmicrosoft #responsabilidadesocial #microsoft #virtuosidadesemrpesariais #locusermpresarialvirtuoso #Inteligênicaartificial #reputaçãovirtuosaintegradora #tacademia #nomsuelocus

Educar financeiramente garante prosperidade e ciclos econômicos responsáveis no futuro
Locus

Educar financeiramente garante prosperidade e ciclos econômicos responsáveis no futuro

270 bilhões de reais equivale a 38% do PIB brasileiro, que em 2019 atingiu 7,3 trilhões de reais – representa um volume de recursos imenso. Muito da interpretação que se pode fazer em relação a esse cenário diz respeito à falta de experiência e formação em como usar e gerir o dinheiro. Dinheiro é um significado e a relação com ele pode ser positiva, engrandecedora, prazerosa ou nefasta, negativa. Do ponto de vista econômico, o dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), utilizado na compra de bens, serviços, da força de trabalho; gerado por divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras; emitido e controlado pelo governo de cada país – que é o único que tem essa atribuição. No universo da cognição humana, o dinheiro embute significados e representa produção de valor. Imaginem que, se o indivíduo não possui uma relação positiva com ele, a percepção que fica é de aversão e pode gerar comportamentos e atitudes de distanciamento, irresponsabilidade, descompromisso. Esse cenário, apresentado acima, pode representar, historicamente, uma cultura de descompromisso, desinteresse e ausência no ciclo de formação educacional do indivíduo, de conceitos de que o dinheiro é algo nefasto e a relação com ele pode passar a ser negativa. Talvez nessa formação esteja o cerne do contexto de inconsciência do comportamento individual e coletivo de irresponsabilidade na relação com a moeda do cenário atual no Brasil. Para levar a proposta de educar para o entendimento do significado do dinheiro,  da importância do entendimento do seu fluxo – econômico, social, Evandro Mello, um jovem empreendedor, de formação na área financeira criou o projeto “Multiplicando Sonhos”, que se transformou em uma entidade sem fins lucrativos e que leva às escolas públicas e aos jovens, o significado e a importância de entender e saber usar, relacionar-se com a moeda, o dinheiro. Nesse processo, de levar essa conscientização aos jovens, Evandro expõe que tem se defrontado com a barreira ideológica. “Ao entrar numa escola, o mais receptivo”, diz Evandro, “tem sido o jovem e são os grupos alocados nesse ambiente, com sua postura ideológica que mais têm impedido nossa entrada”, diz ele. O projeto, iniciado de maneira informal e que hoje já se consolida como instituição tem como meta ampliar-se para todo o território nacional. Em 2019 já conseguiu engajar mais de uma centena de jovens e este ano a ideia é fechar o ano com 12 escolas  envolvidas nessa formação. O projeto oferece um curso de conscientização financeira estruturado em 7 aulas, com uma hora cada, divididas na parte teórica e conceitual e em dinâmicas vivenciais com os jovens. A entrevista completa com Evandro Mello do “Multiplicando Sonhos” está no quadro Virtuosidades do canal NomuseLocus. . Assista! #virtuosidades, #multiplicandosonhos, #virtudes, #responsabilidade, #educaçãofinanceira, #reputaçãovirtuosaintegradora, #nomuselocus, #tacademia

Locus, Virtuosidades

Ação virtuosa que ajuda empreendedores a entender o processo de venda e relacionamento nas redes sociais

A mLabs, plataforma online de gestão de redes sociais para pequenos negócios, oferece um curso 100% gratuito que será lançado amanhã, quarta-feira. As aulas serão ministradas por Rafael Kiso, CMO da plataforma e um dos principais nomes da comunicação digital no Brasil. O curso é uma parceria com a Ton, solução de pagamentos completa da Stone, para o pequeno empreendedor. Não há limite de alunos, pois “a proposta é incluir e capacitar o maior número possível de microempreendedores, profissionais de comunicação e demais interessados para utilizarem as redes sociais como estratégia para alavancar seus negócios”, conta Kiso. Serão 16 aulas gravadas: “Panorama das Redes Sociais”, “Como identificar quem é seu cliente ideal”, “Como escolher suas redes sociais”, “Como pensar seu conteúdo”, “Como distribuir seu conteúdo”, “Como alcançar mais pessoas”, “Como interagir com o público”, “Como melhorar seus resultados” são alguns dos conteúdos que serão abordados no curso. O curso é ministrado pelo fundador da mLabs, Rafael Kiso, um empreendedor serial e possui outras empresas de sucesso na área, como por exemplo, uma agência de comunicação digital especializada em Mídias Sociais, com cases de sucesso comprovados. Rafael Kiso também foi vencedor do Prêmio ABRADI de Profissional Digital, na categoria Planejamento, obtendo o reconhecimento máximo do mercado sobre seu sólido conhecimento.  Para se inscrever basta acessar: https://www.vendamaispelasredessociais.com.br/ . Após finalizar o curso o aluno receberá um certificado de conclusão. #bondade #colaboração #virtuosidadesempresariais #empreendedorismo #redessociais #marketingdigital #mLabs #nomuselocus #tacademia #reputacõesvirtuosasintegradoras

Pimp my Carroça um projeto inspirador que se amplia com o Carroças do Futuro
Locus, Virtuosidades

Pimp my Carroça um projeto inspirador que se amplia com o Carroças do Futuro

No Brasil, existem cerca de 400 e 600 mil catadores que têm no lixo solido descartado pela sociedade sua principal fonte de renda.Destes, cerca de 30,3 mil estão em cooperativas e associações, segundo o Ipea. São eles os responsáveis por, em média, 90% da reciclagem no Brasil. Utilizam as carroças para armazenar e transportar o que recolhem nas ruas até um ecoponto ou ferro velho Com o esforço de parceiros o Pimp by Carroça tem conseguido empoderar essa comunidade. Porém, uma das maiores dificuldades desse profissionais é com o enorme esforço físico dedicado no transporte do volume de material que eles têm que recolher na quantidade suficiente para gerar uma quantidade de valor que os sustentem. Esse esforço demanda tempo, enorme esforço físico, que ao longo do tempo causa inúmeros problemas de saúdes. Diante desse contexto, o Movimento iniciou um projeto com o foco na redução desse esforço que propiciasse maior eficiência e produtividade no seu trabalho, com    a criação do projeto Carroças do Futuro. Ele cria triciclo e carroças motorizados e sustentáveis para catadores e visa melhorar a condição de trabalho e saúde desses profissionais, com o objetivo de desenvolver protótipos de carroças e triciclos elétricos que utilizem energia renovável como alternativa à tração humana. O objetivo é a criação de protótipos baseados no uso de energia renovável, com baixo custo e potencial de escalabilidade, de forma a prevenir e mitigar os problemas de saúde dos catadores, favorecendo também a geração de renda. Atualmente dois modelos de protótipos estão sendo trabalhados. Para um bate papo informal e inspirador, esteve no quadro Virtuosidade, coordenado pela editora e coordenador do #nomuselocus,  Ana Lúcia Alcântara Oshiro, com a coordenadora do projeto, Adriane Andrade. Assistam no nosso canal ou aqui, no link: https://youtu.be/3HyHCaFzUnY

Nossa Missão

O NomuseLocus compõe um projeto imparcial, autônomo, independente, multidisciplinar e integrador de formação e informação dos conceitos que sustentam a perspectiva da reputaçãovirtuosaintegradora, aglutinando perspectivas diversas no esforço de disseminar novas práticas, valores e ações virtuosas e integradoras que promovam o vem estar do indivíduo, da sociedade, visando a evolução e a prosperidade.

© 2018 – 2025 Todos os direitos reservados.
Nomus e Locus, uma iniciativa TAcademia, divisão da Taticacom.

Rolar para cima