Mentoring

Caio Infante
Mentoring

Empatia – da emoção para a ação

Para falar sobre empatia no mundo do RH, é preciso deixar claro que ela precisa existir desde o processo seletivo. Muitos candidatos a vagas de emprego das mais variadas áreas me procuram em minhas palestras para reclamar da falta de humanização por parte dos recrutadores. Leia o artigo e veja o Encontro no canal e acima, nesse portal. Muitos candidatos a vagas de emprego das mais variadas áreas me procuram em minhas palestras para reclamar da falta de humanização por parte dos recrutadores. Muitos deles, inclusive, desistem logo na primeira etapa do processo por causa disso.             Sem dúvida alguma, quando uma pessoa busca uma vaga de emprego, ela se encontra em uma situação fragilizada. Quem está desempregado, por exemplo, acumulando contas para pagar, acaba aceitando qualquer oportunidade de trabalho para sair do olho do furacão, o que não é bom profissionalmente. Existem, também, aqueles que, apesar de estarem empregados e com dinheiro, não estão felizes nas posições que ocupam. E tem também as pessoas que pertencem a um terceiro grupo formado por quem não está procurando emprego, mas é abordado por uma empresa e acaba aceitando um novo desafio. O Brasil é o País onde as pessoas mais se candidatam a vagas de emprego que não estão dentro do seu perfil a fim de uma mudança de carreira e, considerando este cenário e os três perfis que descrevi acima, começo dizendo que ter empatia não significa, ao contrário do que muitos RHs pensam, agir como tolo. É fato que os candidatos, em qualquer situação, cobram das empresas mais empatia não só durante o processo seletivo, mas, também, no dia a dia de trabalho. Independentemente de ser por conta de estar com sua saúde mental ou profissional abalada, estes profissionais querem ser ouvidos e, mais que isso, compreendidos e valorizados. A falta de retorno e feedback é uma das principais reclamações, mas, neste caso, o candidato também precisa ter empatia com o recrutador que recebe, por exemplo, mil currículos enviados para uma vaga em aberto. Dependendo do porte da empresa, seria preciso criar um Departamento de Feedback com 50 funcionários só para retornar candidatos às vagas disponíveis, o que é simplesmente inviável. Acredito muito em empatia e penso que a partir do momento em que a pessoa tem um contato humano mínimo com a empresa, ela deveria ser tratada com o mínimo de respeito e empatia recebendo um retorno do RH. Isso é importante, inclusive, porque os profissionais querem sair de um processo seletivo aprendendo alguma coisa, o que acontece quando eles param para pensar no porque não foram aprovadas. Do outro lado da mesa de uma entrevista presencial ou virtual existem sonhos, contas para pagar, a educação dos filhos, a viagem dos sonhos, a prestação da casa própria… Enfim, existem, ali, sonhos e coisas nas quais a pessoa está apostando e que, de repente, para o gestor ou para o recrutador, é só mais um candidato. Neste caso, é possível exercer empatia, por exemplo, lendo o currículo antes da entrevista para mostrar que sabe um pouco sobre a história do candidato, fazer perguntas e estar aberto a receber perguntas e não fazer outra coisa que tire a atenção durante a conversa. Já no dia a dia da empresa, o desafio é ainda maior, pois estamos falando de empatia para gerir talentos já contratados e que, em princípio, o empregador quer manter. Hoje a palavra mais importante do mercado de trabalho é flexibilidade, e não estou falando sobre home office ou semana de quatro dias – estou falando sobre entender, de verdade, por exemplo, os problemas pessoais que todos do time têm. É entender as situações da vida pessoal dos profissionais, pois não são só os gestores que podem priorizar saúde e trabalho em primeiro lugar – todos podem e devem fazer isso. É claro que tudo deve ser feito com moderação, sem abuso justamente para não confundir empatia com fazer papel de bobo, como falei anteriormente. Acho que o maior desafio é, justamente, saber ser flexível na medida certa. E para fechar o clico, temos que falar, também, sobre ter empatia no momento do desligamento de um colaborador. Fechar um ciclo quando apenas uma pessoa pensa assim nunca é fácil e é preciso manter o respeito e a empatia nesses momentos difíceis para um dos lados. Para isso, vale conversar francamente com o profissional que está sendo desligado contando os motivos da despensa e tentando oferecer algum tipo de auxílio, como estender o plano de saúde por um período ou oferecer um apoio de recolocação no mercado. O RH tem um papel fundamental diante de tudo isso, até mais que os gestores, do começo ao fim da jornada do profissional dentro da empresa, e isso não pode ser esquecido ou abocanhado pela sede de, no dia a dia, preencher vagas e efetuar contratações. Os profissionais de RH também são candidatos em suas carreiras e aí reclamam quando se deparam com falta de empatia. Já que se trata de uma dor conhecida, que tal fazer diferente e fazer diferença? *Caio Infante é formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM e possui MBA em Gestão Internacional pela University of Technology, em Sidney, na Austrália. Com carreira profissional desenvolvida na área de Negócios em agências de propaganda do País e do exterior, desde 2017 está na Radancy, hoje atuando como vice-presidente regional da agência. Caio também é um dos co-fundadores da Employer Branding Brasil, a maior comunidade sobre marcas empregadoras, com mais de 40 mil seguidores nas redes sociais.

Mirna Bartilloti
Mentoring

Você é talentosa. Já ouviu isso alguma vez na sua vida?

Algumas vezes, no passado, escutei essa frase, agradeci, mas parou aí. Atualmente não deixo passar. Agradeço e presto mais atenção quando escuto. Quando você se dedica muito prontamente sem pestanejar a algo, ou fica um tempo fazendo esse algo e nem percebeu, e mais ainda, quando esse talento faz bem para outra pessoa, aí, o ciclo se completa… Nesse momento, o talento sai do lado “glamuroso” e vai para o lado humano, praticado. Segundo Houaiss, talento, substantivo masculino, quer dizer, a capacidade inata ou adquirida. Para mim cada um de nós temos algum talento, um não, vários Outro dia, uma mentorada mencionou que com 7 anos já era presidente de uma instituição religiosa, liderança nata. Na passagem de Mateus sobre a Parábola dos Talentos, 25: 14-30, o papa Francisco em sua homilia no dia 16/11/2020 destaca “Às vezes pensamos que ser cristão é não fazer o mal, e não fazer o mal é bom. Mas não fazer o bem não é bom. Devemos fazer o bem, sair de nós mesmos e olhar, olhar para aqueles que mais precisam.” Talento bem usado faz um bem danado. Eugênio Mussak, fez um texto bem bacana sobre a diferença do Dom e Talento. Dom é um presente Divino e o Talento depende da força, do suor, do músculo, da determinação para ser aprimorado.  Logo, talento pode ser adquirido, e o dom pode ser simplesmente abandonado. Não me abandone, diria. No filme Encanto da Disney, Mirabel é a única que não recebeu um dom específico, mas à medida que a história desenrola, para salvar a casita, desponta nela uma característica, um talento especial que ajudará toda a família. Outra vez, aqui o talento pode também ser descoberto até numa situação de adversidade. Segundo Epicteto é necessário procurar saber quem somos e do que somos capazes. Epicteto alerta para não nos iludirmos tentar algo que não somos, atrofiando o nosso ser verdadeiro, que entendo para que evitemos os modismos – “O aperfeiçoamento de talentos pessoais depende de ser honesto consigo mesmo”. Uma recente pesquisa do instituto Gallup, comentada no podcast Entre Trampos e Barrancos do dia 31/01/2022, no Brasil destacam-se 3 talentos : Responsabilidade , Estudioso ( learner )  e Restauração. Responsabilidade ligado a integridade, o compromisso do fazer; o Estudioso, mais do que estudar gosta do processo de aprendizado e Restauração está diretamente relacionado a resolver problemas. Outros 112 países participaram, na Argentina destacou-se a capacidade de construir relacionamentos mais profundos, no Japão, a busca da perfeição e excelência e o empreendedorismo na China , USA, Canadá e Austrália.Segundo Yuri Trafane, o talento é o nosso jeito de ser, nos energiza. Descobrir um talento nosso é bacana, usar o talento para o bem do outro é maravilhoso. Desejo que você,  procure, ache, use e deixe o seu entorno melhor. Referências: Dicionário Houaiss Bíblia – Parábola dos Talentos – Mateus 25, 14:30 Eugênio Mussak – melhorrh.com.br – 30/05/2018. A arte de viver – Epicteto **A visào e as opinião dos articulistas não necessariamente refletem o ponto de vista do NomuseLocus, mas todos nossos parceiros e apoiadores e se coadunam a perspectivas das reputações virtuosas integradoras – conceito no qual está estruturado o projeto NomuseLocus/T.Academia. Contatos com a articulista podem ser feitos pelo email nomuselocus.@nomuselocus.com.br #virtudes #talento #desenvolvimentodetalentos #desenvolvimentohumano #desenvolvimentovirtuoso #reputação #reputaçõvirtuosaintegradora #ciclovirtuoso #tacademia  #mirnabartilotti

Mirna Bartilloti
Mentoring

Administrar o Tempo – o mais importante é o do relógio ou o da vida?

A administração do TEMPO tem sido um dos motivos de estudo e dedicação. Antes de lançar a minha marca como MENTORA E COACH de CARREIRA para EXECUTIVAS, fiz uma pesquisa para entender o mercado. A Administração do TEMPO foi uma das competências que as entrevistadas elencaram como importante para o desenvolvimento de uma carreira profissional. Este artigo é composto por três blocos: 1– Constatações, fatos e dados sobre o tempo. Como o TEMPO está inserido no nosso dia a dia e como ele nos desafia. Tenho certeza de que você conhece tudo que vou escrever e tem mais um monte para compartilhar. 2- TEMPO é arte. Aqui artistas geniais que cantam, pintam e fazem poemas com o TEMPO. Minha leitura, meu feeling é que todos eles tiveram mais TEMPO para si. 3 – Referências sobre o TEMPO – mistura de pensamentos filosóficos, artísticos, literários, e até de negócios. Usar tudo? Difícil, mas se pelo menos nos apropriarmos de uma delas, para reflexão, podemos nos engrandecer. Teremos mais TEMPO para escolher o que fazer. Que tal? Em TEMPO, veja também a conclusão de tudo que vi, li, senti sobre o TEMPO. Meu TEMPO, para o TEMPO. Boa leitura! Constatações sobre o TEMPO 1.Fiz uma pesquisa sobre a palavra TEMPO nos meus emails, a frase que mais encontrei…“Ainda dá tempo“; “Não perca tempo“. Já reparou a enxurrada de demandas que somos pressionadas a decidir e, rapidamente? Apaguei todas elas da minha caixa de entrada. 2.Daqui a pouco, nem o Dia das Crianças chegou, vamos ver árvores de Natal nas vitrines. Somos puxadas para viver o futuro. Nem acabou e já começou. E mais um ponto aqui, nem precisamos pensar no que comprar, a mídia digital está muito competente, você tem tudo em sua tela, sem pedir. Segundo pesquisa realizada pela agência We are Social, realizada em janeiro de 2021, o Brasil está em segundo lugar no tempo de uso da internet. São em média10h08 de uso diário. A média é de 6h54 (Jornal O Estado de S. Paulo, edição de 15/01/2022 ). Primeiro achei que li errado – 10h08? O que é isso? Distração de monte, que número maluco, “Jesuis”. 3.Há um ditado popular: Deus ajuda a quem cedo madruga. Meu ponto aqui, tem que ser cedo? Outro ponto aqui, quem cedo madruga dorme cedo, ou aproveita mais o TEMPO? 4.O dia continua tendo 24 horas. Fenômenos da natureza interferem para alguma mudança futura, mas hoje são 24 horas. O tempo e sua arte “…O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna”; Preciso me apressar” Clarice quer viver o presente, não quer viver do passado; ter a ilusão de que se pode viver do futuro. Tenho muita curiosidade de saber o que se passava na cabeça da Clarice nessa época, lindo isso! Relógios derretidos como camembert O TEMPO passa sem que possamos controlá-lo, vejo o tempo escorregando …” Haja surrealismo nisso! Tulipa Ruiz  – Efêmera: “Vou ficar mais um pouquinho, para ver se acontece alguma coisa nessa tarde de domingo. Congela o tempo pr’eu ficar devagarinho Com as coisas que eu gosto e que eu sei que são efêmeras E que passam perecíveis, que acabam Se despedem, mas eu nunca me esqueço…” Já congelei vários tempos… e passei fogo naqueles que não queria para mim. Referências sobre o TEMPO          Lucia Helena Galvão enfatiza que antes de pensar no TEMPO relógio, devemos saber aonde queremos chegar. Lucia cita um exemplo de uma viagem sem destino. Uma vida sem destino é uma vida fadada ao caos. Segue esse provérbio: “Quem vai ao mar, prepara-se em terra “ , acrescentaria … e saberá onde quer aportar. Segundo Sêneca, no livro Sobre a Brevidade da Vida, escrito entre os anos 49 e 55,  a ideia de que a vida é curta está equivocada, pois em verdade, damos importância às coisas erradas. A vida é longa o suficiente e nos foi dada generosamente para realização das mais altas empreitadas. Sêneca cita um exemplo de uma riqueza quando chega a um mau dono, a riqueza se perde num instante, enquanto um bom guardião cresce com o uso. Em resumo, Sêneca enfatiza que há uma diferença entre o tempo que passa e o tempo que vive. Profundo isso, não acham? Luciano Pires no seu programa Café Brasil, recita o texto de André Camargo ao som de Oração ao Tempo, de Caetano Veloso. TEMPO é o intervalo entre dois eventos e surpresa, não conseguimos ir além disso! Mas, o que está ali de fato entre os dois eventos? O Que é que preenche o intervalo? Podemos medir o tempo exato, mas a percepção desse intervalo, varia… varia com o assunto, com seu entusiasmo. Que tenhamos mais momentos para ficar entusiasmadas. Débora Zanelato, no seu texto de “Como ter mais TEMPO” descreve: “se o dia continuar tendo 24 horas, a gente pode encontrar caminhos para viver num compasso que nos traga mais satisfação e felicidade. Débora nos alerta para a “caixa de tarefas” que nos disciplina a fazer tudo depressa: almoço de 10 minutos, visita cronometrada aos pais, filhos e pais em descompasso no caminho a pé, três compromissos no mesmo sábado e todos seduzidos pela ideia da produtividade. Fazemos “um monte” e aí a pergunta, os momentos prazerosos que são o deleite da vida, como ficam? Dá para sentir algo nessa pressa? Dá TEMPO? Regina Gianetti destaca que o TEMPO voa para as atividades prazerosas e um minuto parece uma eternidade quando estamos passando por uma experiência desagradável. A percepção do TEMPO não está alinhada com o tempo de relógio. Estamos também, cada vez mais ocupados, e isso faz o tempo escorrer pelos dedos. O ponto aqui é com o que estamos ocupados? Na empresa, com o número de e-mails, com sistemas vários e complexos que devemos utilizar, com interações diversas. Temos mais atividades e interesses – em demasia. E aí o círculo vicioso está posto, a pressa de fazer com pressa, torna o TEMPO

Mirna Bartilloti
Mentoring

Felicidade no trabalho existe?

Um dia me perguntaram: “Você é feliz com a carreira que abraçou?”  Tinha consciência do privilégio que tinha por trabalhar na empresa em que trabalhava, mas não tinha parado para refletir o porquê. Estava eu, na área que desejava? Estava fazendo algo que vinha de minha alma? Estava trabalhando com temas que me interessavam de forma espontânea?   Revisitei o que tinha feito na faculdade, nas realizações da carreira executiva até então, tomei consciência das perspectivas que a empresa oferecia. Decidi mudar de área. Compartilhei a decisão com a minha liderança. Foi fácil o caminho? Não foi. Tinha 100% de certeza? Não. Fui estudar? Sim.  Valeu a pena? Valeu!  A felicidade no trabalho é a ligação da reflexão com a ação.  A reflexão é a sua história e o seu entorno; a ação faz parte da estratégia da sua carreira. Steve Jobs (1955–2011), em seu discurso aos alunos da Universidade de Stanford, em 2005, afirmou: “a única maneira de produzir um excelente trabalho é amar o que faz. Se você não encontrou o que ama, continue procurando, não se acomode”. Steve foi um, entre milhões. Ben Horowitz (1966), falou aos graduandos da Universidade de Columbia em 2015: “não siga as suas paixões. Primeiro porque é difícil priorizá-las, depois porque elas podem mudar ao longo do tempo e por fim, você pode amar algo, mas simplesmente não ser bom”. Ben Horowitz destaca que você encontre o que faz bem e invista nisso.  Ben é investidor. Artigo completo no link T.Academia – Artigos (tacademia.com.br. Contatos com a Articulista: tacademia@tacademia.com.br e nomuselocus@nomuselocus.com.br e nas suas redes sociais @mirnabartilloti. (*) Mirna Bartilotti –  Administradora de Empresas, Especialista em Recursos Humanos e Direito Empresarial, atua há 35 anos na área como gestora em empresas globais do segmento B2B e atualmente é Mentora e Coach de carreira para executivas, idealizadora do programa U N A, o programa estratégico de carreira. #felicidade #carreira  #carreiraexecutiva #mulher #estratégia #felicidadenotrabalho

Cris
Mentoring

O CHA da Motivação

Você sabia que a motivação é diferente para cada pessoa? Leia o artigo do mês da seção TALK Competências, capitaneado por Cristina Alves Lima e também assista aqui o vídeo. Como anda o seu “motivômetro”? E o da sua equipe? Já percebeu como a motivação ou a desmotivação pode ser contagiante? O que você deve fazer para manter-se motivado e motivar a sua equipe? Infelizmente, o “motivômetro”, aparelho para medir a motivação ainda não existe, mas neste artigo vou falar sobre o CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes) que irá ajudá-lo a administrar esta importante competência, essencial para bem-estar biológico, psicológico e social dos indivíduos e para o clima e resultados organizacionais. Para isso, é primordial que entendamos o que significa “motivação”, segundo Robbins (2005, p.132), a motivação pode ser definida como “o processo responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta”, ou seja, como a própria palavra sugere: trata-se de um motivo que leva à uma ação, esta definição está de acordo com o que Hersey &e Blanchard (1986, p. 17-19) explicam, segundo os autores, o comportamento humano é impulsionado pelo desejo de alcançar algum objetivo ou seja, “vontade de fazer as coisas”. Mas esta “vontade” vai depender dos “motivos”, ou seja, “das molas” que impulsionam à ação: as necessidades e os desejos. Portanto, podemos dizer que a motivação se inicia de forma intrínseca; é essa “carência” de algo que nos dá motivos para agirmos e que, sem isso, não haverá ânimo para alcançarmos um objetivo. Leia o artigo completo no site da t.academia.com.br, no link T.Academia – Artigos (tacademia.com.br)

Pessoas segurando o mundo
Mentoring, Sustentabilidade

Economia circular: lixo descartado por empresas ganha nova vida com ação sustentável

O modelo econômico sustentado nas práticas de extrair, produzir e desperdiçar da atualidade está atingindo seus limites. Diante deste cenário, a economia circular veio como uma alternativa para redefinir a noção de crescimento a todo custo mediado pelo modelo do consumo. Conheça a ação da Enel, o EcoEnel, oportunidade para professores e alunos. A transição para novas perspectiva de consumo de produtos que retorne à sua origem, de forma mais sustentável e equilibrada tem sido à tona dos últimos anos. Esse novo paradigma forma à transição para projetos que foquem no uso de energia renovável, desde a aquisição de matéria-prima para fabricação de produtos – na manufatura – e amplia-se para toda a cadeira de valor do sistema econômico – que já se comprova gerador de capital, mais natural e integrado ao social. Um ciclo de vida do produto envolve desde o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, assim como o consumo e a disposição final ao cliente. O modelo que gera a chamada ‘economia circular, baseia-se em três pilares: Esta preocupação com a readequação do modelo econômico adotado ate agora, de crescimento desenfreado e consumo e do descarte abusivo, sem respeito ao meio ambiente e dessintonizado com o bem estar social gerou inúmeras ações e projetos de adoção de novas práticas. Dentre estes destaca-se a parceria entre a ONU Meio Ambiente, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG) -, do projeto para aprimorar o processo de compras públicas sustentáveis no Brasil. No setor privado surgem inúmeros novos exemplos de práticas neste sentido, como o programa Ecoenel, da Enel Spa, distribuidora de energia elétrica em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Goiás. O Ecoenel, reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente foi o ponto de partida para enfrentar os desafios da implantação da Política Nacional de Resíduos (PNRS). As ações incluem: contrato firmado entre o setor público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a inserção da responsabilidade compartilhada do ciclo de vida do produto. O Programa Ecoenel que muitos usuários desconhecem, oferece descontos na conta de energia elétrica para clientes cadastrados residenciais que entregam coletas de materiais recicláveis como papel, plástico, metal, vidro e embalagens TetraPark nos pontos de coleta espalhados pela área de concessão da Enel Distribuição SP. Com a entrega periódica de resíduos sólidos recicláveis, os usuários podem até zerar o valor da conta. Recentemente, a Enel anunciou o projeto internacional do desafio global Play Energy 2021, voltado para estudantes na faixa de 14 e 20 anos e professores com o tema ‘Gestão Inteligente do Lixo’ de sete países: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Grécia, Itália e Peru poderão participar. Participantes menores de 18 anos devem estar sempre sob a supervisão de seus genitores ou responsáveis. Os participantes do projeto sobre sustentabilidade, economia circular e cidades circulares, precisam criar um produto com resíduos ou sucatas encontrados em casa, além de nome, logotipo e uma loja onde os produtos serão comercializados. Processo PlayEnergy – cada equipe é composta por até três membros e a soma total de pontos pode chegar a 30 por prova, ou seja, 10 pontos para cada membro. São sete desafios durante sete meses. Desafio final com foco no conceito de cidade circular. Cada projeto vale 100 pontos e os produtos serão anunciados no site oficial do evento e ficarão disponíveis para avaliação. A promoção deste evento é uma estratégia da Enel para promover o desenvolvimento sustentável e disseminar o tema da Economia Circular em suas operações socioambientais ao encontrar novos ciclos de vida para materiais reusáveis e recicláveis. A cidade circular é um bairro inteiro que faz parte do desafio onde os participantes poderão consumir apenas produtos derivados de resíduos. O programa Ecoenel, de reciclagem de resíduos sólidos, só no Brasil já arrecadou mais de 14,5 toneladas, o que evitou a emissão de 39,5 mil toneladas de gás carbônico (CO=) na atmosfera, isso equivale à preservação de 103 mil árvores. Premiação – Nove equipes serão contempladas com prêmios que vão de 75 a 150 Euros em compras online. Professores que direcionaram projetos que ficaram em 1º, 2º e 3º lugares também ganharão vale-compras no valor de 150 euros. Apuração – o encerramento das atividades se dará em 2022, até 31/03/2022 – e acontecerá na presença de um cartório responsável pela proteção ao consumidor – ou Juri Técnico – composto por representantes da Empresa Promotora. O concurso PlayEnergy começou em 01/04/2021 e terminará em 15/03/2022 com o “final on-line challenge”. O concurso foi anunciado na primeira quinzena de março de 2021. Todo cronograma do concurso como fuso horário de início e fim do curso e de todas as datas do regulamento foi ajustado ao fuso horário de Roma GMT+1. As inscrições podem ser feitas através do site- https://playenergy.enel.com/br/ #sustentabilidade,#economiacircular, #reputaçõesvirtuosas,#práticasorganizacionaisvirtuosas,#enel, #tacademia, #nomuselocus

Mentoring

O CHA do Empreendedorismo

Engana-se quem acredita que ser empreendedor trata-se apenas daqueles que são empresários ou autônomos, porque o empreendedorismo significa assumir riscos e começar algo novo para alcançar objetivos. Segundo Dornelas (2018), é quem transforma ideias em oportunidades. Portanto, se você é uma pessoa motivada para perceber e buscar oportunidades: de mercado, de simplificação de processos, de soluções e/ou para desenvolver diferenciais, podemos dizer que você possui esta competência. Já parou para pensar que nossa evolução, em vários campos do conhecimento, se deu por causa dos empreendedores, que estão sempre à busca de novas ideias? Nossas soluções para fotografas, assistir filmes, ouvir músicas, enviar mensagens, realizar compras, locomoção e nos relacionar mudou muito nos últimos anos. Quer ler ele completo? Acesse no portal da plataforma T.Academia no link T.Academia – Artigos (tacademia.com.br)

Cris
Mentoring

A Hora do CHA da Liderança

Liderar, para muitos, significa algo apavorante, pois a responsabilidade de administrar pessoas, o alcance de metas organizacionais, conduzir reuniões, apresentar soluções em ambientes de pressão é muito desafiador. Você é um líder? Talvez responda rápido a esta pergunta, tendo como base se possui ou não um cargo que lhe conceda supervisão de equipes. Mas, fique sabendo que a competência liderança independe de um cargo, significa ter a capacidade de influenciar pessoas para que façam aquilo que você deseja. Sendo assim, como desenvolver esta competência tão importante para as organizações? Muitos acreditam que o líder possui um estilo próprio: autoritário, democrático ou liberal. E que o mais indicado é o democrático. Porém, esta teoria está ultrapassada. O livro Psicologia para Administradores, de Hersey & Blanchard (1986), defende que o estilo mais adequado é a Liderança Situacional, onde o líder não possui um método fixo para administrar sua equipe, mas adéqua seu perfil de acordo com as necessidades e maturidade de seus liderados. Por exemplo, um membro de uma equipe recém contratado, espera ter e precisa de um acompanhamento e apoio próximo de seu líder para que ele consiga aprender, desenvolver suas funções e alcançar o desempenho esperado. Em um segundo momento, ao passo que ele mostra evolução, o liderado necessita de que seu líder, o qual ainda o acompanha de perto, dê feedbacks a respeito do seu desempenho, isso indicará se está no “caminho” certo e por apresentar e ser reconhecido pelos resultados positivos, o motivará intensamente. No terceiro momento, o liderado já sente certa segurança para desenvolver a tarefa de forma independente, isso também traz um sentimento de autorrealização. Neste momento, o líder confia em seu trabalho e sabe que irá apresentar bons resultados. Mostra que reconhece sua potencialidade por fazê-lo participar das soluções e do estabelecimento de objetivos e metas organizacionais. Isso faz com se sinta estimado pela equipe e pelo líder. No ultimo momento, o liderado está totalmente amadurecido. Espera e precisa que seu líder delegue e lhe dê independência, para que se autogerencie. As tarefas cotidianas dispensam qualquer acompanhamento e feedbacks. Isso significa que o líder confia nele, que está preparado para um passo adiante em sua carreira, há uma sinergia e isso o motiva. Notamos assim, que o líder age de acordo com a necessidade, expectativa e maturidade do liderado e o conduz ao desenvolvimento profissional. Para praticar o perfil de Liderança Situacional, o líder precisa ser observador, ter capacidade analítica e empatia para entender as necessidades da sua equipe e mediante isto, ensiná-la, aconselhá-la e orientá-la, atuando como um mestre frente a seus discípulos. Cabe a ele orientar, ensinar e posicionar-se ma retaguarda. Desenvolver a competência do back, ou seja, dar a oportunidade do outro brilhar. O melhor líder é aquele que se  sente realizado com o brilho do outro. E desenvolve a habilidade de compreensão do olhar a partir do outro. Portanto, o líder precisa ter didática e boa capacidade de comunicação, isso não só inclui a expressão oral e gestual, mas também saber ouvir e escrever bem. A capacidade analítica proporcionará também ao líder a aptidão para notar as fragilidades e potencialidades da organização e apresentar soluções, decisões e negociações efetivas. Portanto, conforme vimos, a competência liderança possui uma interdependência com outras competências relacionadas: capacidade analítica, empatia, didática, capacidade de comunicação, decisão e negociação. E estes CHAs – Conhecimentos Habilidades e Atitudes, dão poder ao líder para que ele seja respeitado, assim como as informações que possui, seu exemplo, seu cargo (se tiver), sua capacidade de recompensar, por possuir contatos importantes ou mesmo por, de certa forma, impor temor de forma saudável e equilibrada. Todos podem desenvolver uma liderança de sucesso e suas competências relacionadas, convido, portanto, que você leitor continue acompanhando esta coluna, pois, nos próximos artigos, publicarei orientações práticas sobre como poderão desenvolvê-las. Referência: HERSEY, Paul; BLANCHARD, Kenneth H. Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional. São Paulo: EPU, 1986. ** Cristina Alves é publicitária, especializada em Comunicação Organizacional, professora universitária em cursos de graduação e pós graduação, com ampla atuação na formação de líderes em programas de desenvolvimento de liderança, desenvolvimento de competências e habilidades para empreendedores e gestores de organizações de variados portes. Contatos com a autora na t.academia e nomuselocus: cris@tacademia.com.br. #liderança #competências #habilidades #habilidades #atitudes #virtudes #reputaçãovirtuosaintegradora

A hora do CHA!
Mentoring

A hora do CHA!

Porém, as virtudes não fazem parte das exigências funcionais de um cargo nas organizações. São pouco mencionadas neste ambiente, mas contribuem de forma muito significativa para o bom clima corporativo, efetividade dos processos empresariais e para reputação organizacional, mas, temos também as chamadas competências que são compostas por três vertentes: o Conhecimento, a Habilidade e a Atitude (onde as virtudes se manifestam), também conhecido pela sigla CHA. O conhecimento é o que sabemos; está relacionado à cognição, que envolve fatores como a percepção, o pensamento, o raciocínio e a memória, ou seja, é o que aprendemos na teoria, nos cursos e nos livros. Por exemplo, o domínio das técnicas para realizar uma boa negociação. A habilidade está ligada à execução, ao desempenho, é o que sabemos fazer. Para exemplificar: quando a pessoa possui experiência e realiza na prática negociações bem-sucedidas. Por fim, a atitude, está relacionada à motivação (e precisa ser exercitada) particular, é quando queremos fazer algo. Quando as virtudes estão presentes, alinham-se aos valores que formam e constituem nossa identidade. No caso da negociação, acontece quando uma pessoa a exerce com espontaneidade, transparência – duas virtudes essenciais nos cotidiano dos nossos dias e que respalda à ética. No campo profissional, a capacidade de termos qualificações atraentes para o mercado de trabalho, chama-se empregabilidade. Por isso, é fundamental refletirmos quais são as competências que já desenvolvemos bem e quais as que precisamos cultivar ou aperfeiçoar. Algumas das principais competências que geram empregabilidade são: comprometimento; adaptabilidade; empreendedorismo/inovação; capacidade de negociação; comunicação; qualidade na execução de tarefas; motivação; liderança; orientação para resultados; planejamento e organização; tomada de decisão; trabalho em equipe e visão sistêmica. Para ilustrar, analisaremos, brevemente, a competência liderança. Talvez um profissional já tenha lido livros, participado de cursos, treinamento prático e tenha, até mesmo, experiência sobre o tema, portanto, podemos dizer que ele possui o conhecimento e a habilidade de liderança. No entanto, se estiver desmotivado, não ter experimentado ações ou práticas que levem à uma postura de líder, irá faltar a atitude, ou seja, a vontade de querer exercer esta competência. Sendo assim, é necessário ainda um aperfeiçoamento. Cada indivíduo pode estar em uma determinada fase de amadurecimento em relação a uma competência, desde possuir apenas um conhecimento teórico sobre o assunto, passando pela fase de aplicação, chegando a ter, em um nível mais maduro, a capacidade de realizar uma análise crítica e até mesmo de criar novas técnicas e ensiná-las. O CHA (conhecimento – habilidade – atitude) é considerado ativo intangível para muitas organizações. Trata-se de diferenciais competitivos, pois muitos fatores podem ser copiados pela concorrência, tais como: a qualidade do produto, o preço, a estratégia de divulgação e de distribuição, mas, as qualidades e competências pessoais, dificilmente podem ser copiadas. Vale lembrar que as pessoas são contratadas pelas suas competências, mas são demitidas, muitas vezes, por fatores relacionados ao comportamento e às suas atitudes: as virtudes. Sendo assim, convido os leitores a acompanharem nesta coluna, pois, mensalmente, estarei publicando orientações práticas sobre como vocês poderão desenvolver as principais competências desejadas pelas organizações. Cristina Carvalho Alves Lima possui mais de duas décadas atuando como docente na formação de empreendedores e lideranças para as organizações. É coordenadora de cursos de graduação e pós graduação. Especialista em Comunicação Organizacional e Publicitária. #competências #liderança #virtudes #competências, conhecimento, habilidades

Jogadora de Futebol Marta
Mentoring

Foco no sonho, esforço, responsabilidade, coerência com valores e coerências com seus valores e princípios de vida.

Ao longo da historia da humanidade, o ser humano sempre teve sua existência na terra protagonizada pelas estórias de heróis que se constituíram em mitos. Temos contadas por nossos avós, nossos pais acerca de heróis que desafiaram os obstáculos, as dificuldades e se tornaram vencedores por seus atos e conquistas – exemplos a serem seguidos por nós. A estória de Ulisses, da Odisseia. No universo religioso, a própria estória de Jesus Cristo, a maior e melhor referência de todos os tempos de um ser completo, detentor de todas as virtudes, da excelência, divindade do caráter. Nos tempos modernos, os mitos foram transportados para o universo dos quadrinhos, inspirados nas narrativas dos filósofos e da vida virtuosa da perfeição de atos da mitologia narrada pelos filósofos gregos e romanos, como Thor, o herói da Marvel. Nos nossos tempos, os mitos foram transportados para o universo dos esportes. E nesse quesito temos nomes que são efetivamente e reconhecidamente, mitos. Citemos Pelé, Ayrton Senna, Hortênsia, Oscar, em nosso Brasil. Nestes exemplos dos esportes, perfeição virtuosa jamais eles alcançaram e nem devemos exigir, pois, afinal são, como todos os humanos, sujeitos às falhas. Muito embora, a indústria do entretenimento, da mídia e todo o processo mercadológico de transformação em marcas e produtos a serem comercializados esforcem-se em transformá-los em mitos. Mas, o que diferencia o herói de um mito talvez seja a relação de amor, sinceridade, honestidade e, principalmente, coerência de suas falas, atitudes em relação aos princípios que o construiu. Primeiramente, como individuo e, como mito, consolidado em sua essência, por aqueles que acreditam nele e  veem em seus atos e práticas a coerência e sinceridade com que ele faz, fala e age em seu cotidiano, por suas ações, atitudes. A construção de um mito, enfim, faz-se exatamente pela transparência com que ele conversa com suas audiências, seus admiradores; seu comprometimento para com aqueles que o admiram, com aqueles que o ajudaram a estar naquele lugar alcançado; sua responsabilidade para com o outro, seu engajamento na transformação da realidade, do mundo, das pessoas. Enfim sua coerência para com ele mesmo, seus valores, sua essência e com aquele início da trajetória, do ponto onde ele começou – de onde ele saiu. Ele é admirável! Mas, normalmente, esse mito, que todos admiram e enaltecem é simplesmente ele mesmo. Ele é um ser humano como qualquer um de nós; seu cotidiano é o nosso, mas ele é comprometido com todos. Ele não está focado em passar a imagem de uma figura da qual não esteja em sincronia com o que ele é desde o início. Ele(a) é ele(a) e consegue passar para o outro que o admira a sua própria semelhança. Por isso mesmo ele(a) é um ser que preconiza e procura exercer, reavaliar e se esforça dia a dia por manter sua coerência. Não é perfeito. Apenas é ele. Nomeamos para a seção Virtuosidade, a nossa heroína e ainda não mito, mas talvez ela nem deseje ser apenas ela mesma, a nossa maior campeã de todos os tempos, a pequenina e um monstro – que deveria ser um mito, mas não será, pois no Brasil, heróis verdadeiros, sinceros, honestos e responsáveis, simplesmente humanos, virtuosos, não têm o rosto de uma menina chamada Marta, a maior ganhadora de títulos da historia do futebol. As suas ações, seu jeito de engajar, chamar para si a responsabilidade, seu jeito simples e honesto, sua capacidade monstruosa de liderar de forma virtuosa, seu compromisso com a transformação e uma realidade de preconceitos, desvalorização de gênero histórica da categoria de humano que ela representa – a mulher brasileira – a nomeia como um mito que precisa e deve ser enaltecido por todos os brasileiros.

Nossa Missão

O NomuseLocus compõe um projeto imparcial, autônomo, independente, multidisciplinar e integrador de formação e informação dos conceitos que sustentam a perspectiva da reputaçãovirtuosaintegradora, aglutinando perspectivas diversas no esforço de disseminar novas práticas, valores e ações virtuosas e integradoras que promovam o vem estar do indivíduo, da sociedade, visando a evolução e a prosperidade.

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