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Capa livro Uso da Inteligência Artificial e a inclusão digital nos serviços públicos
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A IA e os desafios da inclusão nos serviços públicos

Um grupo de mulheres com diferenciais e experiências diversas em uma obra única e especial apresentando propostas e visões sobre a aplicação da Inteligência Artificial para inclusão no setor público. Coordenado e de inspiração da advogada e especialista em direito digital está sendo apresentada este final de mês ao mercado. IA e os desafios da inclusão no setor público reúne a experiência, conhecimento de mulheres referências no mercado na implantação de tecnologias da informação no mercado brasileiro e no exterior. São nomes referências na área e a primeira vez que uma obra conseguiu apresentar a voz de especialistas em suas mais diversas áreas como Tecnologia da Informação, Direito, Arquitetura e na área de comunicação, como a de nossa editora e coordenadora a Dra Ana Lúcia de Alcântara Oshiro, que participa com a Introdução da obra, apresentando sua perspectiva a partir de sua atuação desde os anos de 1980 quando começou como jornalista do setor e após sua vivência profissional como gestoras de marcas e consultora pela Tatica uma das agências do setor  com mais de 30 anos de atuação a empresas dos segmentos de software e hardware. Além Dra. Ana Lúcia de Alcântara Oshiro destacam-se visões de especialistas como Ana Claudia Donner Abreu, Andreia Gouveia, Betânia Lemos, Clara Savelli,  Camila Murta, Debora Sotto, Debora Pio, Elza Paulino, Janete Ribeiro, Lilian Pires, Loren Spindola  Luiza Savoia, Larissa Santa Rosa, Marina Brasil Francisco, Marilia Pires, Paloma Mendes Saldanha, Tatiana Tucunduva. Inúmeros encontros serão desenvolvidos após o lançamento com falas de algumas co-autoras até 2025. 

mãos dadas
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O Respeito, dimensão virtuosa que gera valor às empresas

O Respeito é a dimensão junto com a Justiça do modelo de gestão da reputação, o VRI®, conceito que norteia pelo NomuseLocus/TAcademia. O caso da Accesstage demonstra o valor que esse ativo detém para as organizações. No ambiente das relações humanas o Respeito torna-se base para minimizar incompreensões nos diálogos mantidos entre humanos, entre organizações, empresas e seus públicos e no caso das empresas gera valor no mercado. Quando relações e relacionamentos são sustentados no Respeito, minimizam-se riscos, conflitos e gera-se interação, comprometimento e engajamento, interna e externamente para toda e qualquer organização/empresa, independente do tamanho ou setor de mercado. No nosso contexto consideramos o significar do Respeito como aquela virtude que Espaço para diálogo, críticas, manifestação de ideias, diversidade e acolhimento, um valor fundamental que pela ação gera valor, não no sentido de valor mercantil, mas, sim, de um valor fundamental para o convívio social e para a interação entre as pessoas – como base de todo e qualquer relação, relacionado à integridade de cada indivíduo e à forma como ele trata os outros.  O termo, originário do latim, “respectus” significa “olhar outra vez”., ou seja, é a capacidade, competência de olhar ao outro não com a perspectiva própria, mas sim, sob o prisma do outro, mantendo um diálogo no qual o equilíbrio se instala. O Respeito quando alinhado com a outra dimensão do RVI® (Reputações Virtuosas Integradoras) “Compaixão” que implica em ‘presença’, à empatia que leva às ações responsáveis na relação com a sociedade, que é a consciência cidadã. Na 4ª edição da revista NomuseLocusMagazine o estudo apresentado que foi a Compaixão essa relação próxima entre ela e o Respeito está clara, com o case da Itausa que foi nomeada como a organização compassiva pelas ações empreendida noe esforço cidadão de minimizar os efeitos da pandemia do Covid. Na primeira edição do NomuseLocusMagazine o tema, o Respeito, apresenta os indicadores do Estudo realizado que apresentou o significado macro do Respeito: “Respeito é um substantivo masculino oriundo do latim respectus que implica em um sentimento positivo e envolve ação ou respeitar, ter apreço, consideração, deferência por outrem” (NomuseLocus Magazine, 2021). No estudo realizado (gráfico abaixo) pode-se visualizar os principais indicadores considerando a interpretação coletiva social dos sujeitos pesquisados. Virtudes como gráfico 1). O Respeito está presente seja nos Direitos como na gestão. Por exemplo, quando abordamos o termo consideramos atualmente o respeito às diferenças. Ele está inserido tambem nas causas de inclusão de gênero, racial, na igualda de acesso a renda, educação à saúde – questões contemporâneas e desafios impostos por normativas que se alinham aos desafios do milênio. Nas práticas organizacionais em e principalmente no universo do marketing e no universo virtual, digital, se inserem exigência e direito à privacidade, à segurança dos dados individuais e coletivos. No aspecto do Estado acrescenta-se o direito ao acesso às informações e práticas do Estado ou do setor público, pela Transparência (edição 5 NomuseLocusMagazine). A Acessstage decidiu desde sua fundação que o Respeito seria o ponto balizar de sua estratégia e de sua cultura organizacional. Veja em Encontros, comandado por Ana Lúcia de Alcântara Oshiro, ALA.Oshiro. #respeito, #compaixão, #transparência, #reputação, #gestãoempresarial, #estrategiaempresarial, #responsabilidadesocial, #responsabilidadeambiental, #sustentabilidade

Letícia Stables
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The Justice Movement, o movimento que promove os direitos e a justiça

No mês da Equidade no NomuseLocus e T.Academia damos continuidade às reflexões sobre o tema, por meio da voz de quem está diretamente ligado em seu cotidiano às questões. Hoje o bate papo é com a CEO do The Justice Movement, aqui no portal ou no nosso canal. Hoje apresentamos o bate papo com a CEO do The Justice Movement, movimento de promoção e defesa de Direitos Humanos e fomento de ações de Justiça e transformação social que opera através de 4 eixos temáticos de ação. Nascemos no começo de 2012, quando nos deparamos com os números alarmantes relacionados à exploração sexual no Brasil. Iniciamos o nosso movimento com uma campanha de prevenção a esta temática e aos poucos fomos conectados a outros crimes sexuais tão prevalentes no Brasil. O Movimento iniciou com a bandeira do combate ao que seus integrantes denominam de “escravidão moderna”. Com a junção de mais envolvidos e o apoio da ONU, o organismo ampliou sua atuação e hoje suas atividades englobam mais ações como as relacionadas à defesa e promoção de direitos humanos e justiça social. O link para o canal nomuselocus é https://youtu.be/3UguWP4Mcl8 Sua CEO. Letícia Stables foi uma das personagens na série de bate papos promovidos por nós e que culmina com o lançamento da 2ª edição e apresentação do Estudo desenvolvido pela T.Academia nos últimos três meses, apresentado na revista digital temática NomuseLocus Magazine e com o ultimo Encontro do ano de 2021, na próxima terça feira e que será transmitido pelos canais do NomuseLocus e da T.Academia no youtube. Assista o bate papo com o The justice Movement aqui, no nosso portal ou no canal.

Desenvolver o mindset da lógica do mundo digital e a habilidade da programação para empoderar mulheres economicamente
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Desenvolver o mindset da lógica do mundo digital e a habilidade da programação para empoderar mulheres economicamente

Especialistas de diversos setores e áreas afirmam que a renda está no empoderamento digital. Incluir, significa reparar, formar, habilitar milhões de profissionais, principalmente no mundo pós pandemia. Hoje, no Dia Internacional das Mulheres vale essa reflexão e apresentar o contexto e as iniciativas que surgem para viabilizar esse desafio. Os segmentos mais tecnológicos tendem a ter maior crescimento da demanda no futuro, empregam mão de obra qualificada e contribuem de forma mais contundente para o desenvolvimento da economia. O setor de TI representa, conforme estudo “Estrategia TIC Brasil2021”, divulgado pela Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), ilustra: atualmente US$ 3,4 trilhões no mundo – cerca de 5% do PIB global, com projeção de crescimento de aproximadamente 4,5% em média. Em outro Estudo, a Brasscom mostra, em seu Monitor de Empregos e Salários, estudo mensal, no comparativo de informações entre 2019 e 2020, que os setores mais intensivos em serviços, o setor de TI, dentre os demais, foi aquele que mais se manteve resiliente em prover empregos, com crescimento médio da ordem de 4,71%. Quando vemos a participação da mão de obra feminina nesse setor, as mulheres ocupam apenas 25% dos empregos na área de TI no Brasil de acordo com Associação Telecentro de Informação e Negócios CompTIA, no seu 2nd Annual IT Career Insights. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2018, demonstram que as mulheres representam apenas 20% dos profissionais contratados na área. O número vem caindo: entre 2007 e 2017, elas passaram de 24% para 20%, diz um estudo da Softex, com apoio da Secretaria de Empreendedorismo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), entre 2007 e 2017. Dados da  ONU Mulheres Brasil aponta que apenas 30% das vagas disponíveis em todo o mundo são ocupadas por mulheres. Quando vemos a disponibilidade de programas que introduzem habilidade e competências de programação, essenciais para se inserir nesse universo ou mesmo empreender – como forma de entender a lógica do ambiente de negócios, muito diferente do universo tradicional até aqui implementado, percebe-se que o número de cursos de computação no Brasil cresceu 586% nos últimos 24 anos, enquanto o número de mulheres matriculadas caiu de 34% para 15%.  Segundo ainda a pesquisa, o número de mulheres trabalhando na área quase dobrou na área nesse período, quando subiu de 21.253 para 40.492. Entretanto, a quantidade de homens no segmento cresceu 144%, de 67.106 para 163.685, o que explica a redução da participação feminina em TI. Iniciativas inclusivas nesse universo especificas para mulheres têm surgido e são extremamente virtuosas. Uma delas, já em sua segunda edição é o programa #LuizaCode, do Magazine Luiza em parceria com a escola Gama Academy. O Programa irá oferecer 320 bolsas para mulheres em TI ano. As inscrições irão até 31 de março e as aulas começam em abril. O curso, em sua primeira edição, recebeu mais de 10 mil inscrições e em função deste sucesso mais que triplicamos as oportunidades para três turmas em todo o Brasil. O programa acontece em cinco semanas, de segunda a sábado, para mulheres de todo o Brasil em treinamento online com mais de 120 horas de conteúdo. Há um desafio final, com base em um case real da companhia, para a conclusão do curso e recebimento do certificado. Além disso, as bolsistas terão uma sessão de mentoria com profissionais do Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu e workshop de treinamento para participação em processos. Na última edição foram ofertadas 80 bolsas de estudo, sendo 50% delas destinadas às colaboradoras do Magalu. Dentre as participantes, 20 já foram contratadas pela empresa e conquistaram cargo de desenvolvedora, uma posição importante dentro da companhia.  Outro programa nesse sentido é o PrograMaria que disponibiliza programas de formação em programação, online, com preços acessíveis. Este mês a ONG está oferecendo, também, bolsas para mulheres. Alem deste programas de Formação, destaca-se iniciativas de inclusão como a do Nubank que anunciou hoje od esafio de ter ems eus quadros de colabroadores em TI, 50% ocupados por mulheres, com a contratação de 3300 mulheres nos próxcimos cinco anos, promovendo uma da svariaveis de #reputaçõesvirtuosasintegradoras, que é a #equidade. Serviço: .Programa LuizaCode Informações: https://corp.gama.academy/luiza-code/inscricao .PrograMaria Informações: https://www.programaria.org/curso-online-euprogramo/ #diainternacionaldasmulheres #onumulheres #inclusão #equidade #luizacode #programaria #inclusãodemulheres #empoderamentodemulheres #virtuosidades #nomuselocus #tacademia #reputaçõesvirtuosasintegradoras

Nossa Missão

O NomuseLocus compõe um projeto imparcial, autônomo, independente, multidisciplinar e integrador de formação e informação dos conceitos que sustentam a perspectiva da reputaçãovirtuosaintegradora, aglutinando perspectivas diversas no esforço de disseminar novas práticas, valores e ações virtuosas e integradoras que promovam o vem estar do indivíduo, da sociedade, visando a evolução e a prosperidade.

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