Virtuosidades

Coerência
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Coerência e dissonâncias em tempos digitais

Coerência significa a qualidade, condição de estar coerente, ou seja, uma ligação estabelecida que à medida que se estabelece, vai gerando harmonia, nexo entre dois fatos ou duas ideias – estabelecendo uma relação harmônica, e conexão entre sujeitos – que agem, interferem e dialogam. Leia o Artigo e o video no Virtuosidades deste mês, acima. No latim, coerência significa conexão, coesão – conseguimos, assim, entender a importância de práticas virtuosas como o afeto, tema apresentado no quadro anterior de Virtuosidade. Se não há a prática, a experiência afetuosa, dificilmente um entroncamento de ideias de sujeitos diversos pode chegar ou atingir o grau necessário de coesão e equilibro. Enquanto na ortografia, a coesão textual se limita ao uso correto dos conectivos e articulação gramaticais, que permitem um sequenciamento harmonioso das frases e dos parágrafos de um texto, nas humanidades, a coerência envolve a capacidade ou competência para agir com autenticidade, de informações lógicas ao transmitir mensagens, sem contradições ou dúvidas, harmoniosamente. Nesse sentido entramos no campo do contraditório, da desarmonia, do conflito e do autônimo do amor e afeto. Assim sendo, sem coerência, adentramos também no universo da desconfiança, do descrédito. Imagine a situação: uma pessoa que prega a bondade, mas trata seu animal com violência. Um político que prega as virtudes, mas adora aparecer em excesso nas redes virtuais. Estranho, não? Sim, porque se estamos no terreno das reputações virtuosas, falamos na simplicidade, na humildade. Recentemente, pesquisa divulgada pela Comscore sobre o uso de redes sociais no Brasil em 2020, mostrou a penetração de conteúdos entre os usuários únicos de redes sociais no Brasil teve um alcance de 97%, o índice mais alto do mundo, ultrapassando países como China, Índia e Estados Unidos No Brasil já somos 52 milhões de usuários nas redes sociais, ou seja, 82% da população brasileira relaciona-se, expõe-se, para esse volume de pessoas diariamente, sem filtro. Diante desse novo contexto, é imprescindível entender o significado de coerência, pois é através de seu comportamento, expressões de suas falas que seu comportamento e atitudes serão avaliados como de confiável, desconfiável, sendo desacreditado ou acreditado. Leia mais na plataforma de estudos T.Academia, na seção Publicações/Whitepapers e Artigos. Siga-nos, Inscreva-se na T>Academia eno nosso canal no youtube, Até o próximo mês com o tema Compaixão.

Prato cheio
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Iniciativas particulares e das empresas aliviam o risco social e o contexto da fome em São Paulo

Ubuntu é uma palavra nativa das línguas zulu e xhosa, faladas na África do Sul, cujo conceito filosófico é permeado de virtudes. O termo exprime um conceito moral, uma filosofia que se opõe ao modo de viver narcisista e individualista, tão comuns em nossa sociedade neoliberal. Conheça as iniciativas: Comida Para Todos e do TRIO com a Prato Cheio. O Ubuntu equipara -se a uma alternativa ecopolítica (de mudanças profundas na sociedade, de modo individual), voltada à uma convivência social guiada pelo altruísmo, fraternidade e a colaboração e ao bem-estar humano. O TRIO, HUB Global de Criação e Produção de Áudio Visual decidiu alinhar-se à essa linha filosófica, tomando atitude focada no bem-estar de pessoas que passam por situação de risco social e graças à crise econômica e o contexto pandêmico estão passando fome e entrou no esforço do Prato Cheio.  “Nós achamos essencial essa colaboração. Conhecemos a instituição Prato Cheio há muito tempo e assumimos a responsabilidade de doar, a cada 3 meses, 1% dos nossos ganhos a eles. É uma forma de engajar a solidariedade e oferecer um pouco de empatia neste momento tão delicado que o país vive. “É clichê, mas se cada um ajudar um pouco, já é possível fazer diferença”, comenta Caíto Cyrillo, CEO da TRIO. Parceria que rende frutos: graças ao Trio, em quase um ano, aproximadamente 4.500 pratos já foram servidos a quem precisa. Só em julho, 766 pratos foram doados. Além do horizonte: a TRIO lançou também uma obra em formato de NFT (a sigla vem de “non-fungible token”, que em português pode ser traduzido como “token não-fungível). Todo dinheiro arrecado será revertido para acelerar o ritmo de vacinações contra Covid-19 no Brasil. A trilogia Get Ready (que em português significa ‘ser lido’), formada por vídeos é um ato solidário às vítimas do coronavírus em todo o mundo A iniciativa tem como objetivo mostrar que o ‘novo normal’ deve acontecer de forma consistente, consciente e responsável, priorizando a importância da vacina, de continuar seguindo os protocolos de segurança da OMS (Organização Mundial de Saúde) contra o coronavírus. O estudo divulgado em abril pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), que reúne pesquisadores e professores ligados à segurança alimentar, analisou, pela primeira vez em 17 anos, que 50% da população brasileira não tem certeza se terá comida suficiente em casa no dia seguinte. Outra iniciativa do “ubuntu ecopolítico” é o Comida Para Todos do chef Augusto Pinto. O idealizador criou o projeto com o objetivo de levar comida para todas as pessoas em situação de vulnerabilidade. O inventor, que já distribuiu 43 mil marmitas a pessoas em situação de rua, organizou um prêmio que vai contemplar com R$ 5 mil três projetos de grupos coletivos que trabalham distribuindo comida a pessoas em situação de risco. Iniciativas privadas como esta atendem a ausência do poder público. No Estado de São Paulo, por exemplo, existem mais de dois milhões de desempregados e uma média de 1000 mortes diárias por Covid-19. Num contexto pandêmico atual, decisões como, por exemplo, o fechamento de 30 restaurantes Bom Prato na Grande São Paulo aos finais de semana, vai contra o cenário de fragilidade social de milhares de indivíduos. No Estado. O argumento apresentado pela Secretária de Desenvolvimento Social, Célia Parnes, foi de que estaria sobrando comida nos restaurantes. O Estado de São Paulo possui 59 unidades do Bom Prato, 22 unidades só na capital paulista; de acordo com a pasta, são servidas 97 mil refeições por dia nas unidades do Bom Prato. #ubuntu #virtudes #reputacaovirtuosaintegradora #pratocheio #TRIO #BomPrato #Comidaparatodos #nomsuelocus #tacademia

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A Visão Holística e Sistêmica e o CHA

Os profissionais precisam, para isso, desenvolver os seguintes CHAs: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes, sustentadas na visão holística e visão sistêmica.Estas competências são imprescindíveis para que possamos entender melhor os problemas e as partes que o compõe, os conflitos, processos, as pessoas, situações e organizações.  Vamos entender um pouco mais sobre estas competências! Leria todo o artigo na plataforma da T.Academia. Integre-se para acessar todos os conteúdos,a s publicações e participar dos grupos de Estudos e conhecer os programas de Desenvolvimento Reputacional. Conheça os programas de Tutoria e Mentoria e escolha um T.Partner para ser seu Mestre Orientador. 

Fundo Malala disponibiliza indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI)
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Fundo Malala disponibiliza indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI)

Com o apoio do SAS, líder global em analytics, a Instituição disponibiliza o Indicador de Desafios na Educação de Meninas (GECI, na sigla em inglês), divulgado anualmente, o Fundo Malalae tem conseguido ampliar a capacidade da métrica ao identificar os riscos das mudanças climáticas no processo educacional de jovens mulheres a partir do auxílio da plataforma analítica do SAS. O índice leva em consideração informações educacionais, como taxas de conclusão de nível escolar e fatores ambientais – incluindo a probabilidade de inundações, tsunamis e terremotos em cada país. Com base nessas informações, a instituição fornecerá subsídios para que entidades públicas e privadas promovam políticas destinadas ao aprimoramento de resultados educacionais. Ao aperfeiçoar o GECI com informações preditivas de mudanças climáticas, o Fundo Malala tem acesso a dados cruciais para endereçar os desafios que meninas de diversos países enfrentam no processo de educação. A organização estima que, neste ano, eventos relacionados ao clima serão responsáveis por privar da conclusão da jornada educacional pelo menos quatro milhões de meninas em países de renda baixa e média-baixa.  Se essa tendência continuar e nada for feito, até 2025 esse número passará para ao menos 12,5 milhões. Com essas informações, a instituição pretende dialogar com setores governamentais e empresariais na formulação de políticas sobre como dirigir apoio técnico e financeiro para a adaptação climática, buscando melhores resultados na educação. “Nosso mais recente relatório confirma que a educação de meninas é uma das estratégias mais poderosas para mitigar o impacto da mudança climática”, afirmou Naomi Nyamweya, chefe de Pesquisa do Fundo Malala. “Porém, como é demonstrado nesse projeto de dados com o SAS, eventos relacionados ao clima estão impedindo milhões de meninas de aprender. Para criar um futuro mais verde e mais justo para todos nós, precisamos de líderes que tomem medidas urgentes referentes ao clima no apoio à educação.” O último relatório disponibilizado pelo Fundo Malala jogou luz também sobre a situação das mudanças climáticas em países como o Brasil, que no passado recente constou como uma das nações em desenvolvimento que mais emitiram gases de carbono responsáveis pelos efeitos das mudanças climáticas. O GECI deste ano mostrou, ainda, que a região da África Subsaariana, a menos responsável pela atual crise climática, é a que mais sofre com os desafios relacionados às vulnerabilidades do clima.  Juntos, esses e outros países contam com mais de 280 milhões de jovens mulheres em idade escolar. O Fundo Malala planeja usar as informações coletadas com o apoio da plataforma de analytics do SAS para encorajar ações por parte dos líderes que estarão presentes na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021 (também conhecida como COP26), a ser realizada em novembro na cidade de Glasgow. Além disso, a instituição pretende reforçar seu papel de atuação, trazendo a importância da educação para a discussão sobre a mudança climática global.   Informações adicionais, acesse aqui! #responsabilidadeambiental #educaçãodemeninas #desafiosdomilênio #sustentabilidade #virtuosidadesorganizacionais #reputaçãovirtuosaorganizacional

Muito além de um dilema das redes, um dilema ético
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Muito além de um dilema das redes, um dilema ético

Antes de mais nada, me responda: você paga para utilizar suas redes sociais? Não, você não entendeu errado. Este é um questionamento meu sobre se você efetua algum tipo de pagamento para usar sites e plataformas tecnológicas como Google, Facebook, Twitter, Instagram e tantos outros que tomam parte do seu dia-a-dia, seja para produzir postagens sobre sua vida pessoal ou profissional, seja para acompanhar notícias, ou então para dar aquela espiada no que seus amigos andam fazendo de bom. Tenho quase certeza que a sua resposta foi NÃO. Creio até que alguns mais indignados dirão: CLARO QUE NÃO, IMAGINA!Então, tenho uma notícia meio chata para te dar. Você está completamente equivocado. Você paga e paga bem caro, sabia? Você pode não estar abrindo a carteira e inserindo os números do seu cartão de crédito como fazemos muitas vezes em um site de e-commerce, ou então para adquirir uma assinatura de algum portal de serviço, mas saiba que está pagando com algo muito mais valioso e muito mais interessante para estas gigantes de tecnologia: os seus dados. Ou seja, o novo petróleo. Está dando a eles todas as informações sobre você, que vão desde sua data e local de nascimento, até por onde anda, com quem anda, com quem fala e o que gosta. E não para por aí, viu? Se você ainda não assistiu este documentário dirigido por Jeff Orlowski e escrito por ele juntamente com Davis Coombe e Vickie Curtis, então te recomendo fortemente que o faça. E o faça com a devida atenção merecida para que possa compreender com exatidão a gravidade do assunto. Sem qualquer tipo de spoiler, saiba que haverá, de sua parte, perplexidade ao ouvir da boca de muitos profissionais, que vão desde CEO’s até designers éticos (sim, existe esta profissão!) que atuaram nestas gigantes da tecnologia e abandonaram seus cargos, justamente em função da não concordância de como tais empresas agem. Claro que não somos ingênuos por completo e que sabemos que de alguma forma nossos dados são utilizados como moeda de troca para que anunciantes possam localizar seus prospects e gerar leads, oferecendo seus produtos e serviços com muito mais assertividade e não há nenhum mal nisso. Afinal, quantas vezes não recebemos em nossos devices tais como laptops, tablets e smartphones ofertas interessantes sobre justamente aquilo que estamos buscando. Que mágica é essa? Como sabem que eu preciso disso? São algumas das perguntas que ficam. Isso porque muitos dados, muitos mesmo, alguns até desnecessários para nos alcançar como consumidores, mas que são dados relevantes e sensíveis sobre nós são coletados e é justamente aí que mora o perigo e porque precisam saber ou coletar isso? Para que necessitam deste tipo de informação? Essas são algumas das perguntas que devem ser feitas cada vez mais por todos nós – os usuários destes serviços tecnológicos. Não haveria problema algum em produzir tal coleta, desde que ficasse evidente e claro, qual o objetivo, bem como o uso e direcionamento dado às nossas informações. Mas não é isso o que acontece. Além disso, devemos assumir o ‘mea-culpa’, pois temos também responsabilidade neste processo, por duas razões mais evidentes: a primeira é utilizarmos aplicativos e serviços de tecnologia em nossos diversos ‘gadgets’ sem nem ao menos passar os olhos nos contratos de uso inerentes. Saímos dando “I agree” (eu concordo) em tudo, sem o menor cuidado. E a segunda envolve o fato de respondermos perguntas, darmos check-ins, entre tantas outras informações nossas, de forma gratuita e alimentada por nós mesmos – os usuários – para as empresas detentoras dessas soluções tecnológicas.  O único esforço delas é a coleta, processamento e o armazenamento dos dados. Neste ponto, a implementação recente da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, mostra-se importante e necessária. Não há problemas na coleta de dados dos usuários, desde que todos nós saibamos quais destas informações estão sendo coletadas, trabalhadas e repassados e que tudo isso seja feito com nossa devida autorização. A questão envolvida nesse processo é a total transparência e honestidade em todas as fases da relação mantida com o usuário. Há a necessidade, principalmente, da proteção dos chamados dados sensíveis, que por inúmeras vezes são coletados, porém sem qualquer tipo de utilização, mas que no caso de um vazamento pode redundar prejuízo à privacidade e segurança do indivíduo. Tais experiências digitais diárias vivenciadas por nós e que aparentemente soam como banais, tais como permitir notificações ou então aceitar as publicações sugeridas, são como iscas lançadas para a obtenção da atenção diária e muitas vezes, atrapalhando a produtividade. Quanto mais tempo estivermos conectados, muito mais informações são fornecidas a cada clique ou interação que fazemos. São informações detalhadas sobre gostos, hábitos dos mais variados e comportamento de consumo. Tais dados são coletados e organizados através de inteligência artificial (IA), com máquinas avançadíssimas que são norteadas por algoritmos e que vão mapeando ou porque não dizer, fazem uma tomografia completa sobre a nossa vida, analisando o tempo de permanência, o engajamento em alguma publicação, a interação com alguém, entre tantas outras possibilidades. É algo de dar mêdo! Se nossos dados não fossem algo tão valioso, certamente não haveria investimentos gigantescos em enormes servidores para armazená-los. E pasmem, muitas vezes até em submarinos são armazenados! É uma máquina potente. Uma engrenagem que funciona perfeitamente e muito bem azeitada, desde que as informações sobre os usuários sejam oferecidas corretamente aos anunciantes, que pagam milhões de dólares para divulgarem seus produtos, serviços e ideias a pessoas que executarão as ações pretendidas por eles, gerando assim um complexo e lucrativo círculo vicioso. E quanto mais tempo, estes usuários permanecerem interagindo, será melhor e mais efetivo o resultado, afinal ao saber mais sobre eles, mais efetivas serão as ações ofertadas e consequentemente também melhores os resultados. Se a privacidade não fosse algo tão importante, o próprio Mark Zuckerberg, do Facebook, não utilizaria proteção em seu laptop para acessos de sua webcam. Pois é meus amigos, há algo de muito podre no reino da tecnologia. E o principal disso

Coragem, atenção contra o câncer de mama. Depoimento de uma vencedora
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Coragem, atenção contra o câncer de mama. Depoimento de uma vencedora

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama também é o tipo de câncer que mais se manifesta em mulheres. Em 2019, foram estimados 59.700 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 51,29 casos por 100 mil mulheres. Com uma taxa de 13,68 óbitos/100 mil mulheres em 2015, a mortalidade por câncer de mama (ajustada pela população mundial) apresenta uma curva ascendente e representa a primeira causa de morte por câncer nas mulheres brasileiras. O Sul e o Sudeste são as regiões que apresentam as maiores taxas de mortalidade, com 15,26 e 14,56 óbitos/100 mil mulheres em 2015. O câncer surge da transformação de células normais em células tumorais em um processo de vários estágios, que geralmente progridem de uma lesão pré-cancerosa para tumores malignos. Essas mudanças são o resultado da interação entre os fatores genéticos de uma pessoa e três categorias de agentes externos, incluindo: O envelhecimento é outro fator fundamental para o desenvolvimento do câncer. A incidência do câncer aumenta drasticamente com a idade, provavelmente devido a uma acumulação de riscos para cânceres específicos. A acumulação do risco total é combinada com a tendência de que os mecanismos de reparação celular sejam menos eficazes à medida em que a pessoa envelhece. Modificando e evitando fatores de risco Modificar e prevenir fatores-chave de risco podem reduzir significativamente o fardo do câncer, incluindo: #outubrorosa #cancerdemama #coragem #virtudes #nomuselocus #tacademia

Capacitação de mulheres de comunidades de SP tem apoio da Alimentando a Esperança
Sustentabilidade, Virtuosidades

Capacitação de mulheres de comunidades de SP tem apoio da Alimentando a Esperança

Com apoio dos parceiros Lis Solutions, Elias Filho ADV e União de Hortas Comunitárias de São Paulo, o Insrtituto parceiros Lis Solutions, Elias Filho ADV e União de Hortas Comunitárias de São Paulo acaba de lançar nova campanha no site apoia.se.isãod e Futurop inicia projeto de capacitação de mulheres de duas comunidades da região Oeste da cidade de São Paulo – das comunidades 1010 e São Remo. A campanha está no site apoia.se. nova campanha no site https://apoia.se/alimentandoaesperancafase2 , cuja meta é conseguir R$4 mil por mês, para conseguir bancar a estrutura, o material necessário e a alimentação dos participantes. Quem colaborar, com incentivos que começam com R$30 reais, ganhará, como recompensa, além da oportunidade de melhorar a vida das comunidades 1010 e São Remo, o curso online da psicóloga, antropóloga e doutora em psicologia transpessoal Susan Andrews sobre CALMA EM MOMENTOS DE CRISE. A campanha vai financiar o programa multidisciplinar que irá instruir as mulheres, entre outros assuntos, em: Tudo isto associado à criação de espaços de apoio mútuo para fortalecimento de vínculos comunitários, onde as participantes criam um ambiente de segurança para poderem se expressar e se desenvolver sem serem julgadas ou criticadas.  Estes espaços serão constituídos tanto de rodas de conversas como de hortas comunitárias urbanas.  Em sua primeira fase, a Campanha Alimentando a Esperança entregou, graças ao apoio de centenas de pessoas pelo site apoia.se, durante 3 meses e para mais de 250 famílias, cestas de alimentos saudáveis e orgânicos contendo produtos de pequenos agricultores agroecológicos e comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, Mogi das Cruzes e Parelheiros, além de compartilhar técnicas de Bem-Estar Pleno e promoção de saúde mental. Quem quiser colaborar para a segunda fase do projeto, pode acessar o apoia.se e garantir sua contribuição. #responsabilidadesocial #solidariedade #capacitaçãodemulheres #institutovisãodefuturo #apoia.se #virtudes #reputaçãovirtuosaintegradora #nomuselocus #tacademia

Torneio de Sustentabilidade premiará estudantes com projetos de reciclagem
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Torneio de Sustentabilidade premiará estudantes com projetos de reciclagem

O 1o Torneio Brasileiro de Sustentabilidade abre a possibilidade para estudantes de todo o país apresentarem projeto inéditos, enfocando a reciclagem e terem suas ideias expostas para variados públicos, além de concorrerem a diversos prêmios. O Torneio é uma iniciativa do Instituto Alpha Lúmen, com patrocínio da Ball, fabricante de embalagens sustentáveis de alumínio, empregam 18.300 pessoas em todo o mundo. O resultado dos ganhadores será divulgado em 12 de novembro.As inscrições irão até dia 9 de outubro, pelo site www.alphalumen.org.br. O objetivo do projeto é conscientizar os jovens, as crianças e as suas comunidades sobre sustentabilidade ambiental, buscando soluções criativas para aperfeiçoar o ciclo da reciclagem como um todo; desde a qualidade de vida dos trabalhadores que atuam nesse ramo até inovações nos processos em si.  O desafio dos participantes será propor melhorias na cadeia que impactem positivamente as comunidades de trabalhadores, as empresas e a sociedade como um todo, desde a coleta devida dos materiais, passando pelo descarte adequado até a reutilização ou reciclagem. Os projetos deverão considerar temas como o reaproveitamento dos resíduos sólidos, o consumo de energia e a economia circular, entre outros.  “É por meio de processos educativos como o Torneio Brasileiro de Sutentabilidade que conseguimos transformar de modo definitivo a perspectiva dos estudantes em relação ao cuidado necessário com os recursos naturais do nosso planeta. Nosso torneio é um modo instigante e motivador de trabalharmos esse tema”, explica Nuricel Villalonga Aguilera, fundadora do Alpha Lumen. “Na Ball, os pilares Educação e Reciclagem guiam todas as nossas ações de responsabilidade social. Ficamos orgulhosos por patrocinar este projeto, pois sabemos que estamos conscientizando crianças, jovens e, por consequência, seus familiares, gerando uma grande rede de consumidores mais conscientes. Além disso, queremos promover soluções que irão realizar melhorias na cadeia e valorização dos profissionais que atuam nela – os verdadeiros agentes ambientais deste ciclo”, explica Thaís Moraes, Diretora de Comunicação da Ball América do Sul. Como funciona o desafio? O torneio está aberto para estudantes brasileiros, de países onde o português é a língua oficial e de comunidades brasileiras fora do Brasil. Estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental até universitários estarão divididos em cinco grupos, cada qual com desafios adequados às idades dos participantes. Cada indivíduo ou equipe poderá inscrever apenas um projeto, que obrigatoriamente deve ser orientado por um professor, exceto os universitários, que podem optar ou não pela orientação. Para as crianças do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental I,  o torneio propõe a criação de um desenho para sensibilização sobre a importância que o meio ambiente deve ter para a sociedade. O grupo que vai do 6º ao 8º ano do Fundamental II deve propor uma ação pontual que aumente a quantidade de materiais descartados corretamente em casa ou na comunidade e uma campanha em vídeo. No Ensino Médio e Técnico Profissionalizante, o desafio é propor soluções sobre o tema gestão de resíduos ou ações de valorização dos profissionais da cadeia da reciclagem. Já os universitários devem solucionar um problema recorrente, vivenciado ao longo dos processos da cadeia. O projeto deverá ser aplicado junto às cooperativas de catadores de materiais recicláveis locais. Também podem optar por soluções para a reciclagem de latas de alumínio ou apresentar uma iniciativa pré-existente, já implementada entre 2019 e 2020. Os melhores projetos serão premiados com certificados, troféus e outros reconhecimentos, que vão desde tablets e laptops até prêmios em dinheiro.  O Instituto Alpha Lumen–IAL é uma entidade sem fins lucrativos, sediada em São José dos Campos/SP que busca soluções de impacto social através de ações educativas. A Alpha desenvolve projetos em várias frentes (Educação, STEM, Arte e Cultura, Empreendedorismo, Esporte, Sustentabilidade e Saúde, Relações Internacionais). Em Educação o IAL gera estruturas educacionais inovadoras e apoio ao ensino de estudantes com altas habilidades. Seu Projeto Escola, que inclui os ensinos Infantil, Fundamental e Médio, visa à formação de lideranças transformadoras e éticas entre jovens e crianças talentosas advindos fundamentalmente da escola pública e de baixa renda, capazes de refletir a construção da própria história, impactando positivamente o seu entorno, muitos com potencial para se tornarem agentes disruptivos na sociedade, no Brasil e no mundo. #reciclagem #educação #sustentabilidade #responsabilidadesocial #institutoalphalúmen #ball #virtudesorganizacionais #reputaçãovirtuosaintegradora #nomuselocus #tacademia 

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Ação virtuosa que ajuda empreendedores a entender o processo de venda e relacionamento nas redes sociais

A mLabs, plataforma online de gestão de redes sociais para pequenos negócios, oferece um curso 100% gratuito que será lançado amanhã, quarta-feira. As aulas serão ministradas por Rafael Kiso, CMO da plataforma e um dos principais nomes da comunicação digital no Brasil. O curso é uma parceria com a Ton, solução de pagamentos completa da Stone, para o pequeno empreendedor. Não há limite de alunos, pois “a proposta é incluir e capacitar o maior número possível de microempreendedores, profissionais de comunicação e demais interessados para utilizarem as redes sociais como estratégia para alavancar seus negócios”, conta Kiso. Serão 16 aulas gravadas: “Panorama das Redes Sociais”, “Como identificar quem é seu cliente ideal”, “Como escolher suas redes sociais”, “Como pensar seu conteúdo”, “Como distribuir seu conteúdo”, “Como alcançar mais pessoas”, “Como interagir com o público”, “Como melhorar seus resultados” são alguns dos conteúdos que serão abordados no curso. O curso é ministrado pelo fundador da mLabs, Rafael Kiso, um empreendedor serial e possui outras empresas de sucesso na área, como por exemplo, uma agência de comunicação digital especializada em Mídias Sociais, com cases de sucesso comprovados. Rafael Kiso também foi vencedor do Prêmio ABRADI de Profissional Digital, na categoria Planejamento, obtendo o reconhecimento máximo do mercado sobre seu sólido conhecimento.  Para se inscrever basta acessar: https://www.vendamaispelasredessociais.com.br/ . Após finalizar o curso o aluno receberá um certificado de conclusão. #bondade #colaboração #virtuosidadesempresariais #empreendedorismo #redessociais #marketingdigital #mLabs #nomuselocus #tacademia #reputacõesvirtuosasintegradoras

Nossa Missão

O NomuseLocus compõe um projeto imparcial, autônomo, independente, multidisciplinar e integrador de formação e informação dos conceitos que sustentam a perspectiva da reputaçãovirtuosaintegradora, aglutinando perspectivas diversas no esforço de disseminar novas práticas, valores e ações virtuosas e integradoras que promovam o vem estar do indivíduo, da sociedade, visando a evolução e a prosperidade.

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