Virtuosidades

Pimp my Carroça um projeto inspirador que se amplia com o Carroças do Futuro
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Pimp my Carroça um projeto inspirador que se amplia com o Carroças do Futuro

No Brasil, existem cerca de 400 e 600 mil catadores que têm no lixo solido descartado pela sociedade sua principal fonte de renda.Destes, cerca de 30,3 mil estão em cooperativas e associações, segundo o Ipea. São eles os responsáveis por, em média, 90% da reciclagem no Brasil. Utilizam as carroças para armazenar e transportar o que recolhem nas ruas até um ecoponto ou ferro velho Com o esforço de parceiros o Pimp by Carroça tem conseguido empoderar essa comunidade. Porém, uma das maiores dificuldades desse profissionais é com o enorme esforço físico dedicado no transporte do volume de material que eles têm que recolher na quantidade suficiente para gerar uma quantidade de valor que os sustentem. Esse esforço demanda tempo, enorme esforço físico, que ao longo do tempo causa inúmeros problemas de saúdes. Diante desse contexto, o Movimento iniciou um projeto com o foco na redução desse esforço que propiciasse maior eficiência e produtividade no seu trabalho, com    a criação do projeto Carroças do Futuro. Ele cria triciclo e carroças motorizados e sustentáveis para catadores e visa melhorar a condição de trabalho e saúde desses profissionais, com o objetivo de desenvolver protótipos de carroças e triciclos elétricos que utilizem energia renovável como alternativa à tração humana. O objetivo é a criação de protótipos baseados no uso de energia renovável, com baixo custo e potencial de escalabilidade, de forma a prevenir e mitigar os problemas de saúde dos catadores, favorecendo também a geração de renda. Atualmente dois modelos de protótipos estão sendo trabalhados. Para um bate papo informal e inspirador, esteve no quadro Virtuosidade, coordenado pela editora e coordenador do #nomuselocus,  Ana Lúcia Alcântara Oshiro, com a coordenadora do projeto, Adriane Andrade. Assistam no nosso canal ou aqui, no link: https://youtu.be/3HyHCaFzUnY

Ajudar o mundo a prosperar e alinhar a comunidade global nesse sentido é o desafio cotidiano na atração e manutenção dos talentos pela Cargill
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Ajudar o mundo a prosperar e alinhar a comunidade global nesse sentido é o desafio cotidiano na atração e manutenção dos talentos pela Cargill

Reunindo pessoas, ideias e recursos para entregar produtos, tecnologia e formas de operar que constroem negócios de sucesso e comunidades enriquecidas”. Nas redes sociais e na mídia a empresa esteve presente ao longo dos últimos dois meses com as notícia de que absorveu em seus quadros de colaboradores mais de 170 novas contratações em plena pandemia. Não deixa de ser uma boa noticia em tempos de recessão e redução de quadros nas empresas buscando a redução dos custos e, normalmente, a ação tradicional [e pela redução da mão de obra, frente à redução da produção e a retração do mercado. Desde 2017, a Cargill vem apostando em um modelo inovador de processo seletivo. Feito virtualmente, o programa consiste em etapas que envolvem games de competências, teste de inglês e dinâmicas. Além disso, para tornar as contratações ainda mais inclusivas, a companhia adotou o modelo de “currículo cego”, no qual além de não terem o conhecimento sobre a instituição dos candidatos, os gestores contratantes também não têm acesso ao nome, idade e gênero dos estudantes.  Com 50 anos de atuação no Brasil, a empresa  atua com mais  bem conhecidas no varejo no pais, como é o caso de Liza – conhecida por 99% dos usuários de óleo de cozinha e presente nos lares brasileiros desde 1975; a Pomarola, conhecida por 94% dos consumidores de molho de tomate e presente em 76% dos domicílios, de acordo com pesquisa realizada pela empresa Ipsos. Entender o comprometimento da empresa com a prosperidade e o enriquecimento das comunidades e seus colaboradores globalmente, o NomuseLocus em busca da fala da subsidiária da empresa no Brasil com um bate papo com Luciana Giuranno, head de aquisição de talentos da Cargill na América Latina. Numa entrevista agradável, informal e super aberta, Luciana Giuranno expôs os compromissos da marca, o entendimento do “Prosperar” quando se fala na Cargill em pessoas e na atração de talentos. Para a Cargill o foco de sua política é dispor de talentos com capacidade ou competência inclusiva. O desafio é alinharmos os valores organizacionais com os individuais e com a exigência de inclusão. Na Cargill muitos dos processos, procedimentos orientativos de toda a sua comunidade são discutidos globalmente, independente do local onde esteja a marca. De acordo com o propósito da empresa, “ajudar o mundo a prosperar”, temos a estratégia de Rh que permeia a organização, de seus negócios – não importando os níveis dentro da organização. “Um dos seus valores básicos de nossa organização, expõe a executiva, “é colocar as pessoas em 1º lugar”. “Quando buscamos uma pessoa”, ressalta  Giuranno, “buscamos atraí-la para a organização, seja para uma área ou função, as competências globais da organização têm que ser considerada, mas também algo importante que procuramos, independente do seu nível, é se ela é uma pessoa inclusiva”, explica Luciana. A diversidade de times, equipes, pessoas, não está relacionada apenas a gêneros, orientação sexual, raça, mas, acima de tudo, para a organização norte-americana, de opiniões, experiências, nível social, advinda de numa universidade de primeira ou não. Para a head de aquisição de talentos da Cargill na América Latina, o host da filosofia de gestão do capital humanas na Companhia está na valorização das competências, habilidade e não qualquer outro item vinculado sobre sua origem, gênero, raça ou religião. “Analisamos se essa pessoa tem o potencial para entrar na organização, considerando se ela é inclusiva, pois se ela não puder ou não dispor dessa capacidade de convívio no nosso ambiente, ela não se adaptará. “Afinal ”temos que dispor de um ambiente inclusivo, esse é o nosso DNA”, disse a executiva no nosso papo no quadro LocusEmpresarialVirtuoso no nosso canal no  e  inscreva-se, para receber alertas dos novos encontros. Acompanhe! #dievrsidade #enriquecimento #prosperidade, #virtudesorganizacionais, #reputaçõesvirtuosasintegradoras, #nomuselocus, #tacademia #cargill

Apoio psicológico a docentes e alunos no retorno às aulas em SP
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Apoio psicológico a docentes e alunos no retorno às aulas em SP

Quando ações positivas que sejam afetivas e agreguem valor para o individuo, o cidadão, sem conjecturas políticas, elas merecem ser divulgadas e valorizadas. Uma ação virtuosas, que é afetiva, respeitosa e promove um processo de disseminação de acolhimento apoio e suporte na próxima retomada às aulas pela rede pública de ensino do Estadod e São Paulo. Anunciado hoje pelo Governado João Doria, o programa Psicólogos da Educação prevê a contratação de menos mil profissionais da área para atender 3,5 milhões de estudantes e 250 mil professores e servidores da rede estadual paulista. O atendimento remoto vai ser feito em mais de 5 mil escolas a partir de novembro.. “Os atendimentos serão feitos inicialmente por videoconferência, remotamente, como determina a orientação do Centro de Contingência da COVID-19. O suporte de psicólogos já era uma demanda histórica, mas se tornou ainda mais necessária diante da pandemia”, declarou Doria. Os psicólogos vão apoiar o desenvolvimento das ações do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP) e orientar profissionais sobre possíveis sinais passíveis de identificação de traumas e abusos entre os alunos, além de conduzir testes e ferramentas psicológicas, conforme planejamento de cada escola. “Desde o período anterior a pandemia, a ansiedade é um dos fatores que mais afeta os educadores. 28% afirmam estar sofrendo ou ter sofrido algum tipo de depressão. Agora, quase 50% dos professores indicam que estão preocupados com a saúde mental”, declarou o Secretário de Educação Rossieli Soares. “80% dos jovens hoje dizem que o lado emocional tem atrapalhado nos estudos. O aumento de ocorrência desses transtornos acaba afetando a própria aprendizagem”, acrescentou. Todas as mais de 5 mil unidades da rede estadual serão beneficiadas. Cada escola terá à disposição, no mínimo, 5 horas semanais de atendimento por um psicólogo. Quanto maior o número de alunos atendidos pela unidade, maior será a carga horária semanal disponibilizada pelos profissionais. Os atendimentos vão começar em novembro e devem ocorrer por meio de conferência por áudio ou vídeo via internet. A prioridade é que os psicólogos atuem em atividades coletivas que contribuam para a melhora de todo o ambiente escolar. Também haverá a possibilidade de atendimento clínico de emergência para alunos ou servidores. Como vai funcionar? Para ter acesso ao atendimento, as escolas terão de realizar agendamento por meio de uma plataforma específica. As equipes das Diretorias de Ensino e da Secretaria de Educação vão fazer o monitoramento e avaliação da atuação dos psicólogos e da melhoria do convívio escolar na rede pública. #reputações virtuosas #virtudes #GovernodoEstadodeSãoPaulo #retomadaàsaulaspóspandemia #Respeito #nomuselocus #tacademia

Amamentação
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Lives abertas na semana da amamentação

Tendo como valores a transparência, o respeito, o Hospital Icaraí, de Niterói, Rio de Janeiro, desenvolve ações integrada que ajustam-se aos mesmos, disponibilizndo,  a partir do dia  31 de julho, sexta feira próxima até dia 8 de agosto, sempre as 20 horas, na semana da amamentação, uma série de lives para as mamães. O link para assistir as ives é:  https://www.instagram.com/hospitalicarai/ A programaçãod das lives está a seguir: Sexta – 31/07  Tema: Mamãe saudável, bebê saudável   Dra. Luísa Ávila (Obstetra e Fetologa) e Dra. Flávia do Vale (Coordenadora da

Livro Boas Práticas de Retorno ao trabalho
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Retorno ao trabalho nos escritórios em livro digital gratuito da ABRH

A ABRH Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos) desenvolveu o e-book “Boas Práticas para Retorno ao Trabalho”. O material visa ser uma fonte de referência e apoio para as empresas que buscam soluções para adaptação ao cenário pós-pandemia, desde iniciativas relacionadas ao protocolo de segurança até estratégias de engajamento de pessoas. O conteúdo pode ser acessado gratuitamente na plataforma ABRH Digital. O e-book está dividido em trilhas, com cada uma explorando amplamente o tema abordado. Entre elas, Gestão, Saúde, Jurídico e Emocional.   O material está disponível para download no site da ABRH Brasil: https://www.abrhbrasil.org.br/cms/formulario-e-book/ #acõesvirtuosas #engajamento #virtudesorganizacionais #nomuselocus #abrh

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Um CV, uma historia, ação virtuosa que integra

A jornalista Katherine Riva teve uma ideia depois de perceber o crescente aumento de desempregados não apenas em sua área, mas tambem em variados setores da economia. E pensou: porquê não conhecer as hsitorias por trás de cada pessoa que perdeu o emprego? Mas como viabilizar o projeto diante do volume de pessoas atingidas: cerca de 14 milhões de pessoas em todo o país? Para isso ela teve expandiu sua dieia: convidar ourtos jornalistas para se enajar na proposta e com seu expertise pudesse entrevistar e contar as milhares de historias por tras do rosto de cada uma dessas pessoas. A ideia foi tão boa que o projeto que corre na rede social Linkedin – Adote um CV – decidiu se juntar a proposta de Katherine, “Um CV, uma historia” e que anunciada este mês, já vem cosneguindo engajar diversos outros profissionais. O objetivo, diz a jornalista, “e expandir a territorialidade da campanha, e apresentar o maximod e historias possivesl. Se conseguirmos engajar as empresas tambem, iremos mudar a realidade dificil de milhares de pessoas atualmente no Brasil”, ressalta Rivas. Uma ação simples que com bondade, simplicidade e muita sinceridade, juntos, podemos transformar diversos contextos. Veja a entrevista de Katherine Rivas no nosso canal no youtube https://youtu.be/hPmxVpSIjtk

Campanha de alimentos da AMA
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Campanha da AMA com o Grupo Conduzir leva apoio a famílias de autistas

O Grupo Conduzir, composto por profissionais na área de Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e Psicopedagogia, resolveu se engajar e doar cestas básicas contendo alimentos e produtos de higiene para 142 famílias de baixa renda que possuem filhos autistas e são atendidos pela AMA (Associação de Amigos do Autista), entidade sem fins lucrativos.  A psicóloga e Analista do Comportamento Marina Ramos Antonio, diretora do Grupo Conduzir explica que o grupo tem projetos ativos para informar e incentivar o acesso ao tratamento, bem como, dar suporte às famílias que passam por algum tipo de necessidade e “nesse período não poderíamos agir diferente. Nós fizemos doações para algumas ONGs e, para fechar com chave de ouro, optamos pela doação voltada às famílias que tem em seu núcleo familiar uma pessoa autista. Por fazermos parte deste universo, sabemos das dificuldades do dia a dia e dos gastos que essas famílias têm. Com a instabilidade atual, muitas têm precisado de suporte básico, ressalta a diretora do Conduzir. O apoio, além da evidente ajuda da cesta básica, traz um outro componente que é o conforto de ver que algumas pessoas se preocupam com outras, e o nome disso é solidariedade. As famílias assistidas por esta Campanha estão passando por dificuldades financeiras e, para elas, o gesto de apoio, além de ajudar a suprir suas necessidades básicas também traz um alento de coragem e força”.por isso aqui estamos e convidamos todos à doarem também, através de uma corrente do bem”, diz. O transtorno do espectro do autismo (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que se caracteriza, principalmente, pelo comprometimento das habilidades de comunicação e linguagem do indivíduo e pela presença de comportamentos repetitivos e estereotipados em diferentes níveis, resultando, em geral, nas dificuldades de interação social e mudanças na rotina. O Brasil não possui números oficiais sobre quantas pessoas são autistas. Segundo dados do Centro de Controle de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, 1 em cada 59 crianças tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Estima-se que 1% da população mundial esteja enquadrada no espectro. Em tempos de pandemia, os desafios e as dificuldades aumentam. As alterações no cotidiano, rotina e limitações impostas têm difícil aceitação, principalmente entre as pessoas autistas. Outro fator que as famílias brasileiras que possuem algum membro com TEA vêm enfrentando é o desemprego e a diminuição da renda familiar. Isso independente da flexibilização da quarentena, é uma situação que tende a perdurar por um tempo indeterminado. Em muitos casos apenas o pai é o provedor do lar, já que muitas mães acabam se dedicando em tempo integral para o filho. Como doar A AMA está capitaneando a Campanha “Faça a diferença sem colocar a mão no bolso” com a captação de doações automáticas da Nota Fiscal Paulista. No site www.ama.org.br está o passo a passo para realizar o cadastro. Acessando o link https://doacao1.ama.org.br/doacao-nota-fiscal em apenas 1 minuto, é possível aprender como fazer a doação automática dos créditos da Nota Fiscal Paulista. #doação #solidariedade #compaixão #bondade #reputaçãovirtuosaintegradora

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Campanha leva pias comunitárias a mais de 30 mil pessoas carentes no país

A organização social Habitat para a Humanidade Brasil, que trabalha pela promoção da moradia digna, lança sua segunda campanha de apoio às famílias mais pobres do país durante a pandemia. A campanha #UmaMãoLavaOutra pretende arrecadar R$ 138 mil e impactar pelo menos 30 mil pessoas por dia com a instalação de 100 pias comunitárias em comunidades de 9 estados do Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada três pessoas no mundo não tem acesso à água potável e sabão. No Brasil, mais de 30 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada em suas casas e para outros 20 milhões, o abastecimento de água é irregular (SNIS). Para se rpevenir da contaminação na Pandemia, lavar as mãos é uma defesa básica de primeira linha, sendo uma das formas mais eficazes de prevenir a propagação do novo Coronavírus. Mas, para milhares de famílias que vivem em comunidades e favelas, “lavar bem as mãos” não é tão simples quanto parece.  “A falta de acesso à água coloca milhares de pessoas em risco de contaminação pelo Coronavírus. Queremos dar condições para que 30 mil pessoas que vivem em comunidades e favelas possam lavar as mãos todos os dias. Acreditamos que a soma dos esforços de todos os atores da sociedade é absolutamente necessária e urgente para minimizar os impactos dessa pandemia para as populações mais vulneráveis desse país”, afirma Socorro Leite, Diretora Executiva da organização. A campanha #UmaMãoLavaOutra é um financiamento coletivo em que qualquer pessoa pode contribuir. É só acessar o link e doar qualquer valor: https://www.catarse.me/umamaolavaoutra. A pia comunitária As pias comunitárias ficarão em pontos estratégicos da comunidade, para que os moradores possam lavar as mãos antes de usar o transporte público ao sair de casa e, ao retornar, possam se higienizar antes de entrar nas ruas e vielas da comunidade, e nas suas casas.  A pia comunitária contará com uma cuba, torneira, dispenser com sabão e será ligada à rede pública de abastecimento de água, quando possível. Quando não for possível, soluções alternativas como instalação de caixas d’água serão utilizadas. Elas serão construídas e instaladas através da articulação com parceiros em cada comunidade. As associações de moradores e as lideranças comunitárias locais serão mobilizadas e atuarão para determinar os pontos de instalação e ficarão responsáveis pela troca de sabonete líquido e pelo monitoramento/manutenção do equipamento. As pias comunitárias serão instaladas em comunidades nas cidades de São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte e Lavras/MG, Porto Alegre/RS, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Salvador/BA, João Pessoa/PB e Recife/PE. Serviço:Link da campanha: https://www.catarse.me/umamaolavaoutra.Doações a partir de R$ 15Meta: 100 pias comunitárias para higienizar as mãos de 30.000 pessoas por dia Segundo a ONU, uma em cada três pessoas no mundo não tem acesso à água potável e sabão. No Brasil, mais de 30 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada em suas casas e para outros 20 milhões, o abastecimento de água é irregular (SNIS). O COVID-19 já chegou nas favelas e está se espalhando cada vez mais rápido. 

imagem de um homem vendendo flores em uma feira
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Flores embelezam ambiente e quando suportam ações virtuosas tornam-se joias

“Eu me sensibilizei quando vi que que eles estavam perdendo toda a produção de flores porque não tem lugar e para quem vender nesse período. Parte das flores estava tendo que ser inclusive triturada. Isso me doeu a alma e eu fiquei com o coração maltratado. Então eu decidi fazer alguma coisa para ajudar, já que tudo que eu tenho e que sou eu devo às flores”, conta. O florista afirma que são quatro produtores de rosas, flores do campo e orquídeas que ele tem ajudado por enquanto. As flores são divulgadas e vendidas pela internet, senda que as entregas estão sendo feitas por delivery em São Paulo (Capital). Rabello explica que as flores que estão sendo vendidas agora foram plantadas no início de 2020 justamente para serem comercializadas nesse período do meio do ano, que abriga eventos como Mês das Noivas, Dia das Mães e Dia dos Namorados. “Todo mundo que trabalha com flores depende dos produtores. Nós, enquanto floristas, precisamos que eles plantem, semeiem, reguem e tragam para São Paulo para que a gente possa fazer o nosso trabalho de decorar e deixar um ambiente belo. Então, nesse momento não só eu, mas todos precisamos nos unir e nos movimentarmos para fazer algo para ajudar nesse período que eles estão passando”, defende. A pandemia de Covid-19 (coronavírus) afetou diversos setores da economia, incluindo o de flores. De acordo com o Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), até o final da crise é possível que o setor perca até 120 mil empregos e que até 66% das empresas se vejam obrigadas a encerrar as atividades. Segundo a entidade, o fechamento das floriculturas (que não são consideradas serviços essenciais) e até mesmo a falta de eventos tem contribuído para esse cenário. A Ibraflor afirma que a cadeia produtiva de flores movimenta R$ 8,2 bilhões por ano e gera cerca de 1 milhão de empregos diretos e indiretos. Somente no mês de março, essa parcela da economia brasileira teve perdas na casa de R$ 297 milhões. O diagnóstico é que a pandemia tem afetado todos as pessoas do setor, sem exceção. “As vendas estavam muito ruins. ilustra um dos produtores ajudados por Rabello, Infelizmente com a situação atual que o país se encontra, muitos de nós produtores tivemos que começar a descartar as flores e tivemos grandes perdas. Então com essa ação a gente está conseguindo vender boa parte da nossa produção”, relata. Gesto de solidariedade Além das vendas, Rabello também tem feito uma ação ädicional de ajuda a famílias carentes. Amantes de flores podem trocar buquê de flores de campo por 5 kg de alimentos. Esses alimentos estão sendo revertidos para famílias carentes da Capital Paulista. Até agora, o florista já conseguiu arrecadar e distribuir mais de 400 kg de alimentos. A divulgação das ações está sendo feita pelas redes sociais e conta com a participação de grandes personalidades. #solidariedade #compaixão #bondade #reputaçãovirtuosaintegradora #nomsuelocus

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Comunicação – será que chegamos na plenitude?

Nesse processo esteve a Comunicação. É ela que nos capacitou a ampliar nossa própria extensibilidade, superando limites, conquistando territórios, desafiando a natureza, possibilitadas por este processo de relacionamento denominado “comunicar”. Nos comunicamos de diversas formas; somos, acima de tudo, humanos e graças à nossa capacidade cerebral de simulação, seres projetores de modelos – replicando-os na natureza. No processo comunicacional em sociedade passamos do unidirecional ao universo da massa, da comunicação de um para muitos. Evoluímos como ser vivo inteligente e simulador, comunicador, influenciador de comportamentos, estruturador e reformatador do próprio universo. Chegamos enfim, ao máximo da evolução, quando externalizamos o nosso cerebro, nossa própria inteligência, tendo como centro da mudança, mais uma vez, o processo de comunicação, digital, virtualizada, baseada no relacionamento compartilhado, interativo, de um para muitos e de muitos para muitos, em um ambiente no qual o tempo e o espaço são construídos de forma a tornar a experiência da comunicação, das relações, ilimitada, personalizada, diferente de tudo o que já construímos ao longo de nossa própria evolução. Enfim, chegamos a um grande desafio como seres comunicadores. Indo além, como gestores desse processo na sociedade, absorvemos um desafio maior: como moldar processos comunicacionais, de imagem, num ambiente no qual o limite é inexistente, o definidor da mensagem é o receptor, em um amplo processo de ida e vinda. Nesse processo evolutivo chegamos a um novo universo comunicacional que precisa ser considerado em qualquer ação de Comunicação a ser estruturada seja em qual situação ela for desenvolvida: na sociedade, numa empresa, etc. Temos que nos conscientizar que o processo de ida não é mais unidirecional, ele deve considerar todos os agentes, num sistema de ida e vinda, no qual a mensagem e o meio já não possuem papel isolado, se confundem. E, acima de tudo, os agentes se integram, misturam-se e nunca mais seremos apenas definidores, mas participantes, alterando o sistema num processo que chamo de circular. Nessa análise está o alerta para o comunicador do mundo virtualizado, conectado e de uma technological life …é…comunicadores, tremendo desafio…não temos mais poder, somos como qualquer ser universal do século 21 humanos conectados, integrados e comunicantes …qual nosso papel? Vamos pensar: – se sempre dominamos e vivemos por e pela informação; se nosso campo de estudo é social e representa a prática social da teoria social…repensemos,, qual nosso papel? Temos, sim, uma importância descomunal nos novos tempos…o grande desafio será repensarmos nossa forma de fazer o objeto, praticá-lo. Temos que retomar algo que aos poucos fomos esquecendo: somos o agente social de transformação, formador e disseminador. Independente da tecnologia. Afinal, ela sempre esteve por aí. – retomarmos nosso objeto, recuperando o que sempre fomos: agentes de delação, crítica, a voz, o orientador social, o formador. E nesse aspecto temos que superar o lugar comum do “formador de opinião”. Não, o papel do agente é orientar, educar e acompanhar. Dessa maneira, estaremos, sim, ao lado de quem sempre esteve conosco e que aos poucos – por nossa postura, muitas vezes arrogante e orgulhosa – foi  no substituindo pela tecnologia: o leitor, o ser humano do outro lado da mensagem, da interação, o sujeito social – não a audiência.

Nossa Missão

O NomuseLocus compõe um projeto imparcial, autônomo, independente, multidisciplinar e integrador de formação e informação dos conceitos que sustentam a perspectiva da reputaçãovirtuosaintegradora, aglutinando perspectivas diversas no esforço de disseminar novas práticas, valores e ações virtuosas e integradoras que promovam o vem estar do indivíduo, da sociedade, visando a evolução e a prosperidade.

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