Dossiê

Dossiê, Governança

Equilíbrio organizacional e pessoal essencial em tempos complexos

Marcela Argolo, a convidada do quadro Virtuosidades comando pela profa Dra e nossa coordenadora Ana Lúcia De Alcântara Oshiro lançou recentemente seu livro Liderança Regenerativa – a Arte do Equilibrio, a busca do equilibrio faz parte de toda estrategia que busca integrar a Governança, a preservação dos recursos da natureza e a responsabilidade social, presentes no ESG. O livro apresenta o métodoc riado por Argollo, o “Alinhar-se”, que para a autora torna-se o melhor caminho para as lideranças. Editado pela L D’Livros Editora, a obra traz a visão e experiência da atleta, mãe, executiva financeira e professora sobre o atual conceito de liderança corporativa, que vem sendo cada vez mais utilizado pelas mais estruturadas organizações empresariais, embasado em aspectos de cooperação, engajamento e boas práticas de preservação do Meio Ambiente, ações sociais e governança corporativa. No quadro Virtuosidades Marcela bateu um agradável papo com a editora do NomsueLocus e mostrou como o alinhamento entre valores, cultura e ações e atitudes virtuosas pode, como nossa diretora tanto  dissemina: formar ciclos reputacionais que agregam, geram valor, riqueza e principalmente novps e inovadores paradigmas. Assista em nosso canal nomuselocus #equilibrio #esg #responsabilidadecorporativa #responsabilidadeorganziacional @marcelaargolo @ala.oshiro @tacademia

Logo do capitalismo consciente
Dossiê, Virtuosidades

Capitalismo Consciente, com perspectiva compassiva

Alinhar apoio e suporte as empresas, fomentar geração de renda e riqueza e competitividade das empresas no suporte por investimentos é sustentável, responsável e compassivo. Assista o bate papo com o Instituto Capitalismo Consciente. No ultimo bate papo de setembro, a nossa editora e coordenadora do projeto NomuseLocus de reputações virtuosas e suas práticas recebeu a CEO do Instituto Capitalismo Consciente, o diretor da Trê Investimentos e do Sistema B para falar sobre os desafios na disseminação do movimento global de conscientização das lideranças capitalistas sobre práticas de negócios mais sustentáveis e sejam estendidas à sociedade, e abordou tambem o projeto que envolveu empresas, líderes e entidades parceiras de apoio às empresas na pandemia. O programa retorna agora, a partir de outubro e busca suportar as empresas selecionadas e que tiveram apoio naquele período para alavancar seu desenvolvimento dentro dessa consciência para que possam inovar seus modelos de negócios e ao mesmo tempo gerar riqueza e renda. Conheça o programa e veja como pode participar com sua empresa e entenda o conceito desse movimento em nosso canal e aqui, no portal – acima.

Post do Instituto
Dossiê, Locus, Virtuosidades

A Justiça sobre o prisma da atuação da ética empresarial

O bate papo da semana é com o Instituto de Ética e Justiça Empresarial – o IBDEE, com o presidente e a vice-presidente da Instituição que assumiram este mês a nova diretoria. O nosso modelo de Gestão da Reputação Virtuosa-VRI tem como um dos seus sustentáculos principais a Justiça , seguida do Respeito. Assista o Encontro aqui ou em nosso canal. O termo Justiça tem na contemporaneidade um amplo arcabouço de significados, normas e cômputo ético que no ambiente das empresas tornam o comportamento organizacional foco de posicionamentos no mercado e, principalmente, perenidade nos negócios e manutenção de competitividade, confiança e valor. Nesse Encontro com o IBDEE trouxemos uma reflexão a respeito dot ermo, a ampliação da prática e implicações pra uma empresa de sua ausência e as prerrogativas envolvidas com a interpretação de justiça nos dias atuais.

Luciana Moherdaui
Disrupção, Dossiê, Insight

Vale a pena revidar fake news com fake news?

As fake news são a bola da vez na atual campanha eleitoral para presidente da república e governadores. Mas a disputa discursiva, retórica, no espaço das redes criando fatos ou mentiras, as fake news e uma estratégia saudável? Leia! Diante da escalada de ataques entre as campanhas de Jair Bolsonaro e Lula neste segundo turno e o debate que se formou em torno de apoiadores do PT aplicar os mesmos métodos da militância do seu adversário, o atual presidente Jair Bolsonaro – se vale a rebater fake news com mais fake news -, Malu Gaspar, afirmou, em sua coluna no jornal “O Globo”, que se trata de pergunta errada para o momento.    “Claro que não existe mentira do bem – quanto mais mentira baseada em homofobia. Por outro lado, responder a ataques com flores e amor tampouco vai resolver alguma coisa. Se há uma lição que qualquer pessoa que já acompanhou uma grande campanha eleitoral no Brasil aprendeu é que, por mais sujas e feias que sejam, campanhas negativas funcionam”. O problema não está na tática negativa que quase sempre funciona em campanhas em todo o mundo. Mas no dilema que envolve o discurso do PT em relação a fake news. Enquanto a conta oficial de Lula alerta para eleitores não acreditarem em falsidades espalhadas por bolsonaristas em grupos, o deputado mineiro André Janotes (Avante-MG), principal apoiador do ex-presidente, defende a divulgação de desinformação. A estratégia, denominada “janonismo cultural” pela cientista política Letícia Cesarino, “apropriou-se da estética da comunicação bolsonarista nas redes —caracterizada por montagens toscas, prints sem contexto, memes e difusão rápida —, além de assumir uma postura de ataque, saindo da posição reativa. Na roda, entram até conteúdos comprovadamente falsos ou distorcidos”, conforme definiu Cesarino a “Folha de S.Paulo”.  A contradição dividiu opiniões nas redes sociais e na imprensa, uma vez que a oposição a Bolsonaro sempre colocou as fake news como definidoras do resultado do pleito de 2018, e as combateu veementemente – o que não se pode comprovar matematicamente. O argumento agora é que revidar fake news com fake news é legítimo. Em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Maurício Moura, presidente do IDEA BIG DATA, confirmou o que alguns pesquisadores têm afirmado, desde a vitória do atual mandatário: “[…] do ponto de vista acadêmico e estatístico, é praticamente impossível isolar o efeito de fake news”. A sujeira levantada nesta reta final da campanha por bolsonaristas e encabeçada por Janones  – homofobia, ataques a nordestinos, canibalismo, presidiários e guerra religiosa, entre tantos outros -, trouxe um desalento a quem pensou que as medidas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplacariam a distribuição desenfreada de conteúdos dessa natureza. Mas o que se constatou foi a impossibilidade de fechar esse “esgoto”, como definiu Marco Ruediger, diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV, à “Folha”. Mesmo banidos pelo TSE, vídeos de baixo nível continuam a circular pela internet, pululando de uma rede a outra. O bolsonarismo, por ter institucionalizado as fake news, não demonstra abatimento com as decisões do Tribunal. Pelo contrário, tem uma rede de articulação cuja dimensão não se pode mensurar. Já o PT busca se descolar do janonismo: “[…] o Janones não é da coordenação de comunicação da campanha”, disse a O Estado de S. Paulo, Edinho Silva, um dos coordenadores de comunicação de Lula. Mas é sabido que o deputado dá expediente em reuniões do partido e orienta ações na internet. Em que pesem as diferentes condições dos adversários no campo digital, revidar fake news com fake news coloca em evidência a incongruência petista e a falta de um plano em um espaço em que Bolsonaro nada de braçadas. Mimetizá-lo não aumentou as intenções de votos de Lula, e o presidente avança. #fakenews, #notíciasfalsas, #campanhapolítica, #polarização, #vicios, #virtudes, #reputação, #marketingpolítico ** Os artigos expressam a visão, olhar e opinião de seus articulistas. Nem sempre expressam a opinião de nossos editores e do NomuseLocus. Mas, todos ao serem convidados para colaborar com nosso projeto é porque estão em sintonia e alinhados com nosso conceito das reputações virtuosas. 

Luciana Moherdaui
Dossiê, Política, Redes

O perigo da articulação em rede na campanha eleitoral

Em entrevista à “Folha de S. Paulo” (https://bit.ly/3crnA7E), Thomas Shannon, ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil, observou que Jair Bolsonaro (PL-RJ) e sua equipe estudaram as estratégias do republicano Donald Trump e alerta para o risco de o presidente questionar as eleições, com intuito de repetir o 6 de janeiro de 2021. Com milhares de seguidores em redes sociais e participação em grupos de comunicação instantânea, há preocupação de Bolsonaro incitar seus apoiadores a não reconhecer o resultado do pleito – o primeiro turno está marcado para o próximo dia 2 de outubro – e se organizarem em torno de uma quebradeira institucional. Embora pouco se acredite em uma ação bem-sucedida, pois Bolsonaro precisaria de apoio para colocar em prática seu plano, existe um temor a respeito de uma articulação em rede amplificar a incitação ao ódio e à violência. Pesquisa divulgada por “O Estado de S. Paulo” mostrou que mortes por intolerância política no Brasil já superam as de quatro eleições nacionais desde a redemocratização (https://bit.ly/3yW67vO). De acordo com o levantamento, homicídios por divergências ideológicas ficaram mais frequentes a partir de 2018 – somente neste ano, o número assassinatos por essa motivação somam 26. Nas eleições de 2020, foram registrados 16. A dúvida é se os crimes irão escalar, a exemplo do ocorrido no Capitólio, na era Trump, nos Estados Unidos. Como bem lembrou o ex-embaixador Shannon, nos Estados Unidos, Trump fracassou porque dependia de uma multidão pouco disciplinada, sem amparo de lideranças partidárias, tribunais e Forças Armadas. No Brasil, o presidente Bolsonaro mantém ativo perfil no Twitter, apesar de ser espalhar desinformação, sobretudo a respeito das urnas eletrônicas e da Covid-19. A rede social marca eventualmente seus posts. Por essa razão, há a desconfiança de, como mencionou o ex-embaixador Shannon, mimetizar Trump. Auxiliares de Bolsonaro, ao aumentar a pressão para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acate sugestões de militares sobre as urnas, dizem “que bastaria um breve recado dele pelo WhatsApp para bolsonaristas promoverem distúrbios como os vistos nos Estados Unidos. Na avaliação deles, o cenário é de consequências imprevisíveis”, segundo o  “Estadão” (https://bit.ly/3bEYi67). O alerta, com tom de chantagem, indica que uma ação belicosa está nos planos do presidente da República. Sabe-se que sua rede de articulação é afluente e sólida. Que o Twitter não espere outro descalabro para agir. A oposição reconhece a artimanha. “Bolsonaro detém o poder da máquina, conta com um generoso tempo de TV, que não teve em 2018. Também vai muito bem nas redes. Melhor que nós, afirmou em entrevista a Páginas Amarelas, da Veja, o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ). Os embates e as trocas de farpas, porém, não se restringem aos bolsonaristas. No primeiro debate realizado entre presidenciáveis pela “TV Bandeirantes” no domingo, 28, o deputado federal André Janones (Avante-MG) partiu para cima do correligionário do atual mandatário, o ex-ministro Ricardo Salles. Seguranças e integrantes das duas campanhas tiveram de interceder. A provocação foi calculada. Com a câmera do celular ligada, o parlamentar gravou a discussão (http://glo.bo/3ToyHzi). O presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) também usa a beligerância em sua campanha. Mas não adota como estratégia a disseminação de notícias falsas. O tom é centrado em ataques contundentes a seus adversários, com uma estética nas redes sociais voltada principalmente ao público jovem. Levantamento de “O Globo” (http://glo.bo/3AWBh8E) mostrou conteúdos falsos produzidos pelas campanhas do PL e do PT para viralizar no TikTok. “Um deles sugere que a facada no então candidato Jair Bolsonaro (PL), em 2018, não ocorreu; outro afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se eleito, vai acabar com o Pix”. De acordo com o jornal, “30 vídeos envolvendo as eleições acumulam cerca de 15 milhões de visualizações, além do alcance desse material compartilhado fora do aplicativo”. A troca de comando do TSE, com o ministro Alexandre de Moraes na presidência, aumentou a expectativa de punições a quem produz informação falsa, incita violência, ataca o Estado Democrático de Direito e ao abuso de autoridade. Espera-se efetiva aplicação das sanções, para além dos inflamados discursos proferidos no Tribunal. *Jornalista, Pós Doutora pela USP. Estuda os impactos da internet na sociedade contemporânea há 26 anos. É pesquisadora do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) e autora de “Guia de estilo web – Produção e edição de notícias on-line” e “Jornalismo sem manchete – A implosão da página estática”. #discursopolítico #discursodeódio #eleições #redessociais As opiniões e visões dos autores são independentes e não necessariamente estão de acordo com a visão do portal NomuseLocus. Os autores compartilham os conceitos das reputações virtuosasintegradoras defendidas pelo NomuseLocus e a plataforma T.academia.

Will Smith
Dossiê, Insight, Reputação

O tapa de Will Smith, o Oscar, a Vaidade e o valor reputacional

Quando Will Smith deu um tapa na cara de Chris Rock, após o comediante, que apresentava o prêmio de melhor documentário, fazer uma piada sobre a cabeça raspada de sua esposa, Jada Pinkett Smith, seu ato gerou pautas para todos os meios de comunicação on e offlines globais e em conversas nos mais variados ambientes sociais e de negócios. Leia! Todas as discussões e argumentos apresentados nos mais variados contextos de fala se pautaram por diversas visões e posicionamentos. Alguns destes em redes sociais respaldaram nas questões das normas jurídicas. Dentre estes aquele que me causou maior atenção foi o que ressoou na discussão em relação à honra, calúnia e difamação – crime previsto no código penal brasileiro (artigo 138: calúnia (art. 138), difamação (art. 139) e injúria (art. 140). Ufa! Se houvesse ocorrido no Brasil, Will poderia faturar um bom dinheiro –em reais, logicamente! Mas, a questão é muito mais complexa e de enorme risco para toda e qualquer pessoa ou organização em tempos de ESG, economia comportamental, da experiência e de vida tecno informacional global e virtualizada. Inserindo o ato no ambiente jurídico brasileiro, considerando o delito contra a honra, segundo juristas e advogados especializados, é considerado de menor potencial ofensivo pois em regra geral, a ação penal é privada, sendo de exclusiva iniciativa da vítima (personalíssima, no caso, Will Smith) que se procede mediante “queixa-crime”, no Juizado Especial Criminal. Assim, sob esse prisma o agente do delito (Chris Rock) em sua narrativa não pecou contra a honra de Will, mas difamou Jada, que não reagiu, ao contrário, em sua manifestação posterior ao ato, afirmou: “…esse é um tempo de cura, e estou aqui para isso; é um tempo em que a humanidade necessita de cura!” Diante disso podemos nos adentrar para outra vertente dos atos daquele locus entre Smith e de Rock: Rock injuriou Jada, que não reagiu e proferiu discurso de conciliação e paz. Rock foi imoral, proferiu piada de mau gosto (mas piada e discursos engraçadinhos fazem parte da lógica dos apresentadores do Oscar) e foi inconveniente. Nos voltemos então a Smith e seu ato agressivo e podemos indagar: se a mensagem inconveniente não foi dirigida a ele, como podemos analisar seu ato? Por que ele teve aquela atitude? Respostas podem ser as mais variadas possíveis, respaldando até mesmo em aspectos como o machismo, a vaidade, o poder e em todos o componente das paixões humanas – os vícios e as virtudes. Se formos pela perspectiva do machismo, temos o componente do ator macho, cuja concepção está associada à uma masculinidade exacerbada; que implica na sensação de superioridade sob o feminino pautada unicamente no seu sexo e reafirmada através dos “deveres” para com a família. Se assumirmos essa perspectiva, adentramos à perspectiva de que atitudes machistas envolverem várias caracterizações. Dentre elas, o pensamento presente no cotidiano da sociedade, por parte de homens e mulheres, baseada na crença de que mulher “tem que se dar o respeito” ou “a mulher tem que ser ou precisa ser protegida pelo homem”. Vale ainda expormos outra perspectiva antes de iniciarmos a lógica entre os atos, atitudes e o fluxo reputacional. Continuemos centrados no agente da agressão. A agressividade embute uma tendência a atacar, à provocação e os dicionários de nossa língua pátrea preconizam: “[…] o comportamento agressivo pode ser iniciado quando a pessoa que o manifesta sente-se injustiçada, desmerecida, humilhada, inferiorizada e não pode perceber outras formas de administrar o descontentamento. Cabe uma citação do site da CVV que lida com esses comportamentos que levam ao limite, redundando em depressão aguda e suicídio: “[…] a agressividade é um comportamento emocional que faz parte da afetividade das pessoas. A maneira de reagir frente a ela é que varia muito de indivíduo para indivíduo. Como um mecanismo de defesa presente no âmago de todos os seres humanos, mesmo naqueles que consideramos mais evoluídos, procuramos, muitas vezes, reprimi-la, ignorando-a, como se o fato de não falar a respeito fizesse com que desaparecesse. Na maioria das vezes, evitamos até admitir a sua existência dentro de nós, porque a tememos. Sob esse prisma temos o dolo sofrido pela outra parte: Chris Rock, em um ambiente que naquele momento tinha uma audiência global da ordem de 15,3 milhões de pessoas, em realtime, enquanto tradicionalmente, segundo a Nielsen, ela estava em não mais de 13,7 milhões de espectadores. O tapa elevou a audiência do evento e expôs globalmente e, principalmente, ao mercado, a humanidade de Will. Podemos traçar um grande questionamento e jogar ao ar a busca por uma resposta: quem foi o humilhado; quem sofreu o dolo? Will Smith, sua esposa, Jada Pinket Smith ou Chris Rock? Porém, não é essa a proposta do artigo, mas apenas aproveitar a oportunidade e propiciar ao leitor a reflexão acerca das consequências dos atos e falas e das atitudes, tão alinhadas com as experiências, conceitos e paradigmas apreendidos ao longo de uma vida. E de quanto é imprescindível refletirmos acerca de tudo aquilo que aprendemos e nos ensinaram. Vivemos, como afirmou a sábia esposa de Will Smith, em tempos de cura, de reflexão e de reaprendizado. O contexto da análise exige ser ampliado para alinharmos os pilares constitutivos deste artigo. Leia o complemento do artigo e suas conclusões e dicas no site d a plataforma T.Academia em T.Academia – Artigos (tacademia.com.br).

Tati Mazzei
Dossiê

Os metaversos estão surgindo aos montes. A pergunta que fica é: há uma preocupação ética nas relações vivenciadas nestes mundos virtuais?

A tecnologia está aí e, certamente, em algum momento dos últimos meses, você deve ter lido, visto ou ouvido algo sobre o tão falado “metaverso”.Se ainda não viu nada a respeito, você necessita, imediatamente, de um banho de imersão sobre este assunto,. Tema do quadro Insights Disruptivos de setembro. Leia o artigo e assista o video. O termo “metaverso” foi mencionado pela primeira vez em 1992, ainda no século XX, em um romance de ficção científica chamado “Snow Crash” do autor Neal Stephenson, escritor norte-americano conhecido por suas obras de ficção especulativa. Quem diria, que num futuro próximo, seus manuscritos se tornariam extremamente reais, não é? Pois é. Esses universos tão mencionados, derivam de um conceito que vai de encontro ao termo “phygital”, que surge da fusão entre as palavras physical (físico em inglês) e digital, ou seja, a integração e convergência entre os mundos físico e digital. O conceito vem sendo tão amplamente desenvolvido que acabou ganhando definições mais abrangentes e outras mais específicas, dependendo do contexto. Porém, o mais importante nisso tudo é que saibamos que, independente da categorização imposta, está relacionado a esta ‘nova’ internet na qual uma sociedade virtual “democratizada” apresenta convergências de realidade virtual e física, contendo espaços virtuais persistentes e principalmente, um gêmeo digital ou duplo virtual nosso, neste mundo todo próprio. As definições podem ser muitas. Alguns, como é o caso da adotada por Dare Tsui, CEO da Togheter Labs, diz que se trata de um espaço 3D onde as pessoas podem interagir de alguma forma a partir de três atributos virtuais: presença social, persistência e compartilhamento. Ou então, como mencionou Kerry Murphy, fundador e CEO da “The Fabricant” ,“[…]o metaverso é apenas uma camada digital de nossas vidas. O metaverso existirá quando tudo o que fazemos, digitalmente, estiver completamente conectado. Então, se eu comprar uma camiseta amarela na Fortnite, posso usá-la no Instagram, posso usá-la no Facebook – tenho uma experiência de uso de RA e todos estão completamente interconectados. O metaverso é apenas uma extensão de nossas vidas físicas para o ‘reino’ digital”. Leia o artigo completo no site da T.Academia e aproveita, inscreva-se e acesse todos os conteudos e se integre nos futuros encotnros, workshops e reflexões promovidos pela T.Academia e oNomsueLocus.

Tati Mazzei
Dossiê

Em tempos pós normais tudo é possível: inclusive a virtualidade da presença, mesmo quando da ausência.

Em tempos de covid19[1], muitas nomenclaturas tëm surgido insistentemente, como forma de tentar explicar o nosso tão abrupto presente: o novo normal, novo dia seguinte, novo próximo dia e por aí vai. Trata-se de um momento atual onde todos, sem exceção, fomos inseridos, independentemente da localização geográfica, raça, religião ou qualquer outra forma de distinção que possa lhe passar pela cabeça. Sim, fomos todos colocados no mesmo barco, sem chance alguma de que alguém pudesse dar a sorte de pegar o colete salva-vidas e sair ileso desta já declarada pandemia[2]. Neste momento em que muitos países, universidades e laboratórios farmacêuticos correm contra o tempo para, através de muita pesquisa e testes, buscar a cura ou proteção contra este mal que aflige o planeta Terra. Temos visto o quanto a necessidade de isolamento e distanciamento social, afim de minimizar o contágio e infecção da população, trouxe de mudanças representativas em todas as áreas possíveis, desde a necessidade de restaurantes trabalharem apenas como delivery, até empresas que mantém em home office seus funcionários, até que seja seguro o retorno ao trabalho presencial. Tal acontecimento, iniciado por uma necessidade de vigilância sanitária mundial, acabou desencadeando um processo sem volta: o da aceleração digital. E o que isso quer dizer? Muitos significados. Muitas reflexões podem ser feitas em relação aos últimos acontecimentos. De desvantagem, vemos o crescimento do desemprego em função do fechamento de empresas que foram fortemente impactadas em diversos setores – que vão desde a área de Educação até o ramo alimentício; além da impossibilidade de realização de eventos que permitam aglomerações. No Ao mesmo tempo é possível perceber o quanto o ser humano é resiliente e se reinventa na necessidade, pois a partir da pandemia, vimos surgir a produção de máscaras caseiras, respiradores produzidos em impressoras 3D, profissionais dando aulas de ginástica e orientações de saúde por Skype e reuniões através de plataformas como o Zoom e o Google Meet entre outras. Devido a todo esse processo de aceleração no uso da tecnologia, coisas inimagináveis anteriormente, tornam-se cada vez mais possíveis e aplicáveis. Talvez você já deva ter ouvido falar nos “Jetsons” alguma vez na sua vida, não é? Para aqueles que não sabem do que se trata, esta foi uma série extremamente famosa produzida pela Hanna-Barbera na década de 60 e exibida em emissoras de televisão. Esta série obteve muito sucesso no Brasil ao ser transmitida em terras tupiniquins nos anos 80 pelo SBT – Sistema Brasileiro de Televisão. Sua temática era toda passada em um ambiente futurista imaginário, composto por robôs com variadas funções, carros voadores e toda uma diversidade de equipamentos domésticos e de entretenimento, tudo isso imaginado pelos autores, vislumbrando como seriam os anos posteriores. Mal sabiam eles, que passadas algumas décadas, muito do que ali era apenas ficção, tornou-se realidade. Hoje, temos robôs domésticos executando as funções da limpeza de casa, como aspirar o chão por exemplo, humanoides e chatbots que interagem através da inteligência artificial com os humanos de uma forma cada vez mais aprimorada, não esquecendo dos carros autônomos sem a necessidade de motoristas. [1] A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo corona vírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, sendo que em 11 de março de 2020, foi caracterizada como uma pandemia. Segundo o Ministério da Saúde, a COVID-19 é uma doença que ataca principalmente o sistema respiratório e que pode variar desde infecções assintomáticas até quadros graves e cujos sintomas podem englobar: tosse, febre, perda de olfato e paladar até dificuldades respiratórias e cansaço. [2] Segundo o Dicionário online Michaelis, trata-se de doenças epidêmicas com ampla disseminação. Vale dizer também, que todas essas reflexões são apenas alguns apontamentos, pois muito mais coisas estão sendo colocadas em prática, como é o caso, cada vez mais frequente, dos assistentes virtuais, seja no seu smartphone, no laptop ou então dentro das residências, automatizando e executando comandos solicitados por você. Incrível, não é? No entanto, tantos lançamentos, utilizações e descobertas em tão pouco tempo, abrem precedentes para discussões éticas que muitas vezes não são questionadas ou então, não acabam sendo discutidas a contento. A tecnologia é maravilhosa e deve ser cada vez mais utilizada para que auxilie a vida dos seres humanos de uma maneira positiva. No entanto, deve-se também abrir frente para inúmeras preocupações que estão surgindo, tais como: futuro do emprego, do aprendizado entre tantos outros questionamentos possíveis. Pensando nisso, levanto aqui uma reflexão que já me acompanha há alguns anos e que disserta sobre o mote principal deste artigo: a virtualidade da presença, mesmo na ausência. Leia o artigo completo na área de Whitepapers/Artigos, da T.Academia e acesse toda a produção mensal de nossos parceiros e engajados. Cadastre-se!

Tati Mazzei
Dossiê, Insight

A privacidade no Capitalismo da Vigilância. É possível?

Em sua fala, a professora e pesquisadora das disrupções em ambiente midiático, das mídias e as inetrfaces com as NTICs e formatos de disseminaçãod e mensagens, articulações mercadológicas em ambientes das redes sociais, traz a reflexão sobre o universo do significado de privacidade no mundo contemporâneo de um capitalismo, dito como de vigilância. termo alcunhado pela pesquisadora e professora da Universidade de Harvard, Shoshana Zuboff, autora do livro Capitalismo de Vigilância e tambem de outras outras relacionadas, como In The Age of the Smart Machine: the Future of Work and Power and The Support Economy: Why Corporations Are Failing Individuals and the Next Episode of Capitalism.  No artigo complementar à sua fala no canal NomuseLocus, Tatiana Mazzei amplia a abordagem ao narrar o sistema “score scores”, uma tendência de controle que vem se disseminando como alternativa por muitos governos, como pelo Estado chinês para controlar e monitorar o comportamento dos cidadãos. Essa abordagem e mais uma ampla reflexão a respeito pode ser acessada no artigo desenvolvido pela Tatiana Mazzei, disponível no site da plataforma TAcademia, na área de Whitepapers. Acesse: T.Academia – Artigos/Whitepapers (tacademia.com.br.

Workshop aberto da nova T.Academia sobre política, pandemia e marcas
Dossiê

Workshop aberto da nova T.Academia sobre política, pandemia e marcas

Na próxima 5ª feira, dia 29 de abril, às 19 horas, apresento os resultados da Pesquisa sob o títutlo: “A pandemia, a política, as mídias e as marcas – Varejo e Bancos”, realizado no período de pico da pandemia e de stress político este ano, no mês de março. A pesquisa é o 1º Estudo da nova identidade da T.Academia e foi coordenado por mim e parceria com Ctistina Alves Lima, Melina Konig e Tatiana Mazzei. Convido a todos para um bate papo e interação mútua e também para integrarem-se na nova T.Academia. Basta escolher em que área desejam se engajar. O workshop é aberto a profissionais, estudantes e pesquisadores das áraes de marketing, gestãod e marcas, comunicação, publicidade e propaganda e administração. A inscrição para quem deseja certificado é: http://tacademia.com.br/form_reflexoes_encontros.asp?cod=2 e Para aqueles que desejam ingressar direto no dia, o link da Reunião é: https://www.tacademia.com.br/form_reflexoes_encontros.asp?cod=2 #pandemia #politica #marcas #bancos #varejo #discursosdasmídias

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