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A ação da ANEC para a educação anti-racista

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, é uma oportunidade de refletir sobre a história, a cultura e a resistência da população negra no Brasil e a ANEC toma a iniciativa em levar o debate sobre os impactos do racismo e a educação antirracista. Leia! Em um país ainda marcado pelo abismo racial e de renda, entender e desenvolver uma educação antirracista é fundamental para que justiça e sociedade caminhem juntas. Segundo levantamento do Todos Pela Educação, enquanto 74% dos jovens brancos completam o ensino médio até os 19 anos, apenas 53,9% dos negros alcançam a mesma meta. Essa disparidade reflete a desigualdade racial no acesso à educação e à formação de qualidade. A Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), atenta à necessidade de uma transformação estrutural no sistema educacional, vem promovendo o debate sobre a importância de um currículo antirracista. Recentemente, a organização realizou uma programação online com o tema “Currículo Antirracista e Educação Católica”, onde especialistas discutiram a necessidade de integrar a luta contra o racismo às práticas pedagógicas das escolas católicas. Durante o evento online, a Irmã Carolina Mureb, diretora 2ª tesoureira da ANEC, destacou a importância de alinhar a proposta pedagógica à visão do Papa Francisco, que defende uma “nova aliança em prol das gerações mais jovens”, destacada no Pacto Educativo Global. “Para que essa educação seja, de fato, transformadora […] em vista daquilo que a nossa sociedade precisa, não bastam esforços isolados, é preciso uma aliança de diversas instituições e diversos atores para que essa educação possa acontecer”, comenta. Formação integral, cidadania e a educação antirracista A proposta da ANEC é promover uma formação integral do estudante, indo além do currículo tradicional para construir cidadãos conscientes e comprometidos com os valores de igualdade e respeito. Para a professora Rosemary Francisca Silva, a política antirracista deve ser um “eixo fundamental para a política de oportunidades educacionais”. “Ao olharmos para a história do Brasil, é impossível ignorar as profundas cicatrizes deixadas ao longo do período da escravidão e pela persistência do racismo estrutural”, afirma. A professora Janine Rodrigues, diretora do projeto Piraporiando, complementou a discussão, afirmando que, para se alcançar instituições verdadeiramente antirracistas, é essencial que as pessoas também sejam antirracistas. “Tornar este processo mais próximo do indivíduo tornaria as iniciativas mais simples e menos burocráticas”, afirmou. Janine também enfatizou a necessidade de que as escolas se posicionem de maneira clara contra a intolerância, seja ela racial ou religiosa. Além de promover ações de formação, a ANEC reforça o seu compromisso com a justiça social por meio  da publicação de uma carta-manifesto a favor da educação antirracista. O documento defende que a formação educacional precisa não apenas combater o racismo, mas também promover o pertencimento e a valorização de todos os estudantes, independentemente de sua raça ou origem social. Segundo a carta, a ANEC acredita que é preciso trabalhar para garantir uma educação que “responda à realidade na qual estamos inseridos atualmente”, envolvendo diversos atores sociais em um novo arranjo de colaboração e interdependência. Com base em documentos, como o relatório da UNESCO “Reimaginar nosso futuro juntos” e a proposta do Pacto Educativo Global, a ANEC reforça a necessidade de construir um novo contrato social, que considere a fraternidade universal e o respeito ao próximo como pilares para uma educação verdadeiramente inclusiva. De maneira que todos os estudantes tenham as mesmas oportunidades de crescer, aprender e contribuir para um futuro melhor. Sobre a ANEC A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB). A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja. A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1050 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 83 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 353 mantenedoras. #anec #associaçãonacionaldeeducaçãocatólica #educaçãoantiracista #virtudes #eputaçãovrituosa #ciclosvirtuosos #tacademia #ala.oshiro

Marina Funari
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Empresa entrega resultados por meio de pessoas felizes

A felicidade e a entrega de uma empresa passa pela decisão estratégica de ter suas pessoas felizes e manter uma relação entre todos os públicos, respeitosa. Leia artigo da CHRO da Accesstage sobre o Respeito como base da cultura organizacional. O sucesso de uma empresa é reflexo de seu ambiente corporativo. Pelo menos eu sempre acreditei nisso. Acredito que as empresas refletem em seus resultados exatamente o que são no dia a dia. Na Accesstage nós sempre acreditamos que só é possível atingir o sucesso corporativo contando com pessoas felizes. E é isso que pregamos todos os dias. E nós sabemos que um dos maiores desafios de uma empresa é criar condições para que suas pessoas entreguem o seu melhor e vivam bem, utilizando todo o potencial no dia a dia e de maneira perene. Para atingir este objetivo temos clareza que é essencial respeitar cada indivíduo e suas características. Aqui não falamos apenas de diversidade e inclusão, mas de respeito em sua forma mais ampla, respeitando toda a individualidade das pessoas que fazem parte de nosso ecossistema, sejam elas colaboradores, clientes ou parceiros. Aliás, o respeito está tão intrínseco em nossa cultura que é um dos principais valores estabelecidos na companhia.  Aqui tivemos a fase de construção e implantação da cultura e da consolidação do clima. E, entre os nossos valores que incluem Ética, Sucesso do Cliente, Espírito Empreendedor e Sustentabilidade Financeira, o Respeito pode ser considerado o principal, pois é tido como base para todos os outros, tanto que temos uma frase que permeia o dia a dia da companhia: olhe para o outro e veja você. E é esta frase que nos impulsiona a investir em ações que façam com que todos os colaboradores se sintam motivados a serem parte essencial da busca por resultados. Ou seja, aqui a gestão não é feita com base no controle e comando e sim através do exemplo e da prática dos valores. Se o CEO e a liderança não praticassem os valores, não adiantaria ter expectativas em cima dos times. Funciona como um espelho! Cultura, clima, respeito e todos estes títulos permeiam nosso dia a dia. Aqui as ações já se tornaram parte integrante de nossa identidade, tanto que hoje vemos nossos colaboradores realizando ações sem esperar o respaldo financeiro da empresa. A iniciativa parte de cada um. Esta atitude nos mostra que todos estamos alinhados com os mesmos valores e seguimos um único propósito. Sendo assim, as ações dos colaboradores são genuínas. Agora que já temos cultura e clima muito bem estruturados, estamos na fase de focar no resultado. E como fazemos isso? Com respeito, de forma humanizada e proporcionando um ambiente favorável para conversas transparentes e muitas vezes difíceis, mas necessárias. Cultura e clima consolidados fazem parte da estratégia do negócio e servem como base para que todas as nossas ações sejam muito bem direcionadas. Afinal, esta é a nossa diretriz: resultados sustentáveis são atingidos por meio de pessoas felizes. *Maria Funari é CHRO da Accesstage – Com mais de 25 anos de experiência em Gestão de Pessoas, Maria Funari está na Accesstage desde 2008. Foi convidada para estruturar toda a área de Recursos Humanos, que passou a ser chamada de People e foi elevada a outro patamar.  Reestruturou toda a cultura da organização. Sempre atuou de forma marcante em transformações culturais e no reposicionamento de marca. A executiva tem forte experiência em liderança de processos relacionados a posicionamento estratégico do time de RH, atuando com planejamento integrado de projetos, garantindo como resultado equipes de alta performance, por meio do fortalecimento da cultura de valor, da gestão de carreira e da gestão por consequências. Maria Funari é graduada em Psicologia pela UniFMU, Pós-Graduada em Gestão Estratégica de Recursos Humanos pela FECAP e tem MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios, pela FGV. Atualmente ocupa o cargo de CHRO – Chief Human Resources Office na Accesstage e está à frente das áreas de People, Governança, Riscos e Compliance da Accesstage, empresa especializada erm pagamentos B2B e gestão financeira. #respeito #culturacorporativa #culturaorganizacional #gestãodepessoas #responsabilidadesocial #govervnaça #reputaçãovirtuosaintegradora #reputação #riscoreputacional #desenvolvimentoreputacional

A fé como virtude espiritual para o bem-estar e a saúde do homem contemporâneo
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A fé como virtude espiritual para o bem-estar e a saúde do homem contemporâneo

A Fé se dá quando a pessoa passa a acreditar, de maneira incondicional numa explicação de mundo e a considera como sendo uma verdade absoluta, ainda que haja qualquer tipo de prova objetiva (racional) a contrariando. Leia e Assista! Em artigo “Fé e Razão na filosofia e na ciência”, o professor Doutor Urnbano Zilles, da Faculdade de Teologia da PUC-RS, coloca o conceito sob a perspectiva da filosofia no qual é orientada pela razão, na transcendência do fato. “A fé”, diz ele, “funda nosso mundo humano no âmbito do divino ou da transcendência”. Sua explanação primorosa no estudo “A fé e razão na filosofia e na ciência”, de 2005, publicado na revista digital da PUC Rio Grande do Sul, ilustra como ela agrega e adiciona, principalmente, além da filosofia, os estudos recentes em uma novo campo de pesquisa do cérebro: a neurociência. No questionamento racional da filosofia, a explicação da fé apresenta-se pela racionalidade. Porém, quando o olhar da fé na ciência se aproxima da fé, na doutrina teológica, abre-se um diálogo. A ciência, contribui contra a fundamentação inconsistente das perspectivas secundárias, na busca das bases sólidas, e a fé, suas bases teológicas e espirituais, protege a filosofia (e outras ciências) contra as reduções racionais, evitando que cheguem a conclusões apressadas que possam contradizer a abertura e o alcance da razão. Sob o olhar da neurociência já se comprova o poder da fé no funcionamento do cérebro, ativando e inativando diferentes áreas, como durante a oração, quando o lobo parietal, que é responsável pela percepção do meio ambiente, é inativado, enquanto o lobo frontal, que é responsável pelo foco e concentração, é ativado.  Estudos que pesquisam o circuito cerebral da fé já identificam que lesões associadas a doenças como Parkinson cruzam com áreas positivas do circuito. Já lesões associadas a delírios, como a síndrome do membro alienígena, cruzam com regiões negativas do circuito A fé pode ter efeitos positivos na saúde e no bem-estar humano tanto física, emocional e psicologicamente. Conforme dados recentes apresentados pela OMS, a prática religiosa e o desenvolvimento da fé reduzem em mais de 40% as chances de um ser humano ter depressão, diminuindo o risco de doenças. A fé pode também ajudar a acalmar o sistema nervoso parassimpático, que é responsável pelo estado de descanso e digestão.  Um dos mais representativos estudiosos em neurociência da fé, o neuropsicólogo Jordan Grafman, tem defendido a ampliação da pesquisa no campo envolvendo a religião, e defende ser essencial a investigação de como a espiritualidade e a religião se manifestam no cérebro e quais os seus efeitos dessa prática no ser humano. Recentemente, ele firmou parceria com o IDOR – Instituto D´Or de Pesquisas e Estudos, para a criação de um centro virtual de pesquisas em ‘neurociência das crenças’, com pesquisadores brasileiros e estrangeiros O professor Doutor Grafman afirma: “todos nós aprendemos a acreditar – pela exposição a crenças familiares, pelo ambiente de grupos com os quais nos relacionamos e pelos conjuntos de valores de uma cultura onde desenvolvemos nossa identidade. A busca desse sistema de crenças oferece conforto, reduz a ansiedade”. Matheus Simon, nosso convidado para o #EncontrosVirtuosos (os RVIs) do portal NomsuseLocus, influenciador que oferece cursos e consultoria para a prática da oração como inibidor da solidão, da ansiedade e medo afirma que “a descoberta da fé, pelo poder da oração concede a segurança necessária contra os vícios contemporâneos que levam ao suicídio, ao isolamento e ao pânico em variadas situações do cotidiano”. A neurociência tem avançado e algumas certezas já são apresentadas como: a presença positiva da fé no cérebro, pela presença de estímulos positivos da prática em regiões do cérebro que nos proporciona conforto e cura. E a própria espiritualidade já tem sido responsável, comprovadamente, pela redução do estresse, causando efeitos positivos na saúde. A presença dessas crenças, conforme o estudioso Matheus Simon, dá proteção e sensação de pertencimento – “a fé encoraja o ser humano”, expõe. Ele expõe tambem as manifestações da ansiedade e paulatina perda da fé pelo individuo: Como virtude, a fé é uma virtude teologal, que age para moldar as ações humanas para as práticas do bem. No cômputo das virtudes teologais estão presentes as próprias virtudes clássicas como a Prudência, a Justiça, a Temperança e a Coragem. À Compaixão, uma virtude espiritual presente em diversas religiões se adiciona a fé, a esperança e a caridade. Utilizando o método propagado por Louis-Marie Grignion, mais conhecido como São Luís Maria Grignion de Montfort, sacerdote francês e santo católico. pregador e escritor, cujos livros são amplamente lidos atualmente e considerados de extrema importância no Magistério da Igreja Católica, Matheus Simon foca no poder da oração para o equilíbrio, a paz individual contra os males da alma. A maior obra de São Luis de Montford e a mais conhecida mundialmente, – o Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, redigido em 1712 e ficou escondida num cofre por 150 anos – traz dois pensamentos essenciais de seu método doutrinário: O estudioso da fé contra a ansiedade, solidão, medo e ansiedade aconselha: “Priorize o autoconhecimento, o autodomínio. Pratique e exercite a oração”.

Imagem de uma mente com muita informação indicando paixões e vicios no jogo das doenças da alma
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As doenças da alma, as paixões, vícios e estímulos humanos

As ditas doenças da alma são um fator real presente no dia a dia do homem contemporâneo. Na pós pandemia, a convivência humana e as relações sociais trouxeram o exacerbamento das paixões consolidando-se em discursos de ódio, uma projeção de valor de felicidade ilusória virtualizada trouxe doenças como a depressão, ansiedade, o medo. Veja!

Ana Lúcia de Alcântara Oshiro
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A cidadania, o voto como mercadoria, a consciência política e o movimento vicioso da desconfiança nas instituições

O Brasil é uma democracia adolescente. Nossa experimentação da prática democrática possui não mais que 4 décadas de volta democrática. Veja artigo e a estreia do Encontros da semana e o artigo. Dos anos de 1980 até os atuais passamos por interferências e até o ano passado vivenciamos ainda um risco de um sistema político autoritário. E, mais uma vez provamos que essa democracia, graças à união dos poderes e do sistema judiciário brasileiro embora delicada se constitui por pilares fortes. Porém, recentemente uma pesquisa coordenada pela professora Dra Rita Biason para o Instituto Não à Corrupção trouxe um cenário alarmante, senão assombroso. Ela apresenta alguns dados que assustam como, por exemplo, a presente comercialização do voto em troca por recompensas financeiras, benefícios ou privilégios. Segundo essa pesquisa, o valor médio da venda, comercialização dessa já mercadoria, gira em torno de R#$ 140,00. Se imaginarmos que esse valor circula em torno dos 10% do valor do salário-mínimo no Brasil, que representa a renda dos 60% os brasileiros, esse cenário se torna preocupantes. Por quê? Significa que é facilmente mercantilizável o voto no Brasil, por variados fatores: essa população representa a maioria do povo brasileiro que se encontra em situação de exclusão econômica, é aquela com maior dificuldade no acesso aos serviços públicos, bem como que possui pouca ou muitas vezes nenhum acesso a informações básicas fornecidas pelo Estado, cujos acesso aos canais de comunicação disponíveis são de difícil acesso e entendimento, que nos últimos anos priorizaram os canais digitais em detrimento das campanhas informativas públicas em TVs abertas e jornais pequenos, locais. O sistema político brasileiro e a consciência da prática cidadã passou ao longo da história por processos de retrocesso em várias fases. Desde a 1ª Constituição brasileira, no final do século 19. Apenas na primeira década do século 20 a mulher passou a ter direito ao voto. De lá para cá inúmeros foram os processos do sistema político. Com a redemocratização do país no início dos anos de 1990, esse movimento, a retomada de inúmeros ativistas políticos do exílio o movimento informativo e de disseminação dos valroes democráticos se espalharam e abriu-se espaço para a participação política e cidadão em diversas ações, seja pela reuniam em grupos de participação, pela expansão de vários partidos, leis que foram sendo apresentadas com o foco na inclusão, de leis mais diversas como contra o preconceito racial, a inclusão e igualdade de direitos de gênero, entre outras. Recentemente, o escândalo da Lava Jato e a criminalização de políticos, empresas e práticas de corrupção aumentaram essa participação e um espaço para a a importância da conscientização democrática ampliou-se. Porém, com a subida ao poder de um executivo reacionário que preconizava os valores do autoritarismo, da desinformação e o acesso á informação, a políticas de inclusão e diversidade e priorizou a disseminação desses paradigmas essa consciência         diminuiu, talvez pelo próprio descrédito na classe política gerado por esses discursos. Atualmente temos alguns dados que chamam a atenção e que são vícios que necessitam urgentemente ser extirpados do locus do espaço social. Dentre estes: o discurso de ócio e separatista; a descrença no poder público bem como em seus gestores e legisladores. Em reportagem apresentada em 2020[1], a pesquisadora e cientista política Argelina Figueiredo expõe que: “muitas vezes os eleitores não conseguem identificar políticos que correspondam às suas próprias ideias. “Hoje é mais difícil se determinar questões ideológicas, pois entram em conta várias outras questões, em princípio ‘não ideológicas’, que ligam as condições socioeconômicas das pessoas”. Nesse embate e disfunção discursiva dos políticos e gestores gera-se a desconfiança e o que passa a modelar as atitudes, infelizmente, é extamente aquele sentimento de frustração pela dificuldade em dispor de informações, acesso aos serviços públicos que impactam o cotidiano de cada cidadão, entre outros e nesse instante passa a prevalecer o sentimento passional onde narrativas ideológicas garantem o pesar na balança mais para o lado das ações de revanchismo e descrença. Esse contexto de desconfiança, um ciclo vicioso ao contrário dos ciclos virtuosos das reputações virtuosas é muito preocupante. Se formos visualizar dados divulgados pelo Instituto DataFolha de março de 2024, que procurou medir junto a 2002 eleitores o nível e confiança/desconfiança em relação ao Congresso brasileiro, o contexto apresenta-se preocupante. Veja  Ou seja, 40% dos brasileiros não confiam no órgão publico que define as leis no Brasil – Congresso Nacional, 49% confiam pouco e 10% não confiam. Em paralelo, quando a pesquisa busca “cenarizar” os índices de confiança nas instituições brasileiras, nenhuma delas apresenta índice de confiança total – ou seja, todas as instituições no Brasil estão em situação de risco no resultado do ciclo reputacional virtuoso – aquele que gera ciclos evolutivos, de desenvolvimento, cidadania e de futuro para um povo. Essa semana o Banco Central liberou comunicado em relação à sua política para os juros no Brasil, apresentando tendência de alta nos próximos meses. Vivenciamos no mercado e na sociedade um processo de perda de credibilidade tambem em relação às projeções para o futuro. Economia e Sociedade não são entidades separadas – elas caminham em sintonia. Em 2015 quando apresentamos nossa pesquisa em relação à interpretação e Reputação pelos indivíduos – tanto mercado quanto sociedade – o ponto crucial foi a coerência, tendo como parâmetros essenciais a Credibilidade, a Transparência entre outros. Esses últimos deram como foco final, a confiança. Se pegarmos esses dados e compararmos com o afastamento dos brasileiros em relação às instituições podemos, empiricamente, concluir que temos um cenário claro das razões que nos levaram a esse contexto de mercantilização do voto, desconfiança. A professora Rita, (veja aqui no nosso portal, no Encontro da semana no quadro virtuosidades) expôs que a questão da dissonância de consciência e responsabilidade entre o mercado – empresas – e a gestão pública, passa, principalmente pela visão de curto prazo, ou seja, a cada troca do poder político o planejamento é alterado e normalmente ele passa a ser orientado pelos coletivos mais poderosos de poder. Acredito que essa inconsistência e dissonância precisa urgentemente passar pelo alinhamento dos atores

Dr. Fabiano Ferreira
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Violência no ambiente educacional – vício que se alastra

No locus das virtudes conceitos e práticas como o Respeito (na edição número 1 da NomsueLocus Magazine você pode conhecer as interpretações a respeito e baixa-la, gratuitamente e as adquirir as demais), a Equidade, a Transparência, a afetuosidade, a compaixão devem ser exercitadas cotidianamente, seja por indivíduos, organizações ou empresas. Todas elas são contextualizadas por fatos sociais recentes que as esvaziam em detrimento de atitudes e comportamentos viciosos como o preconceito, a misoginia, a exclusão e a disseminação de estereótipos e ações que priorizam a imagem e menos o equilibrio nas relações em meio às diferenças, sejam elas quais forem. No ambiente educacional, espaço no qual são formam os futuros cidadãos, dados recentes demonstram um cenário assustador para uma sociedade que necessita, urgentemente, de diálogo e relações sustentadas no alinhamento entre visões, contextos diversos de vida e realidade sociais, econômicas e recentemente ambientais, para que consigamos sobreviver dignamente hoje e em um futuro que está bem próximo. Recentemente, dados divulgados pela ONG Nova Escola (2023) em parceria com o Instituto Ame Sua Mente, mostram que a violência, principalmente contra educadores – em todos os níveis da formação educacional – atinge 8 a cada 10 professores no Brasil. A agressão verbal se manifesta em 76,1% dos casos seguida pela agressão psicológica e moral (41,5%) e bullying (16%). Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) ampliam esse cenário extremamente perigoso e vicioso – o Brasil é o país com os índices mais altos do mundo no ranking de agressões contra professores. Na falta de uma efetiva política de Estado de valorização, inserção do locus e status do educador no lugar que lhe é de direito na relação entre educador e educando -uma relação que deveria ser baseada em afetuosidade, respeito bem como equidade (dos dois lados em relação a julgamentos e escolhas individuais e coletivas) recentes pesquisadores e comunidades têm se manifestado e colocado suas vozes no sentido de proteção, principalmente ao educador. O educador é colocado, na maioria das situações, em um contexto coercitivo, pelo seu vínculo e elemento integrador estre a instituição e o aluno e uma posição que se equilibra entre a autoridade e poder de uma cadeia hierárquica e normativa  da instituição e do Estado (quando se fala em locus público, principalmente nas primeiras fases de formação do Ensino ), às quais ele deve obedecer pelo vínculo seja econômica, contratual e jurídica, e da comunidade de aprendizes cuja missão lhe dada pelo vínculo estabelecido e sua escolha profissional, como especialista, que é a de formar e ensinar  educandos para as  “exigências futuras em termos  de habilidades e competências do mercado e de convivência social como futuros cidadãos”. O professor, advogado e especialista em Direito da Educação, personagem do Encontros do canal NomsueLocus, no quadro Virtuosidades reputacionais, da nossa coordenadora e editora do NomuseLocus, expõe que uma das principais falácias é a visão de que o professor precisa preparar o educando para o mercado. “Educar, expõe ele, é função que envolve família, sociedade e a instituição Escola. Erram enormemente aqueles que acreditam que a Escola deve preparar para o mercado. ”Não”, diz ele, “a função constitucional do educador (professor) é educar para a cidadania – formar cidadãos preparados, conscientes para exercer esta cidadania com mérito e excelência”, reforça. Nesse debate cabem muitas visões, debates e reflexões que devem envolver a sociedade, o poder público e tambem o mercado. A questão que se coloca, sem sombra de dúvidas, é como alinhar percepções, interesses e interpretações dentro de um plano para um futuro com enormes desafios em um contexto de transição e valores, estilos de convivência e imensas carências em termos de competências, habilidades e consciências virtuosas nos entido de um futuro harmonioso e sustentável.Por ALA.Oshiro. #violênciacontraprofessores #vícioscontemporâneos #virtudesreputacionais #educação @ala.oshiro

Logo do capitalismo consciente
Dossiê, Virtuosidades

Capitalismo Consciente, com perspectiva compassiva

Alinhar apoio e suporte as empresas, fomentar geração de renda e riqueza e competitividade das empresas no suporte por investimentos é sustentável, responsável e compassivo. Assista o bate papo com o Instituto Capitalismo Consciente. No ultimo bate papo de setembro, a nossa editora e coordenadora do projeto NomuseLocus de reputações virtuosas e suas práticas recebeu a CEO do Instituto Capitalismo Consciente, o diretor da Trê Investimentos e do Sistema B para falar sobre os desafios na disseminação do movimento global de conscientização das lideranças capitalistas sobre práticas de negócios mais sustentáveis e sejam estendidas à sociedade, e abordou tambem o projeto que envolveu empresas, líderes e entidades parceiras de apoio às empresas na pandemia. O programa retorna agora, a partir de outubro e busca suportar as empresas selecionadas e que tiveram apoio naquele período para alavancar seu desenvolvimento dentro dessa consciência para que possam inovar seus modelos de negócios e ao mesmo tempo gerar riqueza e renda. Conheça o programa e veja como pode participar com sua empresa e entenda o conceito desse movimento em nosso canal e aqui, no portal – acima.

Post do Instituto
Dossiê, Locus, Virtuosidades

A Justiça sobre o prisma da atuação da ética empresarial

O bate papo da semana é com o Instituto de Ética e Justiça Empresarial – o IBDEE, com o presidente e a vice-presidente da Instituição que assumiram este mês a nova diretoria. O nosso modelo de Gestão da Reputação Virtuosa-VRI tem como um dos seus sustentáculos principais a Justiça , seguida do Respeito. Assista o Encontro aqui ou em nosso canal. O termo Justiça tem na contemporaneidade um amplo arcabouço de significados, normas e cômputo ético que no ambiente das empresas tornam o comportamento organizacional foco de posicionamentos no mercado e, principalmente, perenidade nos negócios e manutenção de competitividade, confiança e valor. Nesse Encontro com o IBDEE trouxemos uma reflexão a respeito dot ermo, a ampliação da prática e implicações pra uma empresa de sua ausência e as prerrogativas envolvidas com a interpretação de justiça nos dias atuais.

Luciana Nicola do Itaú Unibanco
Locus, Virtuosidades

A compaixão aplicada como responsabilidade cidadã na pandemia pelo Itaú Unibanco

Ao longo deste mês desenvolvemos o tema Compaixão sob a perspectiva da cidadania, da resiliênbcia, da presença. do estar, e principalmente da totalidade onde se encotnra a consciência de cidadania, na solidariedade, na compreensão, no doar-se e, principalmente, a aprtir do entendimentod e si ter a capacidade de olhar sob o locus onde o outro está. Esta é a eprspectiva adotada na 4a edição da NomsueLocus Magazine disponível nbo www.tacademia.com.br/livraria. E no ultimo Encontro oo bate papo foi com o ItauUnibanco e sua presença na pandemia. Assista aqui e veja a entrevista na revista. Foto: Luciana Nicola – Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do ItauUnibanco A decisão de assumir a responsabilidade com aquele momento em que a sociedade brasileira necessitava não apenas de apoio, mas sim de ações efetivas, exigfiu muitas reuniões, comprometimento, decisões de risco e toda a corproação sabia que, naquele momento,s eria uma decisão estrategica e de muitos compromissos e responsabildiades, diz a diretora de Relações e Sustentabilidade do Itau Unibanco, Luciana Nicola em um Encontro no canal NOmuseLocus,. exclusivo com a diretora da T.academia/NomuseLocus e criadora do conceito reputações virtuosas integradoras, profa, Dra Ana Lúcia De Alcântara Oshiro. Essa decisão, conforma a diretora, enmvolveu toda a operação de negócios do Grupo, o sistema logístico de tofo0 o grupo, funciona´rios e toda a comunidade ItauUnibanco e a doação da ordem de 1 bilhão de reais. Por isso e pela envergadura da decisão, corajosa, e, nomeamos o ItauUnibanco como o personagem organizacional da dimensão compaixão-cidadã da edição 4 da NomsueLocus Magazine. Assista no nosso canal a entrevista e o estudo e a interpretação social para o termo na revista temátcia em www.tacadeemia.com.br/livraria

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A Relação Entre Valores e as Práticas De Gestão

O sistema de valores de uma pessoa é revelado através do seu comportamento. Os valores são algo que determina o comportamento e que influencia as escolhas que as pessoas fazem. Veja Artigo da Nova Seção Governança e Virtuosidades. O compromisso do líder/gestor não se restringe apenas a eficácia das organizações, com os seus resultados.  É também e concomitantemente com o crescimento e desenvolvimento do ser humano. Os lideres organizacionais devem estar permanentemente atentos ao conteúdo moral e ético de suas ações. Se não estiverem permanentemente atentos à ética de convicções, assim com destroem suas equipes de trabalho, destroem o valor das organizações que atuam e o meio onde atuam. O Ideal de Liderança propugna pelo uso de um modelo de gestão de pessoas centrado numa perspectiva bem mais dinâmica, em que os líderes e seus liderados aprendem a construir uma narrativa no cotidiano de trabalho que leve a soluções mais adequadas a cada cultura, mas dentro de um mesmo processo.  Não existem soluções certas em administração (ou governança corporativa), mas existem processos mais adequados de obtenção da solução mais adequada à miríade de alternativas possíveis para um problema. As soluções obviamente variam, adequadas a cada caso, mas são mais propriamente alcançadas dentro do mesmo processo ou estilo de liderança. Confusão entre Solução e Estilo – Os proponentes do Estilo Ideal de Liderança não prescrevem soluções, mas uma melhor maneira de produzi-las. Assim, há uma melhor maneira ou processo de chegar às decisões: As pessoas não são lógicas como os computadores; as pessoas são psicológicas.  Não reagem a um mundo objetivo, mas ao mundo de suas percepções. O mundo das percepções é fonte e limite do comportamento humano. Assim, a leitura da situação sempre vai depender das percepções do leitor, dos seus condicionamentos (técnicos e/ou vivenciais), opções éticas, juízos de valor, temperamento, competências, mentalidade e caráter, desejos, aspirações e vontades. Os valores situacionistas (temporais/mutáveis) são contrários aos valores de desenvolvimento organizacional, de construção de equipes de trabalho, de resolução funcional de conflitos, de busca de autorrealização e de excelência de desempenho (atemporais/constantes). Não dividamos o mundo entre nós e eles. Nós constituintes de uma elite aristocrática, motivada e comprometida; eles constituintes de uma plebe rude e ignara, carente de direção e de comando. Nós somos Y, 9.9, modelo II, sistema 4; os outros são X, sistema 1, modelo I, sistema 1. Lévy Strauss (pai da antropologia moderna) nos lembra que a natureza humana é permanente e universal.  Eis ai a essência da humanidade, o pilar contrário e de negação da busca do situacionismo como opção correta e adequada à perenidade e sustentabilidade das organizações. É ilegítimo do ponto de vista moral dissociar, na prática, o componente ético-filosófico (vale dizer, os valores, crenças idiossincrasias pessoais, caráter, mentalidade) dos resultados.  Em ciência social aplicada (administração, é uma delas) tal separação é indefensável.  Por outro lado, não faz sentido dissociar também na prática a dimensão lógico-conceptual (vale dizer, a tecnologia) dos resultados.  Essas duas dissociações, especialmente a primeira delas, são a raiz das deficiências insuperáveis das lideranças baseadas em valores situacionais. A sequência lógica de uma confrontação deve começar pelo teste filosófico-moral, prosseguir com o teste lógico-conceptual e concluir com o teste empírico-científico.  Ao fazer a confrontação nesta sequência, o gestor logo se escandalizaria ante a constatação factual e objetiva da racionalização psicológica tão comum cometida pelos defensores do situacionismo que afirmam que “a filosofia do Estilo Ideal é bonita em teoria, mas que na prática o que vale são os resultados”. Então, se a questão dos valores morais pela qual se oriente o líder não é importante. O que importa é a eficácia. Dependendo do objetivo a ser atingido (eficácia gerencial) o líder deve recorrer a qualquer estilo que melhor se ajuste `a situação.  Evidentemente, se for assim, para a Liderança Situacional não faz diferença se este estilo ou comportamento gerencial incluir não envolvimento (ainda que por apatia e desinteresse pelos outros, e não por convicção de que a neutralidade deva ser preservada); omissão (ainda que com prejuízos, constrangimentos, mágoas ou ressentimentos de pessoas); meias-verdades (o que se poderia melhor chamar de meias-mentiras); verdades nuas e cruas (ainda que ditas por desamor ou vingança); apelos `a autoridade (ainda que geradores de problemas colaterais de construção de culturas organizacionais totalitárias) ; punições (ainda que contribuindo para um clima organizacional de injustiça e de privilégios indevidos); apoio pessoal privilegiado a outros (ainda que inautêntico e manipulativo); aceitação passiva de ordens (apesar de geração de consequências negativas facilitadoras de uma cultura de submissão e de subserviência); e assim por diante. E pouco importam essas discrepâncias comportamentais desde que se alcancem os resultados pretendidos. Ops!!! A luz deste raciocínio, se a questão de valores não tem relevância, conduz, lógica e necessariamente, à amoralidade, que é o primeiro passo rumo à imoralidade gerencial. Os fins justificam os meios. O estilo de liderança depende da situação. Sem problemas: o líder se adapta indignamente. A situação dita, o líder “registra” o ditado e, “flexível”, (não seria amorfo?), programa seus comportamentos correspondentemente ao que julga que a situação determina. A competência que se requer deste líder é a de ser um bom “leitor” da situação e um bom ator/artista no desempenho de estilos apropriados ao desempenho dos diferenciados papéis que deva exercer para obter resultados face as distintas situações com que se defronte no cotidiano da realidade organizacional. Há realmente um estilo ideal de liderança para qualquer situação, ou seria a liderança situacional bem mais eficaz para as necessidades prementes do mundo das organizações corporativas em particular e do universo da sociedade em geral? O Estilo Ideal = Liderança Responsável –  Aqueles que conseguem diferenciar a natureza das opções morais da estrutura de valores da liderança, bem como as suas repercussões sobre o destino das pessoas e das organizações em que atua, os impactos na sociedade,  sustentadas por lógicas tão distintas na construção de resultados de curto, médio e longo prazos (perenidade, sustentabilidade, perpetuidade…), certamente terão melhores condições para julgar uma situação e processar uma opção inteligente entre as decisões

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